Avião de esqudrilha da fumaça

De VUCA a BANI: entenda de uma vez por todas o novo conceito!

Você provavelmente já ouviu falar sobre o mundo VUCA, marcado pela volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Mas já ouviu falar de BANI?

A pandemia mudou para sempre nossas organizações e, diante de um universo cada vez mais conectado, a noção de VUCA não é mais suficiente. Assim, surge o BANI, um acrônimo que expressa este momento de transformações e acelerações.

Neste artigo, você entenderá o que é o mundo BANI em detalhes, compreendendo as novas implicações que impulsionarão negócios daqui em diante e se preparando para a Nova Economia.

De: mundo VUCA

O conceito de mundo VUCA surgiu em meados dos anos 1990, a fim de explicar uma nova dinâmica de mundo. Em um cenário pós Guerra Fria, o contexto era de instabilidade, insegurança mundial, transformações rápidas e a forte presença tecnológica.

A tecnologia funcionava como uma força vital para construir novos modelos de negócios e ampliava oportunidades de sucesso para empresas e profissionais de uma forma nunca vista antes. 

No entanto, este conceito já começava a cair em desatualização com a ampla digitalização que vivenciamos nos últimos anos. E mais importante: com a pandemia, analisar o mundo pelas lentes VUCA não faz mais tanto sentido.

Assim, os avanços digitais potencializados pela pandemia, comprometem o sentido que VUCA dava ao cenário mundial. Para identificar isso, basta analisar os negócios e perceber como a forma de fazer as coisas mudou profundamente. 

Para: mundo BANI

Surge, então, o conceito de BANI, marcando a passagem de volatilidade para agilidade, da incerteza para ansiedade, da complexidade para a não linearidade e da ambiguidade para a incompreensão. 

O acrônimo BANI significa Brittle, Anxious, Nonlinear e Incomprehensible, ou, em português: Frágil, Ansioso, Não linear e Incompreensível. O conceito passou a ser usado especialmente para descrever o panorama pós-pandemia.

A seguir, exploro cada elemento do acrônimo:

1- Frágil

Se, no mundo VUCA, a volatilidade é predominante, no mundo BANI isso atingiu um grau tão extremo que basicamente tudo é muito frágil e sem solidez. Em outras palavras, a impermanência é marcante neste momento. 

Pessoas sentem medo de perder o emprego do dia para a noite, empresas trabalham com planejamentos menos robustos e longos e a maioria das pessoas parece compreender que tudo pode ruir a qualquer instante. 

2- Ansioso

Com certeza, este ano, a ansiedade foi um ponto de atenção para muitas pessoas. Afinal, as incertezas do mundo VUCA se tornaram cada vez mais avassaladoras, gerando um cenário de medo, insegurança e impotência diante das mudanças.

Assim, a ansiedade pelo que “vai acontecer” se tornou latente e predominante para a maioria dos profissionais, fazendo com que muitos se sintam constantemente perdidos. 

No mundo BANI, essa ansiedade acarreta em medo de tomadas de decisão, barreiras a iniciativas novas e acaba impactando profundamente a busca por novas soluções. 

3- Não linear

A complexidade do mundo VUCA se tornou a não linearidade, marcada especialmente pela desconexão entre causa e efeito. A crise do Coronavírus e as mudanças climáticas são dois exemplos deste sistema.

Como aponta um artigo publicado pela MIT Sloan, é o mundo onde pequenas decisões podem trazer grandes resultados, enquanto um enorme esforço colocado numa variável importante pode gerar a total ausência de resposta.

4- Incompreensível

Por fim, a ideia de ambiguidade dá lugar a um momento de profunda incompreensão, que surge principalmente pelo excesso de informações. No mundo BANI, as informações correm com tanta frequência e rapidez, que muitos simplesmente não sabem como agir. 

A capacidade de analisar os fatos e compreender o que faz ou não sentido, parece estar em crise neste momento. Pessoas e profissionais estão constantemente sem resposta. 

Como se preparar para o mundo BANI?

A verdade é que o conceito BANI nos ajuda a entender e reagir rapidamente a mudanças que, como vimos, serão cada vez mais dinâmicas e instáveis. Em um mundo extremamente incerto, esperar por mais transformações é a única certeza. 

O conceito BANI traz uma espécie de lupa para quem busca um norte sobre quais são os próximos passos enquanto profissional ou organização, e o que podemos perceber é que lidar com este cenário será cada vez mais desafiador. Portanto, preparo é fundamental!

Além de flexibilidade, gestão do tempo, liderança remota e autonomia, também devemos desenvolver mais resiliência, empatia, atenção plena, inteligência emocional, entre tantas outras competências fundamentais para obter sucesso daqui em diante. 

Desenvolver essas habilidades é o primeiro passo e, pensando em te apoiar neste momento de remodelação dos negócios e do mundo, agora o nosso portfólio de treinamentos abertos conta com mais de 50 formações!

