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Como a inovação tecnológica afeta a liderança exponencial?

por Fabrizio Ortiz, trainer da Crescimentum

 

Há pouco tempo atrás um estudo publicado pela Universidade de Washington dizia que 40% das empresas Fortune 500 deixarão de existir em 10 anos.

 

Neste prazo, grande parte dos empregos operacionais também serão substituídos por computadores, robôs assumirão muitos postos de trabalho e uma infinidade de novas tecnologias inundará os mercados sem pedir licença.

 

O quanto você está se preparando para essas mudanças? O quanto o papel de um líder será impactado por estas tendências?

 

Atualmente o conceito de liderança passa por grandes reflexões. Para entender melhor o que está por vir e como devemos nos preparar para as novidades, vamos analisar o que já está acontecendo hoje na sociedade e, principalmente, no mundo corporativo.

 

Grandes mudanças estão em pleno curso, com novas tecnologias emergindo. Empresas com modelos disruptivos que começaram do zero, em garagens, chegando à casa de 1 bilhão de faturamento, antigas companhias perdendo espaço e novos jogadores surgindo e mudando as regras do jogo.

 

Definitivamente o mercado não é mais linear e sim, como dizem os especialistas, exponencial.

 

Grande parte das empresas está consciente da necessidade de mudanças, afinal, as tendências são divulgadas praticamente todo o tempo pelos meios de comunicação, a escalada tecnológica, as tendências de mercados globalizados e dificuldade de se manter competitivo é assunto recorrente nos telejornais.

 

Porém, as iniciativas por inovação estão sendo frustrantes em grande parte dos ambientes em que ouço opiniões e percepções dos líderes com quem tenho contato.

 

As estratégias adotadas são bastante coerentes: eventos de inovação, workshops, “Hackatons” (maratonas de inovação tecnológica), porém os resultados ainda não são satisfatórios.

 

Credita-se muitas vezes o fracasso destas iniciativas ao fato das pessoas estarem com dificuldade de pensar fora da caixa, ou mesmo, é comum ouvir, que a cultura da empresa está antiquada e não propícia para a inovação.

 

Afinal o que faz a cultura de uma empresa senão os modelos de pensar e agir de seus líderes?

 

Quando um líder pede para que sua equipe inove, pense de forma diferente, mas não os deixa errar; quando um líder pede que criem modelos disruptivos, mas, ao final, valoriza mais o trabalho correto e feito sem riscos… ele está sendo um líder linear e ultrapassado, não permitindo que sua equipe dê características exponenciais ao seu trabalho.

 

Não há outro caminho, as tendências estão aí e temos que dar suporte para que os líderes consigam manter a mente aberta para superar os sucessos do passado.

 

Aprender a desaprender será o mantra daqueles que se manterão competitivos frente a velocidade exponencial com que as mudanças caminharão a partir de agora.

 

Para você treinar sua capacidade de aprender a desaprender, pensar de forma disruptiva e conseguir mais amplitude de pensamento para inovar, experimente fazer o desafio: reserve 30 minutos do seu dia para pensar em soluções totalmente impensadas para algum problema real que esteja vivendo, pessoal ou profissional, escreva suas ideias e depois compartilhe com pessoas próximas, colaboradores, colegas.

 

Esteja atento para toda vez que alguém trouxer frases de limitações como “já tentaram isso e não deu certo”. Peça para que a pessoa pense em não encaixotar as ideias em modelos já existentes e tente apenas colaborar – e isso vale para você mesmo no processo!

 

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