dicas para meditação

8 dicas para você fazer da meditação um hábito de bem-estar

Se você ouvisse dizer que existe uma receita para reduzir a ansiedade, dormir melhor, melhorar o foco, relaxar, lidar com problemas de saúde, entre outros, você experimentaria? Essa receita existe e não é nada nova: estou falando da meditação. 

A meditação é uma prática única que pode ser realizada de diferentes maneiras, mas que traz os mesmos múltiplos resultados.

“Perguntaram ao Buda: O que você ganhou com a meditação? Ele respondeu: nada. Mas deixe-me dizer o que perdi: ansiedade, raiva, depressão, insegurança, medo da velhice e da morte.”

O que é a meditação?

As grandes religiões orientais já conhecem e utilizam a meditação há 2.500 anos. Iniciada na Índia e difundida em toda a Ásia, a prática começou a se popularizar no ocidente com o guru Maharishi Mahesh Yogi, que nos anos 1960 convenceu os Beatles a atravessarem o planeta para aprenderem a meditar.

Alguns mitos ou crenças sobre a meditação que podem te impedir de experimentar:

  • Pessoas ansiosas, impacientes ou aceleradas não conseguem meditar;
  • Eu adoraria, mas não tenho tempo;
  • Já fiz aula de Yoga, mas não gostei;
  • Meus ambientes são muito barulhentos;
  • Minha mente não para;
  • Para meditar eu preciso ser um buda solitário no topo da montanha;
  • Meditar é muito difícil;
  • Já sou calmo e equilibrado, então não é para mim.

Se você chegou até aqui, talvez tenha curiosidade de experimentar ou tentar novamente incorporar isso em sua rotina.

Mas fazer da meditação uma atividade diária só será possível se você for prioridade para você.

Você está disposto a dedicar alguns minutos diários para você? Se sim, pode continuar a ler o artigo!

8 dicas especiais para a meditação

Para começar a praticar a meditação você também precisará de coragem. Coragem para se permitir ficar em silêncio, mergulhar para dentro de si mesmo e ouvir seus pensamentos, sentimentos e a sua intuição.

Vamos juntos? Preparei 8 dicas especiais sobre a meditação que podem te ajudar a dar início a essa prática:

1- Seja um observador dos seus pensamentos

É impossível não pensar em nada. Os pensamentos vão ir e vir, e tudo bem! 

Comece a exercitar ser um observador dos seus pensamentos e sentimentos. O que eles estão querendo dizer a você? Quando vierem, imagine que os pensamentos são como nuvens, deixe que venham e deixe que vão.

Simplesmente volte a se concentrar na sua respiração.

2- Você pode mudar seu estado presente mudando a sua respiração

O seu corpo fala com você por meio da sua respiração.

A respiração é a principal base da meditação e é um dos remédios mais eficazes para sua saúde emocional. Ficar em silêncio, sentado ou deitado, e se concentrar na sua respiração, ajuda a acalmar, relaxar e notar seu estado interno.

Observe a sua respiração. Se ela estiver muito curta, pode significar ansiedade. Então, concentre-se em deixá-la mais longa e calma.

Se estiver muito devagar e fraca, aumente um pouco a quantidade de ar que coloca para dentro de si. 

3- Sua mente está onde você coloca atenção

Quando alguém está enfrentando dificuldades ou sofrendo por algum motivo, talvez você possa pensar que o correto é sofrer junto com a pessoa.

Mas o melhor a fazer é cuidar da sua energia, porque ela reverbera para o seu entorno. Para sua família, amigos, para o planeta e para alguém que você queira ajudar. Somos todos um.

Se você ficar assistindo notícias tristes ou trágicas durante boa parte do seu dia, você estará direcionando a sua mente para estes locais e sentimentos. Escolha dar atenção e colocar foco em coisas positivas e direcione sua mente para estes locais.

Se vier um pensamento negativo, lembre que você tem o poder de levar sua mente para outro local mais positivo ao escolher trocar este pensamento.

4- Expansão do olhar e consciência 

Mesmo de olhos fechados, perceba o que você vê e escuta. A meditação favorece a intuição e talvez algumas respostas possam vir à sua mente ao som da sua própria voz.

É possível começar uma meditação em busca de uma resposta para um problema, por exemplo, e obter essa resposta durante a prática. 

Para isso, você precisa se permitir e estar aberto a expandir o seu olhar, a sua consciência e deixar vir o que vier. Tudo o que vier é bem-vindo. Se for bom, deixe que fique. Se for ruim, deixe que vá.

5- Estado de presença

Quando há excesso de futuro e pouca presença, podem surgir sintomas como: inquietação, ansiedade, tensão, estresse e preocupação.

Já quando há excesso de passado e pouca presença, os principais sintomas são: culpa, arrependimento, ressentimento, mágoa, tristeza, amargura e todas as formas de ausência de perdão.

No presente, está tudo bem. Esteja onde seus pés estão para aproveitar melhor a jornada e cada momento do seu dia.

Ficamos esperando que a alegria chegará depois da formatura, do casamento, do nascimento, da viagem, da promoção, da loteria, da eleição, da casa nova, da separação, da aposentadoria… É uma longa lista!

Mas a alegria não mora no futuro, ela mora no presente.

6- Dar pequenos passos é melhor do que não dar nenhum 

Para fazer da meditação um hábito é preciso ter constância. Para isso, é preferível meditar três minutos por dia, todos os dias, do que uma hora uma vez na semana.

Respeite seus limites, estipule uma meta e cumpra para que possa experimentar os benefícios. Depois, vá aumentando este tempo aos poucos.

Se, por algum motivo, você não fizer um dia, não desista. Retome no dia seguinte e busque fazer disso um hábito.

Lembre-se de que você está se dando este momento de presente. Este é um mergulho para dentro de você. Seja por três minutos ou trinta, é para você. Então, aproveite.

7- Seu jeito é o jeito certo

Talvez você prefira meditação guiada ou apenas ficar em silêncio. Alguns gostam de música e outros não.

Muitas pessoas meditam para começar o dia e outras preferem antes de dormir. Há quem medite duas vezes ao dia, de manhã e de noite.

Sentado ou deitado. Com incenso ou sem. Em uma sala preparada para isso ou em qualquer ambiente. Contando os tempos da respiração ou respirando livremente.

Encontre o que funciona melhor para você.

8- Sorria

Gosto muito do filmeComer, Rezar e Amar”, em que a personagem principal Liz passa um período em Bali, na Indonésia, depois de ter feito um retiro na Índia. Lá, ela convive com o Mestre Ketut, que transmite vários ensinamentos a ela.

Em um dos trechos do filme, o mestre dá uma dica sobre meditação balinesa para Liz:

“Fique sentada em silêncio e sorria. Cara séria assusta as boas energias. Para meditar você só precisa sorrir. Sorrir com o rosto, sorrir com a mente e a boa energia virá até você. Sorrir até com seu fígado.”

Sentar em silêncio e sorrir, assim como respirar, automaticamente muda o seu estado emocional.

Está pronto para começar?

Qual das dicas você mais gostou? Está pronto para começar a meditar?

Nós da Crescimentum, oferecemos meditação em nossos treinamentos desde 2003. Acreditamos muito no poder dessa prática para a vida pessoal e profissional e, especialmente agora, temos utilizado a meditação para atravessar essa fase.

Com o isolamento social, lançamos o Medita Crescimentum, um projeto para ampliar a prática da meditação a todos os nossos clientes, parceiros, fornecedores e amigos, criando uma grande comunidade para essa troca de energia e bem-estar coletivo.

Venha experimentar, de segunda a sexta, às 08h30 pelo Instagram da Crescimentum. A live fica disponível por 24 horas e você pode praticar de acordo com a sua rotina, quando preferir. 

Participe e convide seus amigos, colegas e a família para estarem com você!