Os conteúdos estão totalmente conectados ao atual contexto e te ajudarão a preparar a sua organização nas áreas de Liderança, Recursos Humanos, Cultura Organizacional, Eficiência Profissional, Coaching e Facilitação. 

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Por Dan Porto, sócio-diretor da Crescimentum

tendencias-para-rh-2021

Tendências para RH em 2021 e aprendizados pós-pandemia

2020 foi um ano diferente de qualquer outro! O surgimento inesperado do Coronavírus deixou uma marca na maneira como vivemos e trabalhamos e, mais do que nunca, conhecer as tendências para RH em 2021 é essencial para se preparar para um mundo pós-pandemia!

Neste artigo, passamos por 5 tendências de RH que a Gartner destaca para 2021 e para um futuro próximo, a partir de todos os aprendizados que este ano nos trouxe. Se você quer começar o ano preparado para os novos desafios, é só continuar a leitura!

Tendências para RH em 2021

Diante de um ano de tantos desafios, muito mudou. A forma como trabalhamos, pensamos em negócios, nos comunicamos e vivemos em sociedade também foi profundamente remodelada. 

E isso com certeza tem um forte impacto na forma como o RH trabalha e pensa em suas estratégias de gestão de pessoas! Foi pensando nisso que a Gartner realizou uma pesquisa com mais de 800 líderes de RH para identificar suas prioridades para 2021. 

Embora algumas questões já sejam pauta há um certo tempo e tenham sido simplesmente aceleradas este ano, muitas mostram o impacto das mudanças drásticas que as organizações tiveram que passar e, em alguns casos, ainda estão enfrentando.

Na pesquisa, profissionais de RH elencaram suas maiores preocupações e prioridades para o próximo ano:

  • 68% dos profissionais se preocupam em construir habilidades e competências críticas;
  • 46% destacam a necessidade de repensar o design organizacional e mudar a gestão; 
  • 44% estão tentando compreender qual é o futuro da liderança;
  • 32% sentem que precisam entender as novas tendências para o futuro do trabalho;
  • 28% estão focados em como cuidar do employee experience.

Essas prioridades são um grande começo para compreender quais são as novas tendências e aprendizados para RH no próximo ano. Vamos lá?

1- Construir habilidades e competências críticas

Provavelmente, você já percebeu que as habilidades necessárias para obter sucesso não são mais as mesmas que conhecíamos há algum tempo. 

Assim, os colaboradores apresentam um gap de novas habilidades essenciais para que o trabalho seja desempenhado. 

Para a Gartner, neste momento é necessário uma abordagem dinâmica para requalificar e redistribuir talentos, percebendo a mudança nas necessidades do negócio e encontrando maneiras de desenvolver habilidades no momento em que for necessário. 

Com uma abordagem dinâmica de requalificação, o aprendizado começa mais cedo, conforme as necessidades são identificadas mais rapidamente.

2- Design organizacional ágil e transformação da liderança

O design do trabalho, focado por anos na eficiência, deixou muitas organizações com estruturas rígidas, fluxos de trabalho, design de funções e redes que não atendem às demandas de hoje ou não se adaptam às condições, que mudam rapidamente. 

Muitas organizações sentem que não conseguem responder tão rapidamente quanto as condições exigem. Para isso, capacitar a liderança de acordo com novos comportamentos e mindsets que incentivem a agilidade é essencial.

Para isso, é preciso repensar o design organizacional e a liderança, para que todos estejam em sintonia com as necessidades do cliente, antecipando-se às transformações e adaptando a abordagem e atividades conforme as condições mudam. 

Esse é um passo essencial para desbloquear a capacidade de resposta em toda a empresa e, ainda, construir mais resiliência organizacional, adaptabilidade e agilidade.

3- Futuro da liderança e diversidade

De acordo com a Gartner, apenas 44% dos funcionários afirmam confiar em seus líderes e gerentes da organização para conduzirem o trabalho diante de uma crise. Contudo, a confiança na liderança é ainda mais prejudicada pela falta de diversidade.

A falta de diversidade entre a liderança é uma pauta em foco para 2021 e não é à toa! Segundo a pesquisa, apenas 10% dos executivos de nível sênior são mulheres de raça ou minorias étnicas, e apenas 18% são homens de um segmento minoritário.

O relacionamento é uma ótima maneira de fornecer suporte aos funcionários, mas muitas vezes a falta de diversidade compromete as relações no ambiente de trabalho. 

Criar redes de diversidade com foco no crescimento apoia colaboradores por meio da representatividade e traz benefícios para toda a organização, sendo uma forma de incentivar a inovação.

4- Tendências para o futuro do trabalho

Aqui, o problema é saber por onde começar a identificar as tendências para o futuro do trabalho. Ou seja, quais são as pautas mais relevantes para o negócio em um contexto que ainda não entendemos muito bem. 

A maioria dos profissionais de RH já compreendem que a pandemia da COVID-19 terá um impacto duradouro no futuro do trabalho e que isso muda tudo, não é mesmo? 

