Como descobrir e comunicar o propósito da minha empresa?

Você está a caminho de mais um dia corrido de trabalho e passa por uma banca de jornal. Dá uma olhada rápida nas tantas edições de revistas e, então, observa a capa da Revista Exame “A força do propósito”.

 

Meses depois, é a vez da Você RH com a edição “Em busca de um propósito que encante”. Por que, de repente, tanto se fala sobre propósito?

 

Atualmente, é muito comum ouvir falar sobre esse tema. Vivemos em tempos de mudanças e, nessa maré de autoconhecimento, muitas pessoas já compreenderam a necessidade de encontrarem seus mais profundos “por quês” para levarem uma vida com mais significado, motivação e plenitude.

 

Mas por que o propósito é pauta de duas grandes revistas corporativas? Acontece que esse tema não é apenas primordial para pessoas físicas. Empresas são geridas e movidas por pessoas e, cada vez mais, está claro que um trabalho deve ir além de simplesmente gerar lucro.

 

E é sobre isso que quero falar hoje!

 

O que é propósito?

Sabemos que o dia a dia corporativo não é nada fácil. Os desafios são constantes e é normal que a sua empresa enfrente os altos e baixos. Mas como superar as pedras do caminho? Com propósito!

 

Propósito é o que te faz realizar as coisas com foco e determinação. Tendo em vista o da sua empresa, um objetivo deixa de ser apenas uma meta, para se tornar ainda mais profundo. Gostamos de falar sobre esse tema como o motivo por que você levanta da cama todos os dias.

 

No caso empresarial, o propósito é aquilo que está por trás de tudo o que é feito, como e por qual motivo. É o que une e inspira ações.

 

Por que isso é importante?

Imagine o seguinte cenário: você chegou na empresa e é mais um dia maluco de trabalho. Você se vê, constantemente, correndo contra o tempo. Não consegue mais participar de todos os processos, reuniões e decisões. A organização está crescendo e, com isso, a demanda é maior.

 

Diante desse cenário, como garantir que a qualidade e padrão não se percam? Acima disso, como garantir que as pessoas saibam por que estão fazendo o que estão fazendo, permanecendo em um estado de motivação e engajamento?

 

Ter o propósito da sua empresa claro é importante para que a identidade do seu negócio seja transmitida de forma perene e única. Afinal de contas, podem existir muitas empresas que fazem o que você faz, mas, dificilmente, elas farão como você faz.

 

Uma empresa com propósito definido é aquela que sabe onde quer chegar e qual a sua contribuição maior para a sociedade. E em um mercado extremamente competitivo, ter claro o seu propósito atrai pessoas que se identificam e confiam naquilo que você oferece.

 

Talvez você já tenha entendido a importância de identificar o seu propósito, mas ainda temos um ponto essencial! Definindo um propósito, você contribui para o maior capital do seu negócio: o humano. Cada vez mais, as pessoas buscam por algo que vá além de uma rotina massiva de entregas e resultados.

 

Pessoas que trabalham com propósito têm maior performance, pois se percebem parte imprescindível para algo grandioso. Encontrar sentido no que se faz, contribui na produtividade, motivação, senso de pertencimento e redução do turnover.

 

Portanto, a prosperidade do negócio está atrelada à forma como você sai de uma abordagem superficial, enxergando o mercado de forma que fuja ao óbvio! E essa cultura se torna, gradualmente, intrínseca em todos os processos da sua empresa, pois, embora as áreas trabalhem de forma autônoma, são guiadas pelo mesmo objetivo.

 

Como encontrar o propósito da minha empresa?

Agora que você já visualizou a importância de identificar o propósito da sua empresa, deve estar se perguntando: perfeito, mas de que forma encontro isso? Poderia existir algum manual ou teste, mas não é bem assim…

 

O propósito é algo único, exatamente por partir de uma motivação pessoal. Portanto, é um processo que deve ser feito a partir de um mergulho em seus valores, crenças, motivações e na cultura que deseja implementar na organização.

 

Para isso, reserve um tempo para refletir sobre as seguintes perguntas:

1-  Qual legado você quer deixar?

2-  Se sua empresa deixasse de existir amanhã, o que a sociedade perderia?

3-  Que diferença sua empresa faz na vida das pessoas?

 

Tendo as respostas para essas perguntas tão profundas, você encontrará o propósito da sua empresa! Costumamos comparar o propósito a uma bússola, que nos aponta o caminho mesmo quando as coisas parecem caóticas.

O papel do líder nesse contexto

Definir o propósito pode ser tarefa difícil, mas agora surge outra etapa: comunicá-lo para toda a empresa. Nesse momento, existe uma figura essencial para garantir que as coisas sejam feitas dentro desse plano maior: o líder.

 

Isso porque não adianta ter um propósito definido, se ele está apenas gravado em sua parede. E, para isso, é preciso repensar sobre o papel do líder dentro da organização.

 

O líder é quem possui forte vínculo com o “por que” da organização, identificando-o em sua própria trajetória pessoal. Dessa forma, criar uma cultura de liderança forte atrelada ao propósito da organização, garante que tudo funcione em sintonia.

 

Uma liderança forte sustenta a identidade do negócio, de forma que esteja alinhada à identidade dos colaboradores. Somente assim, é possível alcançar uma organização preparada para o crescimento e para superar os desafios (porque eles virão!).

 

Se você quer saber mais sobre esse tema, assista à palestra gratuita “Como criar uma cultura de liderança de alta performance”. E você, está preparado para descobrir o propósito da sua empresa e alavancar resultados? 

 

Por Arthur Diniz, CEO e fundador da Crescimentum

Feedback: por que esse tema se tornou essencial para as organizações?

Muito se fala sobre feedback atualmente e não é à toa. Mas você sabe o real impacto de vivenciar isso dentro da sua organização? Esse tema é um importante pilar para alavancar o crescimento das organizações e é essencial que esse assunto esteja no radar de profissionais de RH.