 

Por Renata Andraus, trainer da Crescimentum 

 

Capitalismo consciente: o segredo do sucesso das organizações guiadas por propósito

Imagine que, a partir de agora, as empresas não se preocupam mais com o lucro. Você consegue visualizar o que a sua organização entrega de diferencial para a sociedade? Ao fazer esse exercício, estamos refletindo sobre um tema que vem se tornando pauta frequente das organizações do futuro: o capitalismo consciente.

Pode parecer improvável combinar essas duas palavras juntas, mas esse é um movimento que vem ganhando importância no mundo corporativo, e nesse artigo, quero te sensibilizar sobre a sua responsabilidade enquanto profissional de RH. Boa leitura! 

O que é capitalismo consciente?

Vemos que o mundo mudou e a sociedade evoluiu. Hoje, o acesso à informação é maior e estamos muito mais conectados e conscientes sobre nosso papel na sociedade

Nessa Era, cada vez mais visualizamos uma onda na qual consumidores e cidadãos procuram ser mais criteriosos a respeito dos produtos que consomem e até mesmo sobre como consomem. Em geral, pessoas estão mais conscientes sobre seu impacto no mundo.

Com essas nova realidade, a forma como vivíamos no passado não serve mais para pensar e agir no presente, e isso se reflete em diversas áreas. Até mesmo o capitalismo passa a ser pensado de forma diferente e para além do lucro empresarial. 

Em um contexto no qual vemos diversas empresas bem-sucedidas e outras tantas em ascensão, passamos a questionar o sentido de grandes movimentações financeiras que, no fim, não geram nenhum benefício para além do mundo corporativo. 

Isso traz à tona uma reflexão sobre a responsabilidade organizacional e o capitalismo consciente surge a partir desse mindset. De forma ampla, o conceito destaca a necessidade das empresas em gerarem valor para a sociedade, e não estamos falando de valor financeiro. 

No capitalismo consciente, existe um movimento de empresas que trabalham para ser a melhor empresa para o mundo e não apenas as melhores empresas do mundo. 

O mindset sustentável

Nesse cenário, uma palavra é fundamental ao se pensar em negócios: sustentabilidade. Pensar de forma sustentável é visualizar que a sociedade, o planeta e as empresas estão interligados.

Dessa forma, entende-se que é preciso garantir a perenidade não apenas das empresas, mas de toda a comunidade e do mundo. Afinal, nossas empresas estão inseridas dentro da comunidade, mas a comunidade está inserida no planeta

Empresas devem sempre ter em mente que não estão isoladas e que impactam o mundo, positiva ou negativamente. Saindo do mindset individualista para o sustentável, deixamos a visão exclusivista e passamos a ter uma visão holística e mais consciente. 

Quando falamos de sustentabilidade e capitalismo consciente, um exemplo que não posso deixar de trazer é o da Whole Foods, uma rede de supermercados multinacional dos Estados Unidos. 

A empresa é uma referência no assunto, especialmente por sua Declaração de Interdependência, um documento onde a Whole Foods reconhece que o sucesso da rede é limitado ao sucesso dos atores de sua cadeia produtiva, desde o agricultor orgânico ao CEO. 

Essa declaração mostra a preocupação em reconhecer que a empresa não é uma espécie de “universo à parte”, dependendo diretamente de diversos elementos e, especialmente, de pessoas.    

Como tornar minha organização mais consciente?

Quando falamos em consciência nas empresas capitalistas, falamos de empresas que trabalham de forma diferenciada e com muito mais senso de pertencimento social

São 4 princípios que norteiam as organizações conscientes. Esses princípios auxiliam empresas, criando confiança e negócios saudáveis, perenes e resilientes. Os pilares que fundamentam o conceito do capitalismo consciente são:

Propósito massivo transformador

Empresas conscientes entendem que precisam ser boas não apenas em seus produtos e serviços, mas na sua contribuição para o mundo. Nesse sentido, o verdadeiro propósito do trabalho é melhorar o mundo e gerar impacto positivo para muitas pessoas. 

Liderança consciente

A liderança é a responsável por disseminar o propósito da organização e incentivar o melhor de cada colaborador para que esse objetivo maior seja alcançado, proporcionando transformações positivas e agregando valor para a comunidade. 

Valorização dos stakeholders

Para o funcionamento de uma organização, todos são importantes. Desde o segurança do prédio aos grandes diretores. Valorizar os colaboradores é essencial, visto que, sem eles, todo o processo acaba comprometido. 

Cultura forte

Quando você constrói os pilares acima, você cria uma cultura muito mais forte e engajada dos colaboradores, consumidores e até mesmo da comunidade. A cultura é importante, porque atrela os valores do negócio às estratégias, sem que a identidade se perca. 

Organizações guiadas por propósito

Dentre todos os itens acima, um dos que considero mais importante atualmente é a definição de um propósito. Afinal, em um mundo cada vez mais competitivo, o que nos diferencia de nossos concorrentes no momento da definição da compra? 

Uma proposta de valor que vá além do produto é um grande diferencial e até mesmo uma vantagem competitiva nesse cenário. O propósito, além de guiar toda a organização para uma direção em comum, gera engajamento interno e cria verdadeiros fãs da marca. 

Existem grandes empresas que mostram que trabalhar com propósito gera lucro. No capitalismo consciente, esse lucro surge principalmente a partir de uma cultura de autenticidade, alegria, interesse genuíno, compaixão e amor. 

Além da Whole Foods, são exemplos de empresas conscientes a Amazon, Johnson & Johnson, Google, Ebay, Starbucks, Honda, Harley Davidson, BMW, entre outras. No Brasil, uma referência do movimento é a Natura.

Organizações que aderiram ao capitalismo consciente possuem uma cultura forte e alinhada a fim de fortalecer todos os valores e ter a unidade necessária para trabalhar com clareza de propósito. 

Por isso, cultura tem sido pauta cada vez mais frequente nas empresas quando o assunto é alcance de objetivos, perenidade, unidade, resultados, performance, crescimento organizacional e bem-estar dos colaboradores. 

Para que toda a empresa esteja alinhada, é necessário a construção de uma cultura forte. Por isso, criamos o Guia de introdução à cultura organizacional, visando ajudar você a construir uma organização mais consciente, e alinhada a valores e estratégias. 

Se você quer transformar a sua empresa em uma especialista não apenas na venda de produtos e serviços, mas na resolução de problemas sociais, impactando positivamente a sociedade, leia o material e comece a transformar a cultura da organização! 

Por Renato Curi, sócio-diretor da Crescimentum

O que podemos aprender com o paradigma da abundância e da escassez?

Já ouviu falar no paradigma da abundância e da escassez? Na vida pessoal e no mundo corporativo, a forma de enxergar as situações faz toda a diferença e o seu modo de lidar com elas, pode te impulsionar ou te bloquear.

No artigo de hoje, falarei sobre esses mindsets opostos que estão tão presentes em nosso dia a dia, sem que, muitas vezes, tenhamos consciência: um sob a perspectiva da falta e o outro, da prosperidade

Além disso, quero te mostrar como cada paradigma pode influenciar quando o assunto são empresas e um bom posicionamento de mercado. Boa leitura!

O paradigma da escassez

O mundo mudou drasticamente. Vimos tecnologias disruptivas surgirem e é nesse cenário que emergem empresas diferenciadas como Google, Amazon, Zappos, Microsoft e Instagram. 

Mas em um mercado altamente competitivo, ágil e inconstante, sabemos que as coisas são complexas e exigem muito mais de nós. Tendo isso em vista, não é incomum identificar ou reproduzir pensamentos como:

  • “Não há mais vagas de emprego!”
  • “Minha empresa não tem o suficiente para se destacar!”
  • “Quais são as minhas chances nesse mercado?”