Para a Gartner, a questão que fica para os líderes de RH é o quanto essas tendências alteraram e ainda irão alterar as metas e planos estratégicos pré-pandemia, e quais ações e ajustes devem ser feitos a partir de agora.

Esse exercício é desafiador, mas fundamental para o planejamento estratégico e a própria noção dos próximos passos do RH. 

Aqui, já compreendemos alguns pontos de atenção, como novas e aceleradas mudanças, inovação, situações cada vez mais inesperadas, home office, autonomia, necessidade de inovação, blended learning, entre outras. 

5- Employee experience

Em meio à mudança para o trabalho remoto e modelos híbridos de trabalho, o RH deve preservar a cultura organizacional e garantir que a experiência dos colaboradores corresponda às expectativas e necessidades das pessoas.

Mais do que nunca, organizações compreendem que os funcionários podem mudar de local dinamicamente, dependendo do que faz mais sentido para gerar os mais altos níveis de produtividade e engajamento.

Essa é uma forma de melhorar a experiência de seus colaboradores e, por isso, as organizações devem apoiar e permitir essa abordagem durante todo o ciclo de vida do funcionário.

Aprendizados pós-pandemia

Com certeza, este ano trouxe desafios e oportunidades na mesma medida. A partir de agora, estamos diante de um contexto diferente e as 5 tendências elencadas exploram este novo momento, cheio de aprendizados. 

Vale reforçar que estamos frente a um 2021 marcado por um mundo muito mais remoto e híbrido. Assim, o RH deve estar atento às formas de desenvolver colaboradores e lideranças, adequando-os a novas estruturas e estratégias. 

Além disso, também é papel do RH reforçar a resiliência organizacional, para que as organizações estejam cada vez mais preparadas e capazes para se recuperar e prosperar durante situações inesperadas. Afinal, a crise nos ensinou a importância disso. 

Mais do que nunca, o desenvolvimento humano é o ponto de partida para que empresas possam alavancar resultados e obter sucesso de novas e diferentes maneiras de tudo o que já vimos. 

Pensando nisso, para 2021, construímos um portfólio robusto com o que existe de mais novo no mundo! Somos parte do Cegos Group, líder internacional em T&D e referência em Digital Learning, e contamos com os conteúdos mais atuais do mercado!

A partir de agora, você tem a possibilidade de adequar a sua organização às novas tendências, a partir de uma metodologia única, tendo acesso às ferramentas que aplicamos nas maiores e melhores empresas do Brasil e exterior.

Nossos treinamentos possuem um NPS médio de 89 e são preparados para atender você, profissional de RH, com diversos formatos, seja presencial, online ou blended. 

São mais de 50 cursos nas áreas de Liderança, Recursos Humanos, Cultura Organizacional, Eficiência Profissional, Coaching e Facilitação. 

Conheça a nova Crescimentum University e construa uma organização forte e preparada para o que vem a seguir! 

 

Por Renato Curi, sócio-diretor e head de Design de Aprendizagem da Crescimentum

tendências de aprendizagem

O futuro do desenvolvimento: 4 tendências de T&D

O universo de treinamento e desenvolvimento está passando por uma reviravolta. A partir da crise e do isolamento social, assistimos uma rápida reinvenção na forma como treinamos e aprendemos, o que gera novas tendências de T&D. 

Neste artigo, falo mais sobre as implicações deste momento em nossa forma de viver, treinar e aprender, e como essa fase guia o desenvolvimento para um novo futuro!

O futuro do desenvolvimento

Já faz um tempo desde que a Organização Mundial de Saúde declarou oficialmente a pandemia do COVID-19. A série de transformações decorrentes deste cenário colocou o mundo sob outra perspectiva, forçando pessoas e organizações a se reinventarem. 

As medidas de isolamento vêm mudando a dinâmica do trabalho e, também, do aprendizado. Além do home office, muitos profissionais estão aproveitando o maior tempo livre para se aperfeiçoarem com cursos online.

Com isso, assistimos mudanças que perpassam pelos mais variados âmbitos da vida. 

Vemos uma aceleração de tendências como a revisão de crenças e valores, o minimalismo, a reconfiguração dos espaços de comércio, o trabalho remoto e, por fim, uma reinvenção significativa na aprendizagem e desenvolvimento. 

Embora esse seja um momento desafiador para todos, a área de Recursos Humanos é uma das mais visadas neste momento, ocupando uma posição extremamente necessária e crítica para o futuro das organizações e o bem-estar de pessoas. 

Com toda a mudança na forma de trabalhar, gerir e pensar em negócios, mais uma vez os profissionais de Recursos Humanos se veem diante de uma mudança significativa em sua forma de atuar. 

Agora, mais do que nunca, apropriar-se do digital para colaborar com a aprendizagem é uma estratégia para garantir a sobrevivência de nossos negócios. Mas adaptar-se a este cenário e escolher ações verdadeiramente eficazes é um desafio.