Falar em feedback pode ser desafiador, porque muitas pessoas ainda não visualizam o tamanho potencial dessa ferramenta. Você já percebeu o nervosismo que a ideia de uma reunião de feedback causa?

A crença limitante de que esse momento é um “apontar de erros” e “críticas” contribui para que, nesses momentos de conversas sinceras, as pessoas cheguem na defensiva. É comprovado que existe um gap no mercado por vieses inconscientes sobre o tema.

Então, se você quer que sua empresa caminhe em direção ao crescimento e inovação, deve trabalhar esses medos e fomentar feedbacks constantes.

O que é feedback?

Feedback é o retorno sobre o comportamento, baseado na percepção das pessoas que estão inseridas em seu círculo social ou organizacional. No entanto, muito além disso, é uma forma de estabelecer a confiança e de desenvolver pessoas a partir de conversas transparentes e honestas.

Sem desenvolvimento contínuo, as chances de inovar e conquistar cada vez mais clientes e admiradores são próximas a zero! Por isso, esse é um assunto essencial para qualquer organização que deseja sobreviver e ter sucesso.

 

Por que é preciso criar uma cultura de feedbacks?

Talvez você esteja se perguntando: por que é importante pensar sobre feedback? Esse tipo de questionamento é extremamente comum! Muitas empresas ainda têm dificuldade de enxergar esse processo como uma ferramenta de desenvolvimento de pessoas, resistindo à incorporação dessa prática nas organizações.

O feedback é primordial, porque vivemos em tempos de mudanças constantes. O mundo está, a cada dia, mais veloz e as novidades surgem todo o tempo. Isso faz com que novas competências sejam exigidas constantemente.

No mundo VUCA, a aprendizagem é um grande pré-requisito e o feedback é a melhor forma de estar em desenvolvimento e se reinventar. Essa cultura de transparência é o grande impulsionador de resultados para a empresa, afinal, pessoas com alta performance fazem a diferença e se destacam.

Pense: como saber se você está indo bem, sem o retorno sobre seus comportamentos?

 

Quando recebemos feedbacks constantes, fica fácil identificar nossos pontos fortes e pontos a serem trabalhados. Mas isso é um “mundo ideal” e é uma mentalidade rara, infelizmente.

Ainda há uma confusão entre as relações pessoais e profissionais dentro da empresa, e a ideia de que um retorno sobre o comportamento pode ofender ou magoar, contribui numa cultura de cada vez menos transparência. Além de comprometer a eficácia do processo, esse modelo mental gera desgaste emocional.

O momento do feedback deve ser encarado como uma via de mão dupla, uma troca construtiva. Pensando ainda além, o feedback deve ser recebido como um presente, afinal, quem não deseja saber se está indo no caminho certo e o que falta para a alta performance?

Esses momentos periódicos reforçam a comunicação interna, alinham expectativas, propiciando o desenvolvimento do colaborador e criando um ambiente de confiança.

Quando o feedback deixar de ser visto com tensão e sim como uma poderosa ferramenta na busca do conhecimento e do desenvolvimento de competências pessoais, sua empresa estará mais próxima de um futuro exponencial!

Quer superar esse gap do mercado e alavancar o crescimento da sua empresa?

Você pode começar com alguns passos simples, como identificando quais crenças impedem a sua organização de ter uma cultura de transparência e sensibilizando os líderes sobre os benefícios dessa prática constante.

Estar atento às temáticas sobre Feedback também é uma importante forma de desenvolver esse novo mindset na empresa. E o curso “Feedback: como conduzir conversas difíceis” pode ser uma forma de ampliar sua bagagem sobre o tema e te ajudar na desafiadora missão de encorajar conversas transparentes e transformadoras.

Se quiser se aprofundar nesse tema e aprender mais sobre o tema feedback, baixe gratuitamente o nosso e-book “Guia para construir uma Cultura de Feedback em uma organização” e aprenda caminhos práticos para construir uma cultura de transparência e feedbacks para preparar a organização para um futuro promissor e desafiador.

 

Por André Brandão, trainer da Crescimentum

3 passos para criar apresentações criativas e impactantes

Você tem o sonho de impactar pessoas, conduzindo reflexões com apresentações criativas e transformadoras? Essa é a missão de um verdadeiro facilitador do futuro.

 

Aprender é uma das competências mais fascinantes dos seres humanos, mas pode ser um desafio desenvolver uma estratégia de aprendizagem inovadora e eficaz. Hoje, mais do que nunca, vivemos em um contexto no qual a aprendizagem deve ser contínua.

 

São tempos de mudança, por isso, manter-se em constante desenvolvimento é imprescindível. E o facilitador é figura essencial na transformação de vida de pessoas através de apresentações extraordinárias e que realmente façam a diferença.

 

Mas existem alguns desafios que um facilitador pode enfrentar, como o medo de falar em público e a construção de apresentações que gerem conexão.

 

Além disso, com o advento da internet, muita coisa mudou e a figura do facilitador é ainda mais carregada de responsabilidade.

 

Pessoas podem filmar e compartilhar conteúdos a todo o momento, disseminando informações e aumentando o alcance do que é dito.

 

Pensando nisso, quero compartilhar 3 passos para que você esteja preparado não apenas para treinar e desenvolver pessoas, mas para transformar vidas.

 

Mas primeiro, o que é um facilitador do futuro?

Se você ainda não notou, observe: vivemos em um mundo permeado pela volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Esse contexto de incessantes transformações nas diversas áreas da vida é chamado de mundo VUCA.

 

O mundo VUCA redireciona a forma como vivemos a partir de uma mudança de paradigma. Novas formas de se comunicar, assim como as novas tecnologias, mindset e economia são algumas das áreas impactadas com esse contexto. E entre as tantas áreas que mudam a partir dessas transformações, está a forma com que aprendemos.