E é exatamente esse tipo de pensamento que define o paradigma da escassez. O medo e a insegurança são altamente disseminados por esse modelo de pensamento, que “bloqueia a visão” para oportunidades de crescimento e aprendizado. 

A grande questão no paradigma da escassez é que acreditamos que não conseguiremos alcançar nossos objetivos, que faltarão oportunidades, recursos e competências. E a competitividade excessiva e a negatividade surgem disso.

Portanto, esse mindset nos faz pensar que devemos “derrotar” o outro, porque não existe o suficiente para todos. Conflitos, falta de união, hipercompetitividade, pressa e negatividade, são provenientes dessa mentalidade.

Mas esse mindset permite o crescimento das organizações na Era Exponencial? Como conseguir construir organizações mais resilientes, que aprendem com os erros inéditos e que estão motivadas para inovar?

Certamente, nada disso é possível por meio do paradigma da escassez!

O paradigma da abundância

Em contrapartida, o paradigma da abundância visualiza possibilidades mesmo em meio às mais complexas situações. Sob essa ótica, é possível aproveitar as oportunidades com mais confiança e positividade.

Nessa Era Exponencial, portanto, as empresas de sucesso não seriam identificadas enquanto uma ameaça, e sim, uma enorme inspiração quando o assunto é empreendedorismo, agilidade, desenvolvimento e inovação

Alguns pensamentos que traduzem bem o paradigma da abundância são:

  • “Com tantas mudanças, as possibilidades de crescer são infinitas!”
  • “Os desafios do mercado nos farão aprender mais e mais rápido!”
  • “Se eu não achar um emprego que me satisfaça, talvez seja hora de criar um!”

Por meio desse mindset, é possível tirar algo bom de qualquer situação, mesmo que seja um aprendizado do que não se deve fazer. O importantes é que esse paradigma visualiza oportunidades.

E em um cenário de transformações e novidades constantes, visualizar oportunidades é fundamental para se reinventar sempre que preciso. 

Afinal, novas pautas surgem a todo momento, novas competências são constantemente exigidas e o crescimento da sua organização depende ativamente de como essas questões são encaradas!

Como sair da escassez para a abundância?

Todos nós vivemos em uma espécie de batalha entre os dois mindsets, mas é possível estar atento e “corrigir” nossos pensamentos para a abundância sempre que necessário. 

Afinal, as empresas preparadas para o futuro possuem cada vez mais uma mentalidade voltada para a abundância de possibilidades, oportunidades, crescimento, inovação, pessoas, competências e impacto social.  

Por isso, separei algumas dicas para que você deixe de lado o paradigma da escassez:

1- Fuja da comparação

Em um mercado altamente competitivo, é muito comum se comparar. Mas a comparação destaca que o outro tem mais do que nós, que as oportunidades foram melhores e que as habilidades do outro são superiores. 

Mas será que isso é realmente verdade? Todos somos capazes de melhorar e progredir. Valorize a história e percurso da sua empresa e reconheça o seu potencial para crescer e ir além.

2- Crie “externalidades positivas”

Organizações do futuro não são apenas aquelas que crescem de forma rápida, mas as que, de certa forma, conseguem ajudar as pessoas de forma única. Por isso, tenha interesse verdadeiro em externalizar benefícios para outras pessoas.

3- Compartilhe suas experiências

Um dos princípios do paradigma da abundância é o de que “tem para todo mundo”. E é seu papel contribuir para criar esse cenário. Compartilhar seus conhecimentos e experiências pode ajudar os demais a terem oportunidades também. 

4- Tenha em quem se inspirar

Conhecer ideias inspiradoras e caminhos que deram certo é importante para a sua trajetória de crescimento. Por isso, tenha inspirações que te mostrem que é possível chegar lá e que te motivem a ser uma versão melhor. 

Em qual desses paradigmas você se mantém, geralmente? Se você se identificou com o da escassez, não se preocupe. O importante é que você perceba que, muito provavelmente, essa mentalidade te impede de ir além!

Sei bem que conduzir um negócio não é tarefa fácil e, especialmente em um contexto de mudanças, isso pode se tornar um desafio árduo. Sair do mindset da escassez para o da abundância é um dos primeiros passos para seu negócio crescer continuamente. 

E a liderança tem papel ativo nessa mudança dentro da organização. Por isso, construir uma cultura de liderança forte e eficaz é fundamental para disseminar o mindset de abundância na sua empresa.

No e-book Como criar uma cultura de liderança, falamos muito sobre o papel do líder na criação de empresas preparadas para atuar no mundo ágil e que sabem reagir aos desafios e oportunidades da Era Exponencial.  

Então, se você quer transformar a sua organização e transformá-la em uma empresa abundante, resiliente e perene, leia o e-book e comece a investir em uma cultura de liderança realmente eficaz!

Por Arthur Diniz, CEO e fundador da Crescimentum

Segurança psicológica nas organizações: como desenvolver a Inteligência Emocional?

Na última edição do Manhã com RH, falei sobre um tema que considero extremamente importante para as organizações e profissionais de Recursos Humanos: a Inteligência Emocional

Você sabia que o Brasil é o país mais deprimido e ansioso da América Latina (OMS) e, até 2020, a depressão será a principal causa de afastamentos do trabalho? Adiante, veremos que as organizações têm grande responsabilidade por esses dados. 

Esse é um dos motivos que levaram o Fórum Econômico Mundial a colocar a Inteligência Emocional como uma das dez principais competências necessárias aos profissionais até 2022.

Afinal, o mercado e as organizações passam por mudanças cada vez mais rápidas e menos previsíveis, e estar preparado para lidar com esses desafios é essencial para a performance, saúde e bem-estar de pessoas. 

De acordo com a Talent Smart, essa competência é responsável por 58% da performance e pela diminuição dos níveis de sofrimento emocional e insegurança psicológica nas organizações. 

Mas como lidar com algo tão delicado e tornar as pessoas emocionalmente preparadas para lidarem com o mundo ágil sem que a segurança psicológica seja comprometida?

Era Exponencial, desafios exponenciais?

Frente aos tantos desafios do mundo corporativo na Era Exponencial, as empresas estão cada vez mais investindo em seus colaboradores. Isso porque entendem que seu bem-estar tem total impacto na entrega de resultados.

Mas de quais desafios estamos falando? Novas tecnologias, mercados altamente competitivos, a rapidez com que as coisas acontecem… Tudo isso muda nossa forma de viver e trabalhar. 

E agora que as tecnologias conseguem, facilmente, realizar nossos trabalhos operacionais e repetitivos, outras competências são essenciais para nossa colocação no mercado. Estou falando de: 

  • Pensamento analítico e inovador
  • Aprendizado ativo
  • Criatividade e iniciativa
  • Pensamento sistêmico
  • Resolução de problemas complexos
  • Liderança e influência social
  • Inteligência Emocional

O verdadeiro desafio é que não aprendemos isso nas escolas e faculdades. Desenvolvemos competências técnicas, mas não sabemos como lidar com nossas próprias emoções, diferentes pessoas e problemas complexos. 

E o profissional de RH que visualiza esse gap e busca formas de desenvolver a Inteligência Emocional em sua equipe tem uma série de benefícios. 

A Inteligência Emocional nas organizações

Já notou como as pessoas estão, a cada dia, mais sem tempo, ansiosas, sobrecarregadas e desgastadas, não apenas em suas vidas pessoais, mas especialmente no trabalho?

Problemas como ansiedade, depressão e Síndrome de Burnout, tornaram-se recorrentes e fizeram com que as organizações entendessem a importância da Inteligência Emocional no mundo corporativo.

A Inteligência Emocional é, segundo Daniel Goleman, a nossa capacidade de monitorar e gerenciar nossas emoções e das pessoas ao nosso redor. 