Segundo pesquisa da Consultoria Kantar, entre as novas experiências das pessoas estão:

  • 34% Consultas online 
  • 33% Cursos online
  • 29% Softwares de home office
  • 26% Serviços de entretenimento online
  • 21% Assistir lives no celular

Com toda a certeza, em tempos remotos, o mundo online ganhou uma força nunca vista antes. Podemos dizer que fomos empurrados para acelerar uma mudança que, talvez, demorasse mais de uma década para acontecer. 

A digitalização de diversos processos chegou ao seu ápice, sendo a principal maneira de dar continuidade ao trabalho, consumo, entretenimento, comunicação, desenvolvimento, entre outras ações necessárias em tempos de isolamento. 

Essa transformação digital à qual estamos sendo empurrados, não diz respeito apenas a modernizar softwares mas, especialmente, em proporcionar soluções digitais inovadoras centradas na experiência do colaborador, otimizando resultados para o negócio. 

Além disso, trata-se de uma mudança brusca na forma como as coisas sempre foram feitas. A partir deste momento, visualizamos ferramentas online de maneira diferente, já que fomos levados a encontrar novas formas de fazer, ver, aprender, conversar, liderar, entre outros. 

Por isso, este processo desencadeia em novas tendências e é sobre isso que falaremos adiante.

Algumas tendências de T&D

Tudo o que abordei até agora colabora para que nada mais seja como antes. Enquanto algumas pessoas ainda esperam que essa crise acabe e que tudo volte “ao normal”, as que têm lidado melhor com tudo isso compreendem que isso não acontecerá.

Um dos grandes desafios do RH neste momento é cativar as pessoas, engajando diante da busca por aprendizagem e mais protagonismo. Além disso, existe um desafio crescente em encontrar soluções de aprendizagem online verdadeiramente transformadoras. 

Existe um universo de respostas possíveis a partir de alguma novas tendências, que destaco a seguir. 

Ser agile no mundo complexo significa teorizar a partir da prática

Como vimos a partir das pesquisas que citei, as pessoas buscam, cada vez mais, por uma aprendizagem que se conecte com suas experiências práticas. Uma forma de motivar isso é fornecendo ações de desenvolvimento que possam ser aplicadas na rotina de trabalho.

Além disso, uma boa prática é a realização de ciclos curtos de aprendizagem. 

Quando distribuímos peças curtas, convidando os participantes para tomar uma ação e mudar um comportamento, um treinamento que duraria 8 horas em um dia, pode ser feito em 6 semanas, de maneira que o tema fique na cabeça por mais tempo. 

Assim, o tema é distribuído por mais tempo, em ciclos curtos, por pequenas peças que me chamam para experimentar e para a prática.

Ciclos curtos com retrospectiva e lifelong learning

Compreender o conteúdo por etapas ajuda a construir um um plano de ação onde o conhecimento é testado na prática. Dessa forma, os participantes chegam para a aula com vivências reais relacionadas ao conteúdo. 

No momento ao vivo, com o facilitador, chegar com experiências, dúvidas e boas práticas ajuda a gerar conexão e trocas mais participativas entre o grupo. Além disso, essa é uma excelente maneira de desafiar os modelos mentais dos participantes. 

Em uma jornada, isso pode ser continuado em mentoria focadas em determinados pontos. Com isso, vivemos a sala de aula invertida, na qual o conhecimento vem antes, por ferramentas digitais e, para a aplicação na prática, temos um expert. 

Na lógica tradicional, isso é totalmente diferente. Temos professores e facilitadores na hora do conteúdo e, nos desafios da prática, nos vemos sozinhos e, por vezes, desmotivados por não conseguir atrelar os conhecimentos à prática organizacional.

Distribuir pequenas peças de aprendizagem, aderindo ao microlearning, ajuda os participantes a criarem um ritual de desenvolvimento que pode ser trilhado individualmente depois.

Personalização e aprendizagem colaborativa

Quanto mais conseguirmos personalizar e entender a necessidade de cada colaborador, mais assertivos podemos ser em sua jornada de desenvolvimento. 

Para conseguir maximizar o aprendizado, o blended learning é uma estratégia adotada em muitas organizações. 

A mistura de recursos digitais com a interação humana funciona como “o melhor dos mundos”. No blended learning, é possível quebrar alguns conteúdos antes do momento do treinamento e ir degustando aos poucos. 

Outra opção é que o próprio participante escolha por onde começar sua jornada de desenvolvimento, de acordo com sua necessidade. Para isso, feedbacks individualizados também são essenciais para entender os próximos passos para o desenvolvimento específico de cada colaborador. 

Essa experiência ajuda a incorporar o aprendizado, tornando-o, inclusive, mais emocional. O que isso significa? Que o conteúdo conseguiu captar a atenção do participante de forma mais assertiva, permanecendo na memória por muito mais tempo. 

Protagonismo do aprendizado e flexibilidade

Diante dos recentes acontecimentos, apenas reforçamos a necessidade de colaboradores mais protagonistas e com senso de ownership. Quando pensamos em desenvolvimento, isso também deve ser reforçado. 