 

Em um mundo de tantas informações, apresentações eficazes devem ter dinamismo, conexão e elementos que captem a atenção. As pessoas buscam por algo que realmente vá de encontro à sua missão e propósito.

 

É nesse cenário que o papel do facilitador se torna essencial para desafiar as pessoas a saírem do piloto automático e, consequentemente, de sua zona de conforto, para uma aprendizagem que realmente tenha impacto.

 

O objetivo do facilitador não é ser o detentor da informação, porque ela já está ali disponível! Cada vez mais as pessoas têm acesso a milhares de informações apenas com um clique.

 

Como o nome sugere, o papel desse profissional é ajudar as pessoas a entenderem como aquele conteúdo pode ser aplicado na vida real.

 

Um facilitador do futuro é quem tem a missão de estimular pessoas a irem além, fomentando atitudes positivas, oferecendo uma perspectiva de experiência, criando um ambiente de aprendizado e não deixando seu ego atrapalhar no processo.

 

Como criar apresentações criativas?

Se você tem o propósito de desenvolver pessoas, seja através de aulas, treinamentos, palestras ou apresentações, é imprescindível que você saiba transmitir ideias com dinamismo, confiança e clareza.

 

Não é fácil manter a atenção de pessoas, mas estabelecer uma conexão é um bom primeiro passo para que as pessoas esqueçam de dar aquela conferida no celular que compromete o foco no treinamento, por exemplo.

 

Pensando nisso, existem 3 passos essenciais para quem quer criar apresentações mais criativas e envolventes:

 

1-  Aproprie-se do fator emocional

Embora muitas pessoas acreditem que, enquanto seres humanos, somos racionais, estudos já comprovaram que agimos, primeiramente, através da emoção.

 

Criar um senso de pertencimento, conexão e emoção com o tema, cativa a atenção das pessoas.

 

2-  Seja inovador

A maioria das pessoas chega a um treinamento e encontra algo tradicional e massivo. Reme contra essa maré e surpreenda! Inovando, o cérebro associa as informações de forma diferente, o que é um diferencial na hora de memorizar um conteúdo.

 

3-  Crie momentos memoráveis

Muitos facilitadores enfrentam um desafio: as pessoas esquecem do conteúdo passado no treinamento. Para superar esse gap, crie momentos de “cair o queixo”. Essa atmosfera impressionante e surpreendente torna o momento memorável.

 

Lembre-se, para ser um facilitador do futuro você deve compreender que sua essência é ser um instrumento de aprendizagem. Nesse sentido, o seu interesse central deve ser fazer com que as pessoas saiam melhores do que entraram.

 

Para continuar nessa jornada de desenvolvimento, existem vários caminhos possíveis!

 

Você pode ler livros, como por exemplo “A arte de falar em público” de Stephen E. Lucas, ver filmes como “O discurso do rei” e fazer cursos que aprimorem a sua presença de palco. 

 

Uma sugestão de curso é o Trainer Mastery, feito especialmente para quem quer perder o medo de falar em público, construindo apresentações impactantes, dinâmicas e que gerem resultados surpreendentes.

 

Por Renato Curi, sócio-diretor da Crescimentum

Como o RH pode acelerar o desenvolvimento organizacional?

O desenvolvimento organizacional é um dos principais desafios que o profissional de RH enfrenta no mundo ágil e repleto de transformações em que vivemos. As coisas estão mudando e, cada vez mais, o papel dos profissionais dessa área é estratégico.

 

Em meio à Era Exponencial, a atuação do RH vai muito além da administração de folhas de pagamentos, contratação e demissão de pessoal.

 

Um profissional preparado para o futuro visualiza que é a porta de entrada para novos mindsets, talentos e desenvolvimento da organização.

 

O papel do RH no desenvolvimento organizacional

Vivemos na chamada Era Exponencial que pressupõe mais agilidade, transparência e dinâmicas cada vez mais rápidas e eficazes. Esse novo momento carece de pessoas em constante desenvolvimento e com a quase ilimitada capacidade de aprender e de se reinventar.

 

É nesse contexto que entra o grande desafio para muitos profissionais de RH: criar uma cultura forte e preparada para crescer nesse novo cenário.

 

O RH do futuro entende que as organizações estão se transformando e que estamos em meio a uma nova dinâmica de mercado. Não é apenas um facilitador de estratégias e não fica restrito às tendências, mas se antecipa às coisas e prevê mudanças necessárias.

 

Nesse cenário, um profissional preparado é condição essencial para uma empresa preparada. Assim sendo, o RH tem o papel de pensar e introduzir o mindset exponencial na empresa, propiciando um ambiente organizacional de transparência, aprendizado, crescimento e desenvolvimento. 

 

A missão de arquitetar a organização para o futuro pode ser desafiadora. Para isso, existem 3 passos primordiais para acelerar a performance da organização:

 

1-  Dê oportunidades de desenvolvimento

Fomentar o aprendizado contínuo é uma das principais ações para sustentar o crescimento da organização e isso tem uma razão simples:

 

Vivemos em um mundo de rápidas transformações e, quem não acompanha esse movimento, pode se tornar obsoleto.

 

Você já parou para pensar que algumas das profissões mais populares da atualidade não existiam há 10 anos? Desenvolvedores mobile, blogueiros, cientistas de dados, motoristas de Uber, business partners  e youtubers são alguns dos tantos exemplos. 

 

E nos próximos anos? Provavelmente, o mesmo acontecerá. Isso é uma excelente forma de refletir sobre a necessidade de uma aprendizagem incessante. Nunca saberemos o suficiente e isso é desafiador.

 

Então, para que a empresa cresça de forma rápida e consistente, é necessário potencializar a performance das pessoas que nela trabalham.