Com essa competência, somos capazes de orientar pensamentos e comportamentos a nosso favor

Além disso, a Inteligência Emocional é uma excelente forma de construir ambientes de trabalho saudáveis, tornando-os psicologicamente seguros. 

O que é segurança psicológica?

Segundo a Dra. Amy Edmondson, professora da Harvard Business School, a segurança psicológica é a capacidade de criar um clima onde as pessoas se sintam confortáveis para serem quem verdadeiramente são, expressando-se.

Ambientes de trabalho psicologicamente inseguros são cheios de resistência às mudanças, sobrecarga de pessoas, demora na tomada de decisões e tendência à falta de cooperação. 

Nessas empresas, as pessoas acreditam que serão punidas caso cometam erros e, por isso, não se arriscam, não expressam suas opiniões, não são criativas e não lidam bem com mudanças. 

Portanto, construir a segurança psicológica é criar uma organização na qual haja resiliência, motivação, persistência, transparência e confiança. 

Quais os benefícios disso tudo na organização?

Uma empresa onde a Inteligência Emocional é bem desenvolvida, é semelhante a um grupo de amigos que trabalham de forma colaborativa e com cuidado uns com os outros. 

Provavelmente, você já sabe que ambientes de trabalho pesados, ameaçadores, hipercompetitivos e estressantes geram grande desgaste emocional, insegurança e medo nos colaboradores. 

Em contrapartida, empresas onde as pessoas tem Inteligência Emocional e se sentem motivadas, confortáveis e com autonomia, são ótimos para que resultados sejam alcançados com cooperação e engajamento. 

E a Inteligência Emocional constrói a segurança psicológica, ajudando a construir organizações com mais performance, resultados, engajamento, colaboração, transparência e crescimento

Como desenvolver a Inteligência Emocional?

Agora que você compreende o impacto da Inteligência Emocional na segurança psicológica dos colaboradores e, consequentemente, no desenvolvimento e crescimento da organização, sabe que precisa agir.

E a boa notícia é que essa competência pode ser desenvolvida em líderes e colaboradores por meio desses passos:

Autoconhecimento

Quando temos conhecimento sobre nós mesmos, entendemos nossas emoções: de onde vem e porque surgem. Reconhecer esses sentimentos é essencial para gerenciá-los. 

Gatilhos mentais

Todos nós temos emoções que nos limitam e que surgem a partir de determinada situação: são os gatilhos mentais. É preciso analisar quando esses sentimentos ruins surgem, para que possamos mudá-los. 

Controle das emoções 

Após identificar as emoções e gatilhos mentais, é hora de controlá-los. E isso só é possível enfrentando-os de frente, mudando os padrões de pensamento e criando novos hábitos.

Empatia

Ter a capacidade de se colocar no lugar do outro, entendendo suas emoções, é essencial para quem deseja se comunicar melhor. Ser empático reduz significativamente os conflitos e aumenta a colaboração.

Motivação

Com Inteligência Emocional, sabemos o que é preciso para superarmos emoções negativas e, dessa forma, compreendemos exatamente o que nos motiva. Sendo assim, lidar com as emoções também é uma forma de alcançar a alta performance no trabalho

Qual o próximo passo?

Agora, quero te fazer uma pergunta: como está a sua organização? Existe motivação, confiança e transparência nos colaboradores? Ou as pessoas estão psicologicamente inseguras, desmotivadas e com medo?

Trabalho há anos com Inteligência Emocional e, inclusive, estive com o próprio Daniel Goleman em um treinamento sobre isso. Foi a partir desses insights que criei dois treinamentos relacionados ao tema.

O APP – Alta Performance Pessoal e o IEAP – Inteligência Emocional para a Alta Performance são dois treinamentos de imersão que trabalham essa competência individualmente. 

Se você acredita que é possível aumentar a segurança psicológica na sua organização e ajudar os colaboradores a desenvolverem competências importantes, como a Inteligência Emocional, clique aqui e converse com nossos consultores sobre nossas soluções! 

Por Paulo Alvarenga, VP e sócio-fundador da Crescimentum

 

Como criar uma cultura de resultados na organização

Você, empreendedor, deve saber que escolheu trilhar um caminho cheio de desafios. Eu sei bem como é isso! Mas, hoje, falarei apenas sobre um dos tantos obstáculos quando o assunto é empreender. Você sabe como engajar seus colaboradores para criar uma cultura de resultados?

Alcançar resultados é uma das maiores alavancas na hora do crescimento de uma empresa. Isso parece óbvio, mas construir uma cultura focada em atingir metas e mensurar resultados ainda é um problema para muitos.

Para além disso, é comum que algumas pessoas ainda tenham dúvidas na hora de pensar sobre o que é essa cultura e como implementá-la. E nesse momento, uma palavra é extremamente valiosa: mensuração.

Sem mensurar o tempo, você não controla os prazos e custos. Sem controlar os prazos, você perde a credibilidade. Por sua vez, sem controlar os custos, você perde a noção da sua lucratividade.

Então, sem mensurar seus resultados, o que você está controlando?

O que é uma cultura de resultados?

Cultura de resultados nada mais é do que um estilo de cultura empresarial. Você, empreendedor, baseia as suas decisões em relação à empresa em que? Opiniões? Tendências de mercado? Intuição? Dados?

Embora tudo isso seja importante na hora de pensar nas estratégias para sua organização, sem dados é impossível identificar se metas estão sendo alcançadas e quais as melhores estratégias para a sua organização.

Gosto muito de pensar em cultura como algo além da definição clássica de “conjunto de valores e crenças da organização”. A cultura é, em outras palavras, o que as pessoas da empresa estão fazendo quando você não está olhando.

E quando falamos em resultados, estamos falando de uma cultura na qual as pessoas estão focadas e engajadas com os objetivos da empresa.

Por que pensar em resultados é importante?

Amazon, Google, Netflix, Twitter… Essas são algumas das empresas que todos nós conhecemos e temos como inspiração na hora de pensar em negócios. Mas você já parou para pensar no porquê dessas empresas terem se destacado tanto?

Antes de irmos mais fundo nisso, quero que faça um exercício. Vamos supor que você chega para trabalhar em um dia qualquer, e se pergunta: qual o impacto do que eu faço? Provavelmente, se a resposta for “nenhum”, você não verá sentido em prosseguir. Certo?

Sem ter em mente qual o objetivo, meta ou resultado a ser alcançado com suas tarefas diárias, existe uma grande probabilidade de que você faça as coisas de qualquer forma. Afinal, sem ver essa “métrica” do que você faz, seu trabalho se torna quase descartável.

É essa dor que uma cultura de resultados vem sanar. Afinal, quando as diversas áreas da sua empresa trabalham com foco, tanto o operacional, quanto a estratégia serão trabalhados da melhor forma na hora de se alcançar os resultados esperados (ou até além disso!).

Mas para isso, é preciso, em primeiro lugar, ter bem claro o que se pretende alcançar e como cada colaborador tem um papel essencial nesse processo, qualquer que seja a sua área ou tarefa.

Crie uma cultura de resultados

Embora seja um processo complexo, é perfeitamente possível construir uma cultura com foco em resultados na sua empresa. Aqui estão alguns passos: 

1- Tenha objetivos claros

Com metas claras, a equipe vai trabalhar com muito mais foco e determinação. Inclusive, é um ótimo exercício de motivação, pois todos ficam empenhados para que o resultado seja alcançado.

2- Comemore cada conquista

Todos trabalharam duro para que a meta fosse alcançada. Quando um resultado é alcançado, é importante celebrar. Além disso, quando essas celebrações se tornam uma “rotina”, a equipe fica motivada a trabalhar em conjunto.

3- Compare resultados

Comparar os resultados é uma excelente forma de mensurar o trabalho. Além disso, é uma boa estratégia de motivação, pois é possível analisar a evolução da empresa, ou em que ponto o foco deve ser direcionado para que os resultados sejam alcançados.