Devemos proporcionar uma aprendizagem que motive os participantes a darem continuidade em sua jornada de desenvolvimento, sendo protagonistas e escolhendo os próximos passos de acordo com sua necessidade. 

Construir uma jornada onde o participante se sinta estimulado a percorrer e se sentir evoluindo é essencial. Isso, quando atrelado à flexibilidade, permite que as pessoas adequem o desenvolvimento à sua rotina, quando, onde e como quiserem. 

Como conduzir o desenvolvimento em tempos de crise?

A necessidade de desenvolver-se nunca foi tão latente. Para sobreviver à crise e ao mundo cada vez mais ágil, empresas que investem no desenvolvimento de novas competências e habilidades tem maior chance de transformar desafios em oportunidades. 

Uma pesquisa com 126 empresas, realizada pela Deloitte antes da crise causada pelo Coronavírus, mostrava que as organizações investiam mais de 30% de seus recursos de T&D somente em soluções digitais. No atual cenário, é provável que esse número já tenha aumentado!

Diante disso, o mercado demanda por profissionais que saibam conduzir processos de desenvolvimento online de forma verdadeiramente transformadora. Este mercado está apenas começando a sua expansão e os profissionais aptos a facilitarem encontros online terão um grande diferencial no médio e longo prazo. 

A fim de ajudar você a acelerar o desenvolvimento dessas novas e essenciais competências da facilitação à distância, faremos um webinar com o tema “Procura-se: profissionais prontos para a nora era da aprendizagem digital“. 

Neste webinar gratuito, você vai aprender os passos para ser um profissional preparado o novo normal, saindo na frente para acelerar o futuro da sua organização. Participe!

Por Renato Curi, sócio-diretor da Crescimentum

6 tendências para o novo mundo pós-pandemia

O mundo não é mais o mesmo e você sabe disso. O surgimento do COVID-19 trouxe uma crise mundial com reflexos não apenas na saúde, mas em nossas vidas como um todo. Podemos dizer que, no período pós-pandemia, é pouco provável que as coisas voltem ao que eram antes.

O que você tem aprendido nestes dias de pandemia? Quais têm sido suas grandes revelações?

Nas últimas semanas, reinventamos nossa forma de trabalhar, consumir, liderar, conviver em sociedade e planejar. Quando falamos em negócios, vemos desafios enormes na forma de lidar com a demanda de clientes, desemprego, incerteza e processos internos. 

Este artigo é um convite a ver como este momento tem reflexos não apenas em nosso cotidiano, mas em áreas muito mais profundas de nossa sociedade. Nele, apresento 6 tendências para o que chamo de “novo mundo”. 

A pandemia e o “novo normal”

Se você faz parte do grupo de pessoas que está ansiosa para o fim da quarentena, como se isso fosse fazer tudo voltar ao “normal”, sinto em dizer que essa é uma mera ilusão! O fim do período de isolamento nos colocará diante de novos e desconhecidos desafios. 

Um primeiro passo para este momento é estarmos cientes de que, passada a crise, nada voltará a ser como antes. Compreendendo isso, podemos nos preparar melhor para o que vem a seguir. 

Tenho acompanhado muitos intelectuais internacionais que acreditam no coronavírus como um “acelerador de futuros”. A atual crise foi uma forma de acelerar mudanças que já eram necessárias.

Diante de um cenário completamente diferente de tudo o que já vimos, aderimos rapidamente a novas formas de fazer as coisas. 

Isso acontece em diversos âmbitos, desde o trabalho remoto, educação a distância e responsabilidade social das empresas, a questões mais profundas como sustentabilidade, minimalismo, solidariedade e empatia. 

Podemos falar que a crise nos permitiu repensar nossos próprios valores, levando-nos a revisar nossas crenças mais profundas. 

Acredito que podemos visualizar essa crise como um processo doloroso, mas necessário. Como arrancar um Band-aid. Foi um momento necessário para reformular tudo o que poderia e deveria ser diferente. Estamos nos reinventando de dentro para fora.

Tendências para o período pós-pandemia

Pequenas, médias e grandes corporações estão se contorcendo para tomar decisões estratégicas inteligentes. Diante de tantos desafios e de uma significativa mudança de mercado, entender a posição da sua empresa no novo contexto é primordial.

Analisando este momento e suas repercussões em nossas vidas pessoais e profissionais, visualizo 6 principais tendências pós-pandemia. Espero que elas possam ajudá-lo a tirar algo de bom deste momento e planejar seus movimentos atuais e futuros. 

1ª: Trabalho remoto

Não é segredo para ninguém que uma das maiores mudanças quando falamos no mundo corporativo foi o home office. Quando falamos em trabalhar de casa, não existe bem um meio termo: há quem ame e quem odeie. 