 

E criar esse mindset de constante desenvolvimento é o primeiro passo.

 

O desenvolvimento da organização não é possível sem que a equipe e colaboradores como um todo estejam em constante aprendizado. Para isso, fomentar ações de treinamento e desenvolvimento é essencial. 

 

2-  Conte com o apoio da liderança

Ao abordar assuntos sobre treinamento e desenvolvimento de pessoas, é muito comum escutar “Isso é tarefa do RH!”. Mas não é bem assim!

 

A figura do líder é fundamental para o crescimento e desenvolvimento da organização, especialmente em relação à performance da equipe.

 

Uma liderança forte consegue atuar de maneira eficaz, fortalecendo a motivação dos colaboradores. Através da autonomia, domínio de competências e propósito, o líder empodera a equipe e cria uma cultura colaborativa forte.

 

Isso faz toda a diferença na criatividade e performance do time e, consequentemente, gera um ambiente organizacional inovador e que cresce exponencialmente.

 

3-  Fortaleça uma cultura de transparência e feedback

Por fim, uma das formas mais simples e importantes para alavancar o crescimento da empresa é o feedback. É comum encontrar empresas que, ao invés de darem feedbacks sobre a performance da equipe, apenas realizam avaliações de desempenho anuais.

 

Mas organizações preparadas para o futuro precisam entender que a velocidade das mudanças e necessidades da empresa não podem esperar os ultrapassados ciclos de avaliação de performance, realizados trimestral, semestral ou anualmente.

 

O RH precisa estar atento a como tem fomentado o desenvolvimento do colaborador. Para contar com os melhores profissionais no quadro de colaboradores, também é preciso fornecer infinitas possibilidades para acelerar a performance dessas pessoas.

 

E incentivar conversas abertas de feedback é o passo essencial para a construção de uma cultura de transparência. Aliás, temos um e-book sobre como construir uma cultura de feedback em uma organização para te ajudar nesse desafio! 

 

Como vivemos em um mundo imediatista, quanto mais rápido um feedback for dado, melhores os efeitos disso e mais rápidas são as mudanças.

 

Quando as pessoas da sua organização sabem o que fazem de positivo ou negativo, fica mais fácil que falhas sejam corrigidas e ações positivas sejam reproduzidas.

 

Nesse ponto, mais uma vez é essencial que os líderes sejam exemplo em dar e receber feedbacks. Reafirmar comportamentos positivos e redirecionar os negativos ajuda na geração de valor e resultados para a empresa.

 

Essas questões acima podem ajudar a mapear se a cultura da organização é mais aberta e propícia ao crescimento ou se ainda está fechada e presa a modelos tradicionais de outros tempos. 

 

Exponencializar as organizações não é uma tarefa fácil, mas a partir desses 3 pontos, é possível dar os primeiros passos. 

 

Por Vanessa Campos, trainer da Crescimentum

Adversidade e resiliência: desafios que contribuem para o sucesso!

Por Renato Curi, sócio-diretor da Crescimentum

 

Resiliência: uma das maiores lições que aprendi sobre essa habilidade foi com a antiga civilização Inca!

Aprendendo com os Incas: resiliência!

Uma das experiências mais marcantes que já vivi foi visitar os solos sagrados desse povo. O auge da viagem foi após três dias de caminhada quando, finalmente, cheguei ao santuário de Machu Picchu.

 

Fiquei maravilhado pela sabedoria que envolveu essa civilização. Admirei as construções antissísmicas, o perfeito alinhamento das pedras que pesavam toneladas e os cálculos do calendário solar.

 

Fiquei fascinado com o canal de irrigação subterrâneo, os experimentos para o cultivo de batata em diferentes altitudes e outros feitos dos Incas em pleno século XII.

 

Durante a caminhada aproveitei a presença de uma guia turística descendente dessa civilização e compartilhei uma grande dúvida:

 

O que fez dos Incas uma civilização tão evoluída quando comparada aos índios brasileiros, que habitavam nosso país, possivelmente na mesma época?

 

A resposta me surpreendeu pela sua simplicidade e sabedoria:

 

Os índios brasileiros viviam numa temperatura e altitude agradáveis, com abundância de alimentos e medicamentos. Os Incas viviam em regiões altas e íngremes, sob baixas temperaturas, de solo pobre para plantio e com ocorrência de terremotos. Quando o ser humano é desafiado e sua sobrevivência está em jogo, ele se adapta de acordo com a necessidade. O ambiente adverso fez os Incas irem mais longe!

 

Para mim ficou claro que, ao se defrontar com um problema, o ser humano tem capacidade de expandir sua mente em busca da solução: isso é chamado de resiliência!

 

De fato, comecei a refletir sobre a história de vida dos participantes dos treinamentos que ministro, nos clientes de Coaching e na minha própria vida.

 

Recordei que, nos momentos difíceis, de grande desafio, veio a superação dos próprios limites e de modelos mentais.

 

Recordei a história de um profissional que, aos 18 anos, trabalhava cortando cana em uma usina e, cinco anos depois, assumiu um cargo de liderança no mundo corporativo, além de ter se tornado professor.

 

Além desse, existem inúmeros exemplos de atletas brasileiros, especialmente os paraolímpicos, cuja determinação excedeu os enormes desafios!

 

O profissional que ouviu que não seria líder, debruçou-se em livros, fez diversos cursos de liderança, além de curso de teatro e trabalho voluntário para desenvolver seu relacionamento interpessoal.

 

O cortador de cana que estudou, passou no vestibular, foi o melhor aluno da sala, tornou-se professor e aprendeu com seus colegas a parte técnica do trabalho.

 

Na adversidade, enquanto muitos se acomodariam, eles batalharam. Saíram da zona de conforto, do que era conhecido e viveram na busca de seus sonhos.