4- Acompanhe os indicadores

Suas metas são mensais? Semanais? Anuais? Não importa! Crie um meio de acompanhar regularmente onde estão e até onde querem chegarAqui na Crescimentum, temos um gráfico na TV, que é preenchido a cada nova venda. Isso cria uma dimensão mais clara dos indicadores e de quanto falta para chegar ao que queremos.

5- Compartilhe os resultados com a equipe

Para fortalecer a cultura de resultados, é necessário que a empresa visualize que o esforço de seu trabalho valeu à pena. Nesse momento, tenha um momento com toda (sim, toda!) a empresa. Capriche na sua apresentação (inclusive, deixando-a o mais visual possível), para que as pessoas possam ver o progresso ou, ainda, onde devem colocar mais foco e energia.

6- Decida os próximos passos

Os resultados estão sendo alcançados e, às vezes, até ultrapassados? Talvez esteja na hora de elevar o nível dos objetivos. O mesmo acontece com metas inalcançáveis. O que está acontecendo para que a equipe não alcance os resultados propostos?

Esteja sempre atento ao processo da equipe e, a partir disso, decida novas rotas. Afinal, estamos em uma Era de inconstância e as coisas mudam o tempo todo. A sua empresa não está fora disso!

O papel da liderança nesse processo

Por fim, é preciso que você entenda que isso só é possível com um modelo de liderança forte e eficaz. Isso porque o líder é essencial na definição e disseminação da própria cultura organizacional e na forma as pessoas se sentem engajadas.

A liderança tem papel fundamental na definição das estratégias para alcançar resultados, assim como na gestão dos processos, juntamente com a equipe. Mas isso é mais complexo do que parece!

Afinal, cabe à liderança estar atenta e comprometida com a mensuração de dados e à forma como as pessoas lidam com metas e atingem resultados. É um trabalho que exige atenção e pensamento estratégico.

Alguns dos desafios que já enfrentei e que visualizo em alguns líderes são: dificuldade em se ausentar do trabalho por falta de autonomia da equipe, gasto excessivo de tempo com tarefas operacionais, falta de tempo para pensar em estratégias para o negócio, dificuldade de engajar a equipe… E reforço que esses são só alguns pontos!

Pensando nisso, depois de quase 20 anos desenvolvendo líderes em diversos segmentos de mercado, em empresas de pequeno, médio e grande porte, nós da Crescimentum criamos um método para acelerar os resultados na sua organização.

O CLC – Crescimentum Leadership Consulting, é uma consultoria e mentoria para líderes, com foco na construção de uma cultura de alta performance, com técnicas, estratégias e ações práticas que irão alavancar os resultados do seu negócio.

Afinal, toda transformação tem início na liderança. Você está preparado?

Por Arthur Diniz, CEO e fundador da Crescimentum

alinhamento cultural

Como promover alinhamento cultural em empresas com crescimento acelerado?

Você já se perguntou o que grandes empresas fazem para manter a unidade em suas equipes? O alinhamento cultural é a base desse cenário empresarial, especialmente para empresas em crescimento acelerado.

É comum que empresas em crescimento tenham como prioridade objetivos estratégicos, voltados para metas. Essas organizações mantêm sua missão e valores apenas como uma decoração de parede, raramente colocando-as em prática na rotina de trabalho.

Tão importante quanto a estratégia (se não mais) está a cultura da sua empresa. E com este artigo você vai entender que o alinhamento cultural tem tudo a ver com resultados!

O que é alinhamento cultural?

Alinhamento cultural nada mais é do que ter bem definido na empresa a missão e visão de futuro da organização, de forma que todos os colaboradores entendam onde estão, para onde estão caminhando e de que forma essa travessia será feita.

Para isso, entramos em um assunto que muitas organizações deixam de lado: a cultura. A cultura da empresa é o conjunto de comportamentos, crenças, valores éticos, hábitos e acordos internos e externos

Empresas sustentadas por uma cultura forte, possuem tanta coesão em suas ações que têm maiores probabilidades de alcançarem seus resultados. Afinal, todas as áreas trabalham de forma estratégica para consolidar as metas e objetivos da organização.  

O que acontece é que, para obter uma cultura forte, é preciso que haja alinhamento. E isso só é possível quando a cultura é algo que extrapola o discurso e é aplicada no dia a dia dos colaboradores, líderes e gestores. 

Nesse sentido, o alinhamento cultural acontece quando todas as pessoas compreendem o sentido de suas funções e visualizam valor em seu trabalho, o que gera engajamento, motivação e unidade às equipes.

Isso faz com que as diversas áreas e setores da empresa tenham a mesma clareza a respeito da essência do negócio, de forma a acreditar verdadeiramente em seu propósito.

Esse alinhamento cultural é essencial quando atrelado à estratégia da organização, porque sabemos bem que crescer envolve metas e objetivos. Mas a cultura é o que sustentará esse processo e vou te contar o porquê.

A cultura na Era Exponencial 

Sempre falo sobre isso: estamos vivendo em tempos diferentes. As coisas mudaram e não estamos falando de uma época tão distante assim. Comece voltando a 10 anos atrás. Você certamente vivia de uma forma completamente diferente.

Provavelmente, você acessava mais o e-mail em seu Blackberry, afinal, o Whatsapp ainda não existia. Pegava táxis e não Ubers. Baixava suas músicas, porque o Spotify era um sonho distante. E o Instagram, então, nem se fala…

A sua rotina devia ser corrida, mas não tão imediatista como hoje. Isso porque, atualmente, temos todas as informações na palma da mão e a um clique de distância. E por que lembrar disso agora?

Porque você deve entender que estamos em um mercado cada vez mais competitivo e que muda de forma extremamente rápida!

Quem não se adapta e se transforma conforme essa nova Era, pode não sobreviver ao mundo VUCA: um mundo no qual a incerteza deve estar em pauta na estratégia. Você se lembra, por exemplo, de empresas como Blockbuster e Kodak?

Esses são exemplos de empresas grandes e que tinham excelência em seus nichos de atuação. Então, o que houve com elas? Estagnaram e não se exponencializaram. E hoje, não sabemos viver mais sem nossas câmeras de Smartphones e sem nossa conta do Netflix.

Como proporcionar o alinhamento cultural?

O quanto você tem exponencializado a sua empresa? O mercado atual – extremamente ágil, competitivo e conectado – requer um posicionamento diferente. E é seu dever pensar sobre isso!

A forma de se diferenciar diante desse cenário e atrair os consumidores certos para o seu negócio, de forma perene, é por meio de uma cultura forte. Mas sem alinhamento cultural, é impossível ter a base necessária para crescer.

A cultura é um fator central para grandes empresas como Starbucks, Google, Zappos e Airbnb. Segundo o CEO da Airbnb, Brian Chesky, “Quanto mais forte for uma cultura, menos processos corporativos são necessários”.

Então, aqui vão alguns passos para você promover o alinhamento cultural da sua organização:

Defina missão, visão e valores

Esse é o primeiro passo para definir a cultura de uma empresa. Atualmente, as pessoas procuram por um trabalho que tenha propósito. Isso porque ver significado no que se faz é motivador!

A sua missão, visão e valores serão os responsáveis por responder perguntas poderosas como “por que faço o que faço?”, “como farei isso?” e, ainda, “o que farei para alcançar isso?”.

Aplique a cultura na prática

Mas tão importante quanto ter missão, visão e valores bem definidos, é que os colaboradores tenham conhecimento disso. E a vivência dessa cultura na prática é essencial para isso.

Muitas empresas apenas cumprem uma fachada em relação à sua cultura, o que gera um gap entre o que a diretoria quer transmitir e o que, realmente, acontece na prática. É importante que a sua organização viva a cultura.