Mas uma coisa é certa: a realização do home office foi o que permitiu que as organizações mantivessem suas rotinas de trabalho, mesmo que de uma forma totalmente diferente. Algumas empresas já tinham implementado essa prática em suas rotinas, enquanto outras não suportavam sequer pensar na ideia. 

Uma coisa interessante é que, na Crescimentum, o home office era totalmente fora de nossa cultura, que preza fortemente pelas interações humanas presenciais. Com isso, tivemos um grande impacto ao aderir para a prática e, hoje, visualizo como isso foi positivo para reforçar a parceria e o comprometimento nessa fase difícil. 

2ª: Educação a distância

De acordo com a Unesco, cerca de metade dos estudantes do mundo estão sendo afetados pelo isolamento. Imagine 800 milhões de crianças e adolescentes diante de escolas fechadas por todo o mundo. 

Parece desesperador e, de certa forma, realmente é. No entanto, isso trouxe à tona a possibilidade de readequar práticas de ensino que permaneceram iguais por anos. 

Se pensarmos que as novas gerações são cada vez mais digitais, vemos os benefícios disso na própria captação do conhecimento, motivação de estudo e identificação dos estudantes com o método de ensino utilizado. 

Agora, quando trazemos os impactos do isolamento no panorama da educação corporativa, também encontramos benefícios. 

Embora a maior parte dos investimentos em T&D de grandes e pequenas corporações fossem em treinamentos presenciais, o novo mundo abrirá espaço para jornadas de desenvolvimento cada vez mais digitais. 

Isso possibilita um aprendizado muito mais contínuo, personalizado de acordo com a rotina das pessoas, e acessível.

3ª: Mentoria

É cada vez mais comum que as pessoas passem horas online durante esse período prolongado em casa. Enquanto alguns utilizam esse tempo de forma ociosa, outras anseiam por usar parte desse período de forma realmente produtiva.

Assim, plataformas que permitam uma conexão com professores, especialistas e mentores são uma tendência crescente para quem busca aprender novas habilidades sem perder a interação humana. 

4ª: Apropriação digital

Segundo uma pesquisa da Consultoria Kantar, cada vez mais as pessoas estão buscando soluções digitais. Essa apropriação do online é muito positiva, especialmente em um mundo que caminha para uma agilidade e competitividade crescentes. 

Entre as práticas com maior demanda estão:

  • 34% consultas online
  • 33% cursos online
  • 29% softwares de home office
  • 26% serviços de entretenimento online
  • 21% lives via celular

Profissionais preparados para essa expansão do mercado terão um grande diferencial no médio e longo prazo. 

5ª: Minimalismo

O minimalismo é um movimento que já vinha ganhando espaço, especialmente quando falamos em hábitos de consumo. Com os desencadeamentos da crise, cada vez mais pessoas se viram em um momento de contenção de gastos. 

Naturalmente, isso pode ter uma complexidade muito maior, envolvendo o próprio desemprego em massa. Mas, como disse anteriormente, o objetivo é visualizar as situações a partir de uma ótica positiva em tempos de desafios. 

Dito isso, o minimalismo e a preocupação com práticas mais conscientes é um ótimo fruto da crise. Cada vez mais, as pessoas percebem que podem mais com menos. 

Isso repercute em diversos âmbitos da vida, desde hábitos de consumo, ao entendimento do que realmente é importante para você e da própria busca por novas soluções corporativas. 

6ª: Lifelong learning

Com a crise, novas habilidades e competências foram exigidas de todos. Inteligência emocional, gestão do tempo, foco, feedbacks remotos, e tantos outros. Esse é um processo que não tem fim. 

A partir da agilidade das transformações no mundo, o aprendizado não pode ser mais visto como uma jornada com início, meio e fim. Devemos aprender constantemente ou seremos engolidos por novas crises e desafios. 

O lifelong learning já vinha sendo visto enquanto competência essencial para a sobrevivência em um mundo exponencial. Sabemos que a agilidade é uma tendência, antes mesmo da crise. 

Este momento complexo e desafiador apenas reforçou como devemos estar dispostos a nos reinventarmos e que garantir a perenidade do desenvolvimento é essencial para a sobrevivência de pessoas e organizações. 

Prepare o seu negócio para o novo mundo

O que achou das tendências? Geralmente, as grandes mudanças parecem óbvias, mas representam uma grande transição em nossos hábitos tradicionais. 

O coronavírus teve impactos sem precedentes no mundo, mas novos desafios ainda estão por vir. Para as organizações, este pode ser um momento ameaçador e libertador, na mesma medida. 

Este artigo teve como objetivo te ajudar a reagir a este momento. As atitudes tomadas hoje são a sua chance de se recuperar no futuro então, é hora de agir e preparar o seu negócio para o novo mundo. 

Compreendendo essas tendências e a crescente demanda do mercado por soluções remotas, combinamos o poder do digital com a nossa ampla experiência em soluções corporativas e metodologias exclusivas.

Pensando nisso, ampliamos nosso portfólio de Soluções Digitais, sem perder nossos maiores diferenciais: a interação humana e nossa experiência de mais de 16 anos em desenvolvimento humano e treinamentos comportamentais.