 

Claro que a mudança, o desenvolvimento de habilidades e o sucesso vieram acompanhados de certo esforço e desconforto.

 

Não posso adivinhar qual o seu desafio ou pelo que você luta. Pode ser por uma determinada posição na empresa, para empreender, aprender a tocar um instrumento ou dançar, desenvolver uma habilidade específica, entre outras ambições.

 

Mas estou certo de que, assim como os Incas desafiaram os limites da sobrevivência e alcançaram outro patamar de evolução, a sua mente irá se expandir em busca das soluções a partir do momento em que você encarar as dificuldades como desafios a serem superados.

 

Isso envolve disciplina, execução e acima de tudo querer.

 

Boas conquistas!

Como reter talentos na sua organização?

Sua organização tem perdido profissionais talentosos e você não sabe o porquê?

 

Hoje, na série #EvoluçãoConstante, o trainer da Crescimentum Anderson Fernandes explica como CEOs e equipes de liderança estão reconhecendo a importância da Cultura da empresa, tanto na retenção de profissionais como na obtenção de lucro e melhores resultados.

 

Mas como colocar isso em prática e como ter uma cultura que ajude no recrutamento e retenção de talentos engajados e criativos? Se quiser conhecer essas e outras soluções para a Gestão de Cultura Organizacional, acesse: http://bit.ly/crescimentum-cultura-organizacional

 

#SerCrescimentum #EvoluçãodaLiderança #CulturaOrganizacional #RetençãodeTalentos #AndersonFernandes

Os Principais Erros ao Receber Feedbacks

Todo mundo sabe a importância de dar e receber feedbacks, tanto para a nossa evolução como colaboradores quanto para a organização, certo? Uma pesquisa feita com mais de 3 mil líderes de diversas empresas e segmentos do Brasil mostrou que o maior empecilho que os líderes enfrentam em suas equipes é justamente sua capacidade de dar e receber feedbacks.

 

Esta costuma ser uma conversa carregada de emoções e tensão para ambos os participantes, e é bem comum cometermos alguns erros quando não estamos bem preparados para ela.

 

Esse é o assunto da série #EvoluçãoConstante, em que a trainer da Crescimentum, Renata Grunthal, explica um pouquinho sobre quais os principais erros que cometemos ao receber feedbacks e como evitá-los.

 

Compreendendo que essa é uma capacidade essencial para que os líderes das organizações do futuro consigam colaborar no desenvolvimento de suas equipes e colaboradores, a Crescimentum criou o treinamento Feedback: Como conduzir conversas difíceis!

 

Esse é um curso pensado especialmente para te ajudar a construir uma cultura de mais transparência, agilidade e performance dentro da sua empresa e com seus líderes e liderados. Saiba mais e faça a sua inscrição agora em http://bit.ly/crescimentum-feedback

Lideranças que adoecem as organizações!

Por César Ayer, trainer da Crescimentum

 

O tema parece pesado, e é, mas é necessário para que as lideranças de pequenas, médias e grandes empresas avaliem o impacto das suas ações e decisões na vida das pessoas que compõe a organização em todos os níveis.

 

Qual é a maior causa de pedidos de demissão numa empresa? Excesso de trabalho? Salário baixo? Não.

O problema são as lideranças!

Segundo estudo da consultoria BambooHR, 44% dos pesquisados alegam ter pedido demissão por causa do “chefe tóxico”, que lhes tirou a motivação de trabalho por uma série de razões.

 

A maior causa (mencionada por 20% dos entrevistados) é o chefe roubar o crédito pelo trabalho feito pelo subordinado, sem reconhecer seu valor (e 63% condenam esse tipo de “estelionato profissional”).

 

Mas a lista de causas de pedidos de demissão vai longe: a chefia não manifestar confiança ou dar poder; ignorar o excesso de trabalho; não estabelecer recompensas financeiras por conquistas.

 

Além de contratar ou promover as pessoas erradas; não apoiar o subordinado em disputas com clientes; não dar orientações claras; adotar microgerenciamento que não permite autonomia; ressaltar suas fraquezas e não qualidades; e não deixar claras suas expectativas (ufa!).

 

O estudo constatou, ainda, que, além do comportamento tóxico, algumas atitudes da liderança também levam os subordinados a desejarem outro emprego, tais como o estilo falho de gerenciamento, atitudes condescendentes, temperamento mesquinho e assédio pessoal.

 

Os autores sugerem que, para montar uma boa equipe, as empresas devem escolher lideranças que confiem em seus subordinados, se preocupem com seus problemas pessoais, respeitem o equilíbrio vida/trabalho e reconheçam seus esforços e suas boas ideias.

 

Assim, as virtudes do topo se espalharão ao longo de toda a organização.

 

O assunto é tão sério, que até o Papa Francisco escreveu um artigo relatando os 15 males da liderança, vale a pena ler!

 

O Papa Francisco deixou bem clara a sua intenção de reformar radicalmente as estruturas administrativas de sua organização, a Igreja Católica, em sua opinião, pouco receptivas, presunçosas e burocráticas.

 

Para o pontífice, num mundo em intensa atividade, o líder autocentrado que não tem um olhar para o outro, representa uma limitação.

 

No ano passado, pouco antes do Natal, o Papa se dirigiu aos líderes encarregados de gerir a complexa rede dos órgãos administrativos da Igreja.

 

A mensagem aos seus colegas foi sem rodeios: os líderes estão suscetíveis a uma série de mazelas, incluindo arrogância, intolerância, miopia e mesquinhez.

 

Essas doenças, quando não são tratadas, vão enfraquecendo a própria organização. Segundo ele, para se ter uma organização saudável são necessários líderes saudáveis.

 

Por muitos anos, venho ouvindo dezenas de especialistas em gestão enumerarem as qualidades dos grandes líderes. É raro, no entanto, apontarem os males da liderança.