Contrate pessoas que tenham fit com a cultura

Nesse ponto, temos dois casos. A cultura é um importante fator na hora de selecionar novos talentos para a empresa. A partir dela, é possível identificar se o perfil da pessoa faz ou não sentido para a organização.

Por outro lado, o alinhamento cultural é extremamente importante no momento da atração de novos colaboradores para o time. É uma construção anterior à própria contratação e, muitas vezes, independe até mesmo da vaga ofertada.

Quando a cultura da empresa está alinhada, é fácil atrair as pessoas que se identificam com a empresa e que tem um senso de pertencimento com o que é feito e como é feito.

Conte com o apoio da liderança

É comum que o crescimento da empresa impeça a diretoria de participar de todos os processos e garantir que as coisas estejam acontecendo da forma como devem acontecer. É aí que entra uma peça primordial para o alinhamento cultural: a liderança.  

É papel do líder manter a unidade de sua equipe e não deixar que a qualidade se perca. O líder funciona como uma espécie de “espelho” para a equipe. Um bom líder lidera pelo exemplo.

Espero que esse artigo te faça refletir sobre os próximos passos a serem tomados para tornar a sua empresa uma verdadeira organização exponencial, utilizando a cultura de forma estratégica.

Eu e meu sócio, Paulo Alvarenga (P.A.), utilizamos nossos mais de 15 anos de experiência no assunto para preparar a palestra gratuita com o tema “Como criar uma Cultura de Liderança de Alta Performance” para te ajudar nesse desafio. Assista!

Por Arthur Diniz, CEO e fundador da Crescimentum

6 Vantagens de se tornar um Coach

Você sabia que o número de coaches cresce de maneira exponencial no país e no mundo?

Em um mercado em constante aceleração e transformação, no qual se torna cada vez mais predominante a cultura ágil, algumas dúvidas são frequentes: como é o colaborador do futuro?

Nesse ambiente ágil, pessoas que apresentarem competências que as auxiliem a gerenciar suas emoções com tomadas de decisões conscientes, sairão na frente.

De tal modo que indivíduos com técnicas de coaching se destacarão, pois além de desenvolverem habilidades para ajudar outras pessoas, também conseguirão desenvolver a própria inteligência emocional.

Engana-se quem pensa que o coach é o profissional que atua no mercado informal, de maneira banal e vulgarizada. Ele pode atuar no âmbito executivo, em altos cargos de liderança, inseridos também no mundo corporativo.

O coach é aquele que media um processo cocriativo, inspirando e maximizando o potencial de cada um, contribuindo para que as pessoas alcancem seus objetivos, seja na vida pessoal ou profissional.

Veja as vantagens de se tornar um Coach

1. Desenvolvimento pessoal

A carreira de coaching proporciona desenvolvimento pessoal. Como num círculo virtuoso, aprendizado constante gera evolução constante, e isso está completamente atrelado a essa nova cultura de mundo ágil.

Algumas habilidades como: autoconhecimento, autoconfiança e autoestima fazem parte desse processo de desenvolvimento que a carreira de coach proporciona.

Num processo de evolução pessoal, a expansão da consciência traz à tona as próprias limitações e crenças, passo importante para entender o próprio mindset que explica o modo como as pessoas se portam diante das mais diversas situações.

O exercício da escuta também proporciona desenvolvimento, pois a realidade e a vivência do outro propiciam crescimento. É na troca com o coachee que o coach se desenvolve ainda mais. As inter-relações enriquecem o desenvolvimento pessoal.

2. Liberdade

Uma boa e sólida formação em coaching possibilita alguns caminhos que podem trazer independência e autonomia: como agenda e jornadas de trabalho mais flexíveis, método de trabalho de acordo com um estilo próprio, tudo coerente ao momento na carreira em que se encontra.

O profissional de coaching que atinge esse nível passa a ter total liberdade de escolha, podendo atuar como dono do próprio negócio, desenvolvendo parcerias com outras empresas de coaching alinhada com seus valores, e tendo também os seus próprios clientes.

Uma boa formação traz autoridade para o profissional desenvolver processos de coaching em grandes corporações, proporcionando ainda mais liberdade dentro da profissão.

3. Mercado em crescimento

O mercado de Coaching está em acelerada expansão no que diz respeito a crescimento, mas principalmente quando se fala em amadurecimento.

Em 2017, a International Coach Federation (ICF) divulgou que já são mais de 53 mil profissionais no mundo, movimentando mais de US$ 2,3 bilhões.

No Brasil, o crescimento foi de mais de 300% nos últimos 4 anos. Diante desse cenário, cada vez mais se exige profissionais com formações certificadas em escolas que tenham padrões e selos de qualidade.

O ICF, International Coach Federation, é uma instituição sem fins lucrativos, considerada a principal organização no mundo, reunindo 34.345 coaches associados em 140 países, definindo padrões e códigos de ética.

Uma pesquisa da AESC (Association of Executive Search and Leadership Consultants) mostrou que 51% dos executivos pesquisados acreditam que o coaching seja uma ferramenta fundamental para se manter no mercado.

A carreira oferece oportunidades variadas e o profissional pode desenvolver outros skills, podendo atuar em diversas áreas e segmentos. Desenvolvendo outros coaches, na área de T&D de lideranças, mentorias, coaching de grupo ou individual, nos mais diversos setores.

Um estudo global realizado pela ICF, traz dados relevantes referente ao impacto de um processo de coaching:

  • 46% demonstram otimização da performance individual ou do time;
  • 40% demonstram aumento de produtividade;
  • 34% demonstram melhora no gerenciamento das estratégias corporativas;

Isso amplia o engajamento no mercado pois efetivamente os resultados são aparentes. Um bom profissional colabora na mudança de paradigma, trazendo luz, credibilidade e fortalecimento à profissão que está em crescimento exponencial.

4. Remuneração

O principal critério para obter ótima remuneração na carreira de coaching está vinculado ao quanto o profissional busca por desenvolvimento.

A remuneração está associada também ao aspecto da liberdade, pois cada coach escolhe as melhores estratégias que irá utilizar para alcançar sua independência financeira.

A carreira de coach pode estar associada à outra profissão, agregando renda extra ao profissional. Vale destacar que um bom profissional de coach em início de carreira, com processos de coaching individuais pode ganhar de R$7 a 10 mil reais.

Além da formação e do desenvolvimento contínuo, outros pontos são importantes para chegar lá: parcerias, vínculos, relacionamentos e inovação. Tudo isso amplia o horizonte para o caminho de uma boa remuneração.

Não existe fórmula mágica, mas sim uma combinação de interesse genuíno pelas pessoas, autoconhecimento, boa formação e muita prática.

5. Desenvolvimento profissional

A profissão de coach está apoiada em um bom planejamento de carreira. O quanto de tempo você dedica em formações e aprendizado, correspondem em contrapartida como será o seu desenvolvimento profissional.

Na carreira de coach esse progresso é contínuo. Existem muitas especializações que trazem desenvolvimento profissional: Formação em Coaching de Liderança, Especialização Life Coaching, Especialização em Coaching Evolutivo e Certificação Master em Coaching.

A teia de relações que o profissional vai construindo também falam de quão maiores podem ser suas possibilidades, pois a troca propicia crescimento, e cada nicho que ele atende amplia seus conhecimentos.

A expertise pode ser uma aliada. Tornar-se muito bom em algo traz mais possibilidades de evolução dentro da carreira e consequentemente o mercado fica maior.

O sucesso na carreira de coach depende exclusivamente de cada um, mas o desenvolvimento profissional é sem dúvida uma característica muito positiva dessa profissão.

6. Trabalho com propósito

Não saber qual é o seu propósito no mundo pode trazer muitas incertezas. Propósito é uma missão de vida, e é o que as pessoas sempre acabam se deparando quando começam a estudar coaching.

