alinhamento cultural

Como promover alinhamento cultural em empresas com crescimento acelerado?

Você já se perguntou o que grandes empresas fazem para manter a unidade em suas equipes? O alinhamento cultural é a base desse cenário empresarial, especialmente para empresas em crescimento acelerado.

 

É comum que empresas em crescimento tenham como prioridade objetivos estratégicos, voltados para metas. Essas organizações mantêm sua missão e valores apenas como uma decoração de parede, raramente colocando-as em prática na rotina de trabalho.

 

Tão importante quanto a estratégia (se não mais) está a cultura da sua empresa. E com este artigo você vai entender que o alinhamento cultural tem tudo a ver com resultados!

 

O que é alinhamento cultural?

Alinhamento