 

O Papa é mais direto. Compreende que como seres humanos, temos certas inclinações – nem todas elas nobres.

 

No entanto, deve-se esperar muito de um líder, já que o alcance de sua influência torna as próprias enfermidades dele altamente contagiosas para os que o cercam.

 

A Igreja Católica é uma hierarquia povoada de almas bem-intencionadas, porém longe da perfeição. Não é muito diferente de sua organização. É por isso que o conselho do pontífice é relevante a líderes em todo o mundo.

 

Disse o Papa:

 

“A liderança é constantemente convocada a melhorar e se desenvolver no que diz respeito a relacionamentos e inteligência, a fim de realizar plenamente sua missão. E, ainda assim, como qualquer corpo humano, também está exposta a doenças, defeitos e enfermidades. Gostaria de mencionar algumas dessas doenças [da liderança]. São doenças e tentações que podem enfraquecer de modo perigoso a eficácia de qualquer organização.”

 

Nesse sentido, é preciso fomentar o desenvolvimento de líderes para que o clima organizacional seja de, cada vez mais, engajamento e motivação. A Crescimentum possui diversas Soluções Corporativas que podem ajudar a formar líderes extraordinários para a sua organização. Entre em contato com um de nossos consultores para saber mais!

Coaching e Mentoring: afinal, qual a diferença?

Por Alessandra Sperandio, coach parceira da Crescimentum

 

Para que seja possível abordar a diferença entre Coaching e Mentoring, é fundamental entender, separadamente, o que cada um significa, suas aplicabilidades, para quem se destina e quais competências os profissionais de cada abordagem precisam ter para obter sucesso em suas conduções e atuações.

Coaching e Mentoring

Entendendo o Mentoring!

Mentoring é um termo em inglês que significa “tutoria”, “mentoria” ou “apadrinhamento” e é utilizado como um caminho de desenvolvimento através de um profissional experiente, chamado de mentor ou conselheiro.

 

O mentor possui uma larga bagagem profissional, visto que já passou por diversas situações que lhe proporcionaram um profundo aprendizado, aumento de repertório e desenvolvimento de novas competências para enfrentar situações complexas em sua área de atuação.

 

E, com essa bagagem, auxilia profissionais menos experientes ou em início de carreira, disponibilizando toda a sua experiência para que aprendam com quem já viveu situações similares.

 

É uma maneira de aumentar as possibilidades de sucesso, por meio da resolução de problemas num menor espaço de tempo.

 

O Mentoring pode ser utilizado dentro das empresas e tem como principal responsável a área de Recursos Humanos.

 

É ela que identifica e convida os profissionais sêniores, sejam de dentro da própria empresa ou de consultorias capacitadas.

 

O foco é a diversidade de profissionais com experiências e vivências para a atuação como mentor de seu público interno em novas funções que demandam treinamento e aceleração de aprendizado.

 

Apesar dessa estratégia ser ideal na formação de novos colaboradores e na aceleração de aprendizado de profissionais em novas funções, o Mentoring ainda é pouco aplicado no Brasil.

 

Estima-se que uma a cada dez grandes organizações utilizam e adotam esse método para desenvolver e capacitar seus profissionais.

 

Outro ponto é que, mesmo sendo mais utilizado e aplicado nas empresas, é possível utilizar esse método em outras áreas da vida, além da profissional.

É a vez do Coaching!

Coaching é também um termo em inglês, oriundo da palavra Coach que significa “treinador”.

 

A terminologia Coaching é destinada a uma metodologia que utiliza ferramentas e princípios próprios para ajudar pessoas a alcançarem seus objetivos em um período determinado, de forma estruturada e focada em ações, conforme já abordado em artigos anteriores.

 

Duas das principais competências que um profissional Coach precisa ter são a capacidade de atenção plena ao seu Coachee e saber ouvir desprovido de julgamentos, opiniões, “achismos”, induções e conclusões.

 

Outro princípio básico do Coaching é que o Coach não opina e nem dá “dicas” sobre o que seu cliente precisa fazer para chegar na sua meta.

 

O que ele faz é utilizar ferramentas apropriadas para facilitar o processo de reflexão de seu Coachee.

 

Utilizando-se dessas principais competências, ele se torna capacitado a fazer perguntas relevantes que ajudam seu Coachee a buscar suas próprias respostas, ressignificar algumas crenças e buscar novos caminhos neurais, que o ajudem a pensar no que nunca pensou.

 

A partir desses questionamentos, o Coachee é capaz de fazer o que ainda não fez para chegar onde deseja estar, por meio de suas próprias ações, escolhas e decisões.

O profissional de Mentoring precisa ser um Coach?

Não necessariamente. É interessante que o mentor conheça as ferramentas de Coaching, já que elas podem ajudar na sua atuação.

 

Está cada vez mais comum encontrar executivos experientes e bem-sucedidos que buscam a formação e certificação em Coaching para ampliar sua atuação e utilizar as duas metodologias em contextos e necessidades específicas para cada uma.

Como fazer a melhor escolha de acordo com a necessidade?

Ao escolher um profissional que não tem experiência técnica e profissional suficientes para ser um mentor, há o risco de que ele exerça esse papel sem a competência para isso, podendo causar mais prejuízo do que benefício dentro do processo.

 

Ou seja, se o profissional ainda não alcançou grandes feitos ou teve vivências diversas e suficientes em sua trajetória profissional, como ele instigará e desenvolverá outros profissionais?

 

Para a contratação do Coach podemos seguir a mesma linha de raciocínio… Como um Coach ou uma empresa que atua com processos de Coaching e que não possui a certificação adequada para se capacitar na metodologia, poderão auxiliar no desenvolvimento do máximo potencial de outros?