Essa é uma forma de contribuir para que você e sua empresa tenham acesso a diferentes formatos de aprendizado, desenvolvendo-se e gerando o máximo resultado em curto prazo. Conheça nossas soluções e conte conosco neste momento.

Por Arthur Diniz, CEO e fundador da Crescimentum

tendências de RH para 2020

Conheça as maiores tendências de RH para 2020

Você imaginava que 2020 seria um ano de tantas novidades? Começamos o ano tendo em mente algumas tendências de RH para 2020, sem imaginar que seríamos pegos de surpresa com os impactos do Coronavírus.  

Se as coisas mudaram muito no universo do RH nos últimos anos, especialmente agora, com o atual panorama de pandemia, as transformações na forma de gerir pessoas e negócios são intensificadas de forma rápida. 

Hoje, trago algumas das maiores tendências no mercado de RH para a próxima década, a partir dos recentes acontecimentos. Afinal, devemos estar preparados para as mudanças que direcionarão nossa atuação em uma Era de tantas transformações. 

O que há de novo para o RH em 2020?  

Sabemos que os Recursos Humanos estão em constante transformação e desenvolvimento, afinal, as pessoas estão o tempo todo mudando. No mundo ágil e tecnológico em que vivemos, essas mudanças surgem de forma ainda mais rápida. 

Portanto, é preciso estar preparado e atualizado sobre as novas práticas no mundo do RH, para que sua empresa acompanhe o mercado e defina as estratégias da melhor forma possível e de acordo com a realidade da organização. 

Sabemos que, com o surgimento do Coronavírus, muita coisa mudou. Aqui, somos impactados pela transformação nas tradicionais práticas de trabalho, caminhando para ambientes remotos, gestão à distância e uma necessidade latente por engajamento de pessoas.

Diante deste novo cenário, no qual muitas empresas estão aprendendo a trabalhar em home office, o RH passa a ser ainda mais exigido. Cabe à área de Gestão de Pessoas garantir que as organizações estejam preparadas para novas práticas de trabalho.

10 tendências de RH para 2020

Estudando e estando atento às novidades do mercado, destaco 10 tendências de RH para 2020 que são essenciais para um profissional antenado e preparado:

1- Experiência do colaborador

Profissionais de RH atualizados às tendências do mercado, dão cada vez mais importância à experiência do colaborador, porque entendem que as pessoas buscam por um trabalho que vá de encontro com seu propósito e estilo de vida.  

Nesse sentido, um dos pontos simples e que tem ganhado relevância é a flexibilidade do trabalho. O período de quarentena apenas reforçou essa necessidade, forçando a maioria das organizações a aderirem ao home office.

Portanto, vemos uma crescente aderência a co-workings, home office e horários flexíveis, como uma possibilidade de que o colaborador adeque sua agenda de acordo com seu estilo de vida. 

Essa é uma ação simples e os colaboradores valorizam a liberdade e os benefícios de estarem onde quiserem, sem o stress do trânsito. Visualizando essa potencial tendência, algumas organizações já estão, inclusive, criando formas de mensurar a produtividade à distância.  

2- People Analytics

Cada dia mais, números de dados serão analisados para ajudar na gestão das pessoas dentro das organizações. E o People Analytics é uma ferramenta que permite essa prática e está no radar dos profissionais antenados às novas tecnologias do mercado.

Dessa forma, o profissional de Recursos Humanos sai de uma postura reativa para uma postura ativa em relação a vários desafios, tomando decisões mais assertivas, diminuindo o índice de erros e aproveitando os talentos da melhor forma.

Um case de sucesso na utilização dessa ferramenta é o da Nielsen, que queria entender o porquê das pessoas estarem deixando a organização. Por meio do estudo de cerca de 150 variáveis, 40% das pessoas foram transferidas de área e, com isso, o turnover diminuiu em 50%. 

3- Liderança estratégica

Já vimos anteriormente que a liderança tem papel primordial para que as organizações possam crescer de forma perene, com alcance de resultados, unidade, motivação, transparência, desenvolvimento e inovação.

A liderança permite uma coisa muito rica na organização, que é a troca de experiências. Ter líderes preparados para liderar de acordo com as novas estratégias da organização, é um passo fundamental para uma empresa coesa e forte.

4- Planos de carreira

Os planos de carreira tradicionais e lineares estão praticamente obsoletos e ultrapassados. O antigo modelo em Y, em que os profissionais decidiam se seriam técnicos ou gestores, será substituído pelo W.

Neste último, a tendência é que o conhecimento técnico possa ser atrelado à coordenação de pessoas, ou até mesmo a gestão de pessoas com trabalhos operacionais. Uma escolha não exclui a outra e isso colabora na retenção de talentos na organização.

5- Gamificação 

Estamos cada vez mais conectados com o mundo digital e a tendência é que, nas novas gerações de colaboradores, isso se torne ainda mais latente. Por isso, a gamificação é uma ótima estratégia para o desenvolvimento das pessoas na empresa. 