O coach acredita por princípio que os indivíduos têm todos os recursos que necessitam e sempre tomam as melhores decisões com os recursos que tem. E ele é justamente o profissional que pode dar suporte para essa descoberta.

Ajudar outras pessoas a encontrarem seus propósitos alimentam no coach o desejo de viver ele também o seu. A ressignificação estende a mão para o coach, pois no exercício de auxiliar o outro, ele acaba promovendo seu autodesenvolvimento, que pode suscitar mudança e até a ressignificação da sua missão.

A carreira de coaching pode ser uma jornada para a maestria, onde o coach percorre uma estrada cheia de desafios, mas é ao mesmo tempo presenteado com o autodesenvolvimento e a exponencialização de habilidades que fazem parte do colaborador do futuro.

Descobrir e praticar uma nova carreira requer estudo, desenvolvimento, orientações de profissionais que já atuam na área e foco em seu propósito.

Para ajudar você nessa jornada de estudos e pesquisas, te convidamos a conhecer as Formações e Certificações em Coaching da Crescimentum, que une expertise em mais de 15 anos de experiência.

por Sonia Arruda, Professional Certified Coach e Mentor Coach.

Como descobrir e comunicar o propósito da minha empresa?

Você está a caminho de mais um dia corrido de trabalho e passa por uma banca de jornal. Dá uma olhada rápida nas tantas edições de revistas e, então, observa a capa da Revista Exame “A força do propósito”.

Meses depois, é a vez da Você RH com a edição “Em busca de um propósito que encante”. Por que, de repente, tanto se fala sobre propósito?

Atualmente, é muito comum ouvir falar sobre esse tema. Vivemos em tempos de mudanças e, nessa maré de autoconhecimento, muitas pessoas já compreenderam a necessidade de encontrarem seus mais profundos “por quês” para levarem uma vida com mais significado, motivação e plenitude.

Mas por que o propósito é pauta de duas grandes revistas corporativas? Acontece que esse tema não é apenas primordial para pessoas físicas. Empresas são geridas e movidas por pessoas e, cada vez mais, está claro que um trabalho deve ir além de simplesmente gerar lucro.

E é sobre isso que quero falar hoje!

O que é propósito?

Sabemos que o dia a dia corporativo não é nada fácil. Os desafios são constantes e é normal que a sua empresa enfrente os altos e baixos. Mas como superar as pedras do caminho? Com propósito!

Propósito é o que te faz realizar as coisas com foco e determinação. Tendo em vista o da sua empresa, um objetivo deixa de ser apenas uma meta, para se tornar ainda mais profundo. Gostamos de falar sobre esse tema como o motivo por que você levanta da cama todos os dias.

No caso empresarial, o propósito é aquilo que está por trás de tudo o que é feito, como e por qual motivo. É o que une e inspira ações.

Por que isso é importante?

Imagine o seguinte cenário: você chegou na empresa e é mais um dia maluco de trabalho. Você se vê, constantemente, correndo contra o tempo. Não consegue mais participar de todos os processos, reuniões e decisões. A organização está crescendo e, com isso, a demanda é maior.

Diante desse cenário, como garantir que a qualidade e padrão não se percam? Acima disso, como garantir que as pessoas saibam por que estão fazendo o que estão fazendo, permanecendo em um estado de motivação e engajamento?

Ter o propósito da sua empresa claro é importante para que a identidade do seu negócio seja transmitida de forma perene e única. Afinal de contas, podem existir muitas empresas que fazem o que você faz, mas, dificilmente, elas farão como você faz.

Uma empresa com propósito definido é aquela que sabe onde quer chegar e qual a sua contribuição maior para a sociedade. E em um mercado extremamente competitivo, ter claro o seu propósito atrai pessoas que se identificam e confiam naquilo que você oferece.

Talvez você já tenha entendido a importância de identificar o seu propósito, mas ainda temos um ponto essencial! Definindo um propósito, você contribui para o maior capital do seu negócio: o humano. Cada vez mais, as pessoas buscam por algo que vá além de uma rotina massiva de entregas e resultados.

Pessoas que trabalham com propósito têm maior performance, pois se percebem parte imprescindível para algo grandioso. Encontrar sentido no que se faz, contribui na produtividade, motivação, senso de pertencimento e redução do turnover.

Portanto, a prosperidade do negócio está atrelada à forma como você sai de uma abordagem superficial, enxergando o mercado de forma que fuja ao óbvio! E essa cultura se torna, gradualmente, intrínseca em todos os processos da sua empresa, pois, embora as áreas trabalhem de forma autônoma, são guiadas pelo mesmo objetivo.

Como encontrar o propósito da minha empresa?

Agora que você já visualizou a importância de identificar o propósito da sua empresa, deve estar se perguntando: perfeito, mas de que forma encontro isso? Poderia existir algum manual ou teste, mas não é bem assim…

O propósito é algo único, exatamente por partir de uma motivação pessoal. Portanto, é um processo que deve ser feito a partir de um mergulho em seus valores, crenças, motivações e na cultura que deseja implementar na organização.

Para isso, reserve um tempo para refletir sobre as seguintes perguntas:

  1. Qual legado você quer deixar?
  2. Se sua empresa deixasse de existir amanhã, o que a sociedade perderia?
  3. Que diferença sua empresa faz na vida das pessoas?

Tendo as respostas para essas perguntas tão profundas, você encontrará o propósito da sua empresa! Costumamos comparar o propósito a uma bússola, que nos aponta o caminho mesmo quando as coisas parecem caóticas.

O papel do líder nesse contexto

Definir o propósito pode ser tarefa difícil, mas agora surge outra etapa: comunicá-lo para toda a empresa. Nesse momento, existe uma figura essencial para garantir que as coisas sejam feitas dentro desse plano maior: o líder.

Isso porque não adianta ter um propósito definido, se ele está apenas gravado em sua parede. E, para isso, é preciso repensar sobre o papel do líder dentro da organização.

O líder é quem possui forte vínculo com o “por que” da organização, identificando-o em sua própria trajetória pessoal. Dessa forma, criar uma cultura de liderança forte atrelada ao propósito da organização, garante que tudo funcione em sintonia.

Uma liderança forte sustenta a identidade do negócio, de forma que esteja alinhada à identidade dos colaboradores. Somente assim, é possível alcançar uma organização preparada para o crescimento e para superar os desafios (porque eles virão!).

Se você quer saber mais sobre esse tema, assista à palestra gratuita “Como criar uma cultura de liderança de alta performance”. E você, está preparado para descobrir o propósito da sua empresa e alavancar resultados? 

Por Arthur Diniz, CEO e fundador da Crescimentum

Feedback: por que esse tema se tornou essencial para as organizações?

Muito se fala sobre feedback atualmente e não é à toa. Mas você sabe o real impacto de vivenciar isso dentro da sua organização? Esse tema é um importante pilar para alavancar o crescimento das organizações e é essencial que esse assunto esteja no radar de profissionais de RH.

Falar em feedback pode ser desafiador, porque muitas pessoas ainda não visualizam o tamanho potencial dessa ferramenta. Você já percebeu o nervosismo que a ideia de uma reunião de feedback causa?

A crença limitante de que esse momento é um “apontar de erros” e “críticas” contribui para que, nesses momentos de conversas sinceras, as pessoas cheguem na defensiva. É comprovado que existe um gap no mercado por vieses inconscientes sobre o tema.

Então, se você quer que sua empresa caminhe em direção ao crescimento e inovação, deve trabalhar esses medos e fomentar feedbacks constantes.

O que é feedback?

Feedback é o retorno sobre o comportamento, baseado na percepção das pessoas que estão inseridas em seu círculo social ou organizacional. No entanto, muito além disso, é uma forma de estabelecer a confiança e de desenvolver pessoas a partir de conversas transparentes e honestas.