 

Entender a diferença entre Coaching e Mentoring fica menos complexo, diante desses pontos. Podemos dizer que os dois são similares na medida que buscam apoiar pessoas a evoluírem e alcançarem seus objetivos.

 

No entanto, ambos possuem métodos e processos bem diferentes. E, ao ter lido esse artigo, acreditamos que você saberá identificar e escolher o processo que corresponde melhor à sua necessidade, escolhendo um profissional adequado para atender às suas expectativas.

 

Se você se interessou pela carreira de Coach e deseja otimizar os seus resultados, aprofundando-se nas ferramentas de Coaching, busque certificações reconhecidas pelo mercado, como a da Crescimentum.

Os males da liderança e suas lições!

Por César Ayer, trainer da Crescimentum

 

Qual é a maior causa de pedidos de demissão em grandes empresas e organizações? Excesso de trabalho? Salário baixo? Aparentemente não.

 

Segundo estudo da consultoria BambooHR, 44% dos pesquisados alegam ter pedido demissão por causa de um “chefe tóxico”.

 

E, para os autores da pesquisa, para montar uma boa equipe, as empresas devem escolher lideranças que confiem em seus subordinados, se preocupem com seus problemas pessoais, respeitem o equilíbrio vida/trabalho e reconheçam seus esforços e suas boas ideias.

 

O assunto é tão sério e merece tanta atenção, que até mesmo o Papa Francisco escreveu um artigo relatando as principais “doenças” ou males da liderança.

Os males da Liderança

Segundo o Papa Francisco, líder de uma das maiores e mais antigas organizações do planeta, deixou bem clara a sua intenção de reformar radicalmente as estruturas administrativas da Igreja Católica que, em sua opinião, são pouco receptivas, além de presunçosas e burocráticas.

 

Para o pontífice, num mundo em intensa atividade, o líder autocentrado, que não tem um olhar para o outro, representa uma limitação.

 

No ano passado, o Papa se dirigiu aos líderes da Cúria Romana – os Cardeais e outras autoridades encarregadas de gerir a complexa rede dos órgãos administrativos da Igreja.

 

E sua mensagem aos seus colegas foi sem rodeios: os líderes estão suscetíveis a uma série de mazelas, incluindo arrogância, intolerância, miopia e mesquinhez.

 

Essas “doenças”, quando não são tratadas, vão enfraquecendo a própria organização e, segundo ele, para se ter uma organização saudável são necessários líderes saudáveis.

 

Por muitos anos, venho ouvindo dezenas de especialistas em gestão enumerarem as qualidades dos grandes líderes. É raro, no entanto, apontarem quais os males da liderança.

 

O Papa já é mais direto. Compreende que, como seres humanos, temos certas inclinações – nem todas elas nobres.

 

No entanto, devemos esperar muito de um líder, já que o alcance de sua influência torna seus próprios defeitos ou “enfermidades” altamente contagiosas para os que o cercam.

 

A Igreja Católica é uma burocracia: uma hierarquia povoada de almas bem-intencionadas, porém longe da perfeição.

 

Nesse sentido, não é muito diferente de qualquer organização. É por isso que os conselhos do pontífice são relevantes a líderes em todo o mundo. Confira os pontos que ele explicou:

O mal de pensar que somos imortais

Ou imunes ou absolutamente indispensáveis e, consequentemente, de se negligenciar a necessidade de fazer check-ups regulares.

 

Uma liderança que não tem autocrítica, que não se atualiza e que não busca estar mais preparada, é um corpo adoecido. Uma simples visita ao cemitério bastaria para ver os nomes de muitas pessoas que se julgavam imortais, imunes e insubstituíveis!

 

É o mal daqueles que se tornam senhores e donos, que acreditam estar acima dos outros e não a seu serviço.

 

É a patologia do poder que se origina de um complexo de superioridade, de um narcisismo que faz com que o indivíduo mire tão intensamente a sua própria imagem que não consegue enxergar a face do outro, especialmente do mais fraco e mais necessitado.

 

O antídoto para essa praga se encontra na humildade; em dizer do fundo do coração: “Sou um mero servo. Só fiz o que era meu dever”.

O mal do trabalho em excesso

É encontrado naqueles que mergulham no trabalho e inevitavelmente deixam de “reservar um tempo para descanso”.

 

Não se permitir o descanso necessário leva ao estresse e agitação.

 

Um tempo de descanso para aqueles que concluíram seu trabalho é necessário, obrigatório e deve ser levado a sério: passe um tempo com a família e respeite os feriados como momentos de recarregar as baterias.

O mal do “empedernimento” mental e emocional

É encontrado nos líderes que têm um coração de pedra, nos “arrogantes”; naqueles que com o tempo perdem sua serenidade interior, presença de espírito e ousadia, e se escondem atrás de uma pilha de papéis, transformando-se em burocratas.

 

É perigoso perder a sensibilidade humana que nos permite nos emocionar e celebrar!

 

Pois à medida que o tempo passa, nossos corações se tornam rígidos e somos incapazes de amar aqueles que nos rodeiam.

 

Ser um líder humano significa possuir os sentimentos de humildade e altruísmo, desprendimento e generosidade.

O mal do planejamento excessivo e do funcionalismo

Quando um líder planeja tudo até o último detalhe e acredita que com o planejamento perfeito tudo se encaixará, ele se torna um contador ou um gerente de escritório.

 

As coisas devem ser bem preparadas, mas sem nunca cair na tentação de tentar eliminar a espontaneidade, que sempre é mais flexível do que qualquer planejamento humano.

 

Contraímos essa doença, pois é fácil e confortável nos organizarmos em nossas próprias formas sedentárias e regulares.

O mal da má coordenação

Quando os líderes perdem o sentido de comunidade, o corpo perde seu funcionamento harmônico e equilíbrio.