No mundo ágil e digitalizado, a forma de desenvolver pessoas não comporta mais as formas tradicionais de aprendizagem. Com a gamificação, o aprendizado pode ser promovido com inovação, competição, interação e criatividade. 

6- Bem-estar do colaborador

A produtividade é um elemento essencial para as organizações e sempre é uma pauta de discussão quando pensamos em alcance de resultados. No entanto, cada vez mais os profissionais de RH compreendem que ela envolve outros fatores.

Pensar no bem-estar (físico e emocional) dos colaboradores é visualizado agora enquanto a base para que haja engajamento, produtividade, motivação, redução do turnover e, por fim, um dos temas mais importantes: a segurança psicológica. 

Ter segurança psicológica nas empresas é proporcionar um ambiente seguro para que os colaboradores sejam quem verdadeiramente são, estando vulneráveis para propor ideias ou reconhecer que não sabem algo.

7- Teorização a partir da prática

Para que o desenvolvimento tenha eficácia, precisamos trazer os aprendizados para o “mundo real”. 

No universo digital, essa é uma prática intensificada quando falamos no desenvolvimento de pessoas. Ser ágil no mundo complexo significa teorizar a partir da realidade. 

Para isso, é preciso menos tempo planejando e mais tempo praticando. Especialmente neste momento em que estamos reinventando serviços e produtos, essa é uma forma rápida de verificar o que funciona. 

Trazendo isso para a aprendizagem, vemos que, hoje, devemos incentivar pequenas doses de conteúdo e, depois, focar em sua experimentação. Dessa forma, podemos ver o que dá certo ou não de acordo com a realidade do seu negócio.

8- Sala de aula invertida

Como transformar o conhecimento em sabedoria? A sala de aula invertida é uma forma de acelerar esse processo. Nela, disponibilizamos conhecimentos prévios para as pessoas e, na sala de aula, fomentamos a discussão e o debate. 

Essa estratégia nos permite aproveitar o momento da troca de experiências para provocar e refletir, tirando o máximo do aprendizado. 

Algumas pessoas já estão bem familiarizadas com essa prática e outras nem tanto. Especialmente agora, em que muitas práticas de treinamento e desenvolvimento migram para o digital, essa é uma prática essencial para manter a interação humana e a troca.

9- Lifelong learning

Cada vez mais, caminhamos para ciclos curtos de aprendizagem. Em um mundo ágil e em constante transformação, desenvolver-se de forma contínua é uma das maiores estratégias para quem quer se manter atualizado e preparado para novos desafios. 

Quando falamos sobre aprendizagem, o desenvolvimento contínuo é uma máxima. Adquirir novos conhecimentos e habilidades é uma jornada para a vida e não um processo finito. 

Distribuir pequenas peças de aprendizagem, aderindo ao microlearning, ajuda os participantes a criarem um ritual de desenvolvimento que pode ser trilhado individualmente depois. 

Essa é uma forma de rever saberes, habilidades e aptidões de forma customizada e contínua.

10- Personalização e aprendizagem colaborativa

Quanto mais conseguirmos personalizar e entender a necessidade de cada colaborador, mais assertivos podemos ser em sua jornada de desenvolvimento. 

Então, como personalizar o desenvolvimento para cada um dos participantes? Para conseguir maximizar o aprendizado, o blended learning é uma estratégia adotada em muitas organizações. 

Outra opção é uma jornada personalizada, na qual o participante pode escolher o que mais se enquadra em sua necessidade. Feedbacks individualizados também são essenciais para entender os próximos passos para o desenvolvimento específico de cada colaborador. 

Seja um profissional do futuro

Muitas já são as discussões sobre o RH ter um espaço na mesa em reuniões de grande importância para a empresa. Isso porque o RH deve estar envolvido na estratégia, visto que é a porta de entrada para o maior capital da empresa: as pessoas.

Sei que é desafiador implementar todas essas novidades dentro de uma empresa. Mas, como profissionais de Recursos Humanos, é nosso dever estarmos informados e atualizados diante das tantas tendências e novidades para os próximos anos.

Com esse olhar, identificamos o que podemos implementar na organização e qual o futuro de nossa profissão. 

A partir dessas novas tendências, a forma como guiaremos as ações de aprendizagem daqui para a frente também deverá ser remodelada. Para isso, você, profissional de RH ou T&D, precisa reinventar a jornada de desenvolvimento da sua organização, adaptando-as para o mundo digital.

Afinal, a pandemia mudou para sempre o futuro do desenvolvimento e você deve estar preparado!

Foi pensando nisso que construímos o treinamento RH e o Desenho de Jornadas Digitais. Nele, você saberá exatamente como redesenhar suas jornadas de desenvolvimento para uma abordagem 100% digital, preparando sua organização para superar os desafios do novo contexto.

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Por Renato Curi, sócio-diretor da Crescimentum