Sem desenvolvimento contínuo, as chances de inovar e conquistar cada vez mais clientes e admiradores são próximas a zero! Por isso, esse é um assunto essencial para qualquer organização que deseja sobreviver e ter sucesso.

Por que é preciso criar uma cultura de feedbacks?

Talvez você esteja se perguntando: por que é importante pensar sobre feedback? Esse tipo de questionamento é extremamente comum! Muitas empresas ainda têm dificuldade de enxergar esse processo como uma ferramenta de desenvolvimento de pessoas, resistindo à incorporação dessa prática nas organizações.

O feedback é primordial, porque vivemos em tempos de mudanças constantes. O mundo está, a cada dia, mais veloz e as novidades surgem todo o tempo. Isso faz com que novas competências sejam exigidas constantemente.

No mundo VUCA, a aprendizagem é um grande pré-requisito e o feedback é a melhor forma de estar em desenvolvimento e se reinventar. Essa cultura de transparência é o grande impulsionador de resultados para a empresa, afinal, pessoas com alta performance fazem a diferença e se destacam.

Pense: como saber se você está indo bem, sem o retorno sobre seus comportamentos?

Quando recebemos feedbacks constantes, fica fácil identificar nossos pontos fortes e pontos a serem trabalhados. Mas isso é um “mundo ideal” e é uma mentalidade rara, infelizmente.

Ainda há uma confusão entre as relações pessoais e profissionais dentro da empresa, e a ideia de que um retorno sobre o comportamento pode ofender ou magoar, contribui numa cultura de cada vez menos transparência. Além de comprometer a eficácia do processo, esse modelo mental gera desgaste emocional.

O momento do feedback deve ser encarado como uma via de mão dupla, uma troca construtiva. Pensando ainda além, o feedback deve ser recebido como um presente, afinal, quem não deseja saber se está indo no caminho certo e o que falta para a alta performance?

Esses momentos periódicos reforçam a comunicação interna, alinham expectativas, propiciando o desenvolvimento do colaborador e criando um ambiente de confiança.

Quando o feedback deixar de ser visto com tensão e sim como uma poderosa ferramenta na busca do conhecimento e do desenvolvimento de competências pessoais, sua empresa estará mais próxima de um futuro exponencial!

Quer superar esse gap do mercado e alavancar o crescimento da sua empresa?

Você pode começar com alguns passos simples, como identificando quais crenças impedem a sua organização de ter uma cultura de transparência e sensibilizando os líderes sobre os benefícios dessa prática constante.

Estar atento às temáticas sobre Feedback também é uma importante forma de desenvolver esse novo mindset na empresa. E o curso “Feedback: como conduzir conversas difíceis” pode ser uma forma de ampliar sua bagagem sobre o tema e te ajudar na desafiadora missão de encorajar conversas transparentes e transformadoras.

Se quiser se aprofundar nesse tema e aprender mais sobre o tema feedback, baixe gratuitamente o nosso e-book “Guia para construir uma Cultura de Feedback em uma organização” e aprenda caminhos práticos para construir uma cultura de transparência e feedbacks para preparar a organização para um futuro promissor e desafiador.

Por André Brandão, trainer da Crescimentum

3 passos para criar apresentações criativas e impactantes

Você tem o sonho de impactar pessoas, conduzindo reflexões com apresentações criativas e transformadoras? Essa é a missão de um verdadeiro facilitador do futuro.

Aprender é uma das competências mais fascinantes dos seres humanos, mas pode ser um desafio desenvolver uma estratégia de aprendizagem inovadora e eficaz. Hoje, mais do que nunca, vivemos em um contexto no qual a aprendizagem deve ser contínua.

São tempos de mudança, por isso, manter-se em constante desenvolvimento é imprescindível. E o facilitador é figura essencial na transformação de vida de pessoas através de apresentações extraordinárias e que realmente façam a diferença.

Mas existem alguns desafios que um facilitador pode enfrentar, como o medo de falar em público e a construção de apresentações que gerem conexão.

Além disso, com o advento da internet, muita coisa mudou e a figura do facilitador é ainda mais carregada de responsabilidade.

Pessoas podem filmar e compartilhar conteúdos a todo o momento, disseminando informações e aumentando o alcance do que é dito.

Pensando nisso, quero compartilhar 3 passos para que você esteja preparado não apenas para treinar e desenvolver pessoas, mas para transformar vidas.

Mas primeiro, o que é um facilitador do futuro?

Se você ainda não notou, observe: vivemos em um mundo permeado pela volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Esse contexto de incessantes transformações nas diversas áreas da vida é chamado de mundo VUCA.

O mundo VUCA redireciona a forma como vivemos a partir de uma mudança de paradigma. Novas formas de se comunicar, assim como as novas tecnologias, mindset e economia são algumas das áreas impactadas com esse contexto. E entre as tantas áreas que mudam a partir dessas transformações, está a forma com que aprendemos.

Em um mundo de tantas informações, apresentações eficazes devem ter dinamismo, conexão e elementos que captem a atenção. As pessoas buscam por algo que realmente vá de encontro à sua missão e propósito.

É nesse cenário que o papel do facilitador se torna essencial para desafiar as pessoas a saírem do piloto automático e, consequentemente, de sua zona de conforto, para uma aprendizagem que realmente tenha impacto.

O objetivo do facilitador não é ser o detentor da informação, porque ela já está ali disponível! Cada vez mais as pessoas têm acesso a milhares de informações apenas com um clique.

Como o nome sugere, o papel desse profissional é ajudar as pessoas a entenderem como aquele conteúdo pode ser aplicado na vida real.

Um facilitador do futuro é quem tem a missão de estimular pessoas a irem além, fomentando atitudes positivas, oferecendo uma perspectiva de experiência, criando um ambiente de aprendizado e não deixando seu ego atrapalhar no processo.

Como criar apresentações criativas?

Se você tem o propósito de desenvolver pessoas, seja através de aulas, treinamentos, palestras ou apresentações, é imprescindível que você saiba transmitir ideias com dinamismo, confiança e clareza.

Não é fácil manter a atenção de pessoas, mas estabelecer uma conexão é um bom primeiro passo para que as pessoas esqueçam de dar aquela conferida no celular que compromete o foco no treinamento, por exemplo.

Pensando nisso, existem 3 passos essenciais para quem quer criar apresentações mais criativas e envolventes:

1-  Aproprie-se do fator emocional

Embora muitas pessoas acreditem que, enquanto seres humanos, somos racionais, estudos já comprovaram que agimos, primeiramente, através da emoção.

Criar um senso de pertencimento, conexão e emoção com o tema, cativa a atenção das pessoas.

2-  Seja inovador

A maioria das pessoas chega a um treinamento e encontra algo tradicional e massivo. Reme contra essa maré e surpreenda! Inovando, o cérebro associa as informações de forma diferente, o que é um diferencial na hora de memorizar um conteúdo.

3-  Crie momentos memoráveis

Muitos facilitadores enfrentam um desafio: as pessoas esquecem do conteúdo passado no treinamento. Para superar esse gap, crie momentos de “cair o queixo”. Essa atmosfera impressionante e surpreendente torna o momento memorável.

Lembre-se, para ser um facilitador do futuro você deve compreender que sua essência é ser um instrumento de aprendizagem. Nesse sentido, o seu interesse central deve ser fazer com que as pessoas saiam melhores do que entraram.

Para continuar nessa jornada de desenvolvimento, existem vários caminhos possíveis!

Você pode ler livros, como por exemplo “A arte de falar em público” de Stephen E. Lucas, ver filmes como “O discurso do rei” e fazer cursos que aprimorem a sua presença de palco. 

Uma sugestão de curso é o Trainer Mastery, feito especialmente para quem quer perder o medo de falar em público, construindo apresentações impactantes, dinâmicas e que gerem resultados surpreendentes.

Por Renato Curi, sócio-diretor da Crescimentum