 

Torna-se então uma orquestra que produz ruído: seus membros já não trabalham em conjunto e perdem o espírito de camaradagem e de trabalho em equipe.

 

Quando o pé diz para o braço: “não preciso de você”, ou a mão diz para a cabeça “sou eu que estou no comando”, acabam por criar desconforto e simplesmente nada funciona.

O mal do “Alzheimer da liderança”

Consiste em perder a memória daqueles que cuidaram de nós, que foram nossos mentores e nos apoiaram em nossas jornadas.

 

Vemos essa mazela naqueles que estão completamente aprisionados no presente, em suas paixões, caprichos e obsessões.

 

E também naqueles que erguem muros e rotinas em torno de si, tornando-se então cada vez mais escravos de ídolos esculpidos por suas próprias mãos.

O mal da rivalidade e da vanglória

Quando as aparências, os privilégios e os títulos se tornam o propósito primordial da vida, nos esquecemos do dever fundamental como líderes: de “não agir por força do egoísmo ou vaidade, mas sim da humildade, e de modo que os outros contem mais do que nós mesmos”.

 

Como líderes, temos a obrigação de não olhar somente para nossos próprios interesses, mas também os interesses de nossos liderados, de nossas equipes e outros.

O mal da esquizofrenia existencial

Esse é o mal daqueles que vivem uma vida dupla, o fruto da hipocrisia típica dos medíocres e de um vazio emocional progressivo que nenhum título é capaz de preencher.

 

É uma doença que costuma afetar aqueles que não estão mais em contato direto com clientes e funcionários comuns, restringindo-se a questões burocráticas, perdendo assim o contato com a realidade e com pessoas concretas.

O mal da fofoca, queixumes e difamação

Essa é uma doença insidiosa que começa de forma simples e que acaba por dominar o indivíduo, tornando-o um “semeador de ervas daninhas” e, em muitos casos, um assassino da boa reputação de colegas.

 

É a doença de pessoas covardes que não têm a coragem de se pronunciar diretamente, e falam pelas costas das pessoas. Fiquemos atentos contra o poder negativo da fofoca!

O mal de idolatrar os superiores

Essa é a doença daqueles que cortejam seus superiores na esperança de ganhar seus favores. São vítimas do carreirismo e oportunismo, exaltando pessoas ao invés da missão da organização como um todo.

 

Eles pensam somente naquilo que podem obter e não naquilo que devem oferecer; são pessoas tacanhas, infelizes e inspiradas somente por seu próprio egoísmo.

 

Os próprios superiores podem ser afetados por esse mal, quando tentam obter a submissão, lealdade e dependência psicológica de seus subordinados, tendo como resultado final uma cumplicidade deletéria.

O mal da indiferença pelos outros

Esse mal se identifica quando cada líder só pensa em si mesmo, perdendo a sinceridade e o calor que caracterizam as relações humanas genuínas.

 

Há muitas formas de se manifestar: quando se detém um maior conhecimento, mas esse saber não é disponibilizado aos colegas menos conhecedores da matéria.

 

Ou quando aprende algo e guarda para si ao invés de compartilhar de forma útil com os demais, ou ainda quando, por inveja ou despeito, se deleita ao ver os outros caírem ao invés de ajudá-los a se erguer e encorajá-los.

O mal da fisionomia sombria

Essa doença é aparente naquelas pessoas pessimistas e austeras que acreditam que para ser sério é preciso fazer uma cara de melancolia e gravidade, e tratar os outros – especialmente aqueles que consideram subalternos – com rigor, rudez e arrogância.

 

Na verdade, demonstrações de austeridade e pessimismo estéreis costumam ser sintomas de medo e insegurança. Um líder tem de se esforçar para ser cortês, sereno, entusiasmado e alegre, uma pessoa que transmite alegria onde quer que vá.

 

Um coração feliz irradia uma alegria contagiante: é perceptível! Dessa forma um líder nunca deve perder esse espírito animado, bem humorado e mesmo modesto que torna as pessoas agradáveis até em situações difíceis.

 

Como faz bem uma boa dose de humor!

O mal do acúmulo

Esse mal ocorre quando um líder tenta preencher um vazio existencial em seu coração ao acumular bens materiais, não por necessidade, mas a fim de se sentir seguro.

 

A verdade é que não seremos capazes de carregar conosco os bens materiais quando deixarmos essa vida, já que “a mortalha não tem bolsos” e nossos tesouros nunca serão capazes de preencher aquele vazio.

O mal dos círculos fechados

Acontece quando pertencer a um “grupo restrito” se torna mais importante do que nossa identidade compartilhada.

 

Esse mal começa também com boas intenções, mas com o passar do tempo escraviza seus membros e se torna um problema que ameaça a harmonia da organização causando imenso dano, especialmente àqueles que tratamos como “não pertencentes ao grupo”.

 

O “fogo amigo” representa o perigo mais insidioso. É o mal cujo ataque parte da própria esfera interna. Como reza a Bíblia: “Todo reino dividido contra si mesmo é um reino desolado”.

Por fim: o mal da extravagância e exibicionismo

Esse mal se manifesta quando um líder transforma seus serviços em poder, utilizando esse mesmo poder para ganhos materiais ou para adquirir ainda mais poder.

 

É a doença de pessoas que, insaciáveis, tentam acumular poder e para esse fim estão dispostas a difamar, caluniar e prejudicar a reputação dos outros, que se exibem para mostrar que são mais capazes do que os outros.

 

Essa mazela traz grandes prejuízos, pois leva as pessoas a justificarem o uso de quaisquer meios a fim de alcançar seus fins!

 

Agora que você conhece os males da liderança, aproveite o nosso treinamento Líder do Futuro para ampliar a consciência sobre seus gaps e pontos a serem desenvolvidos, por meio da intensa troca de feedbacks que ocorre no decorrer de toda a imersão. Faça a sua inscrição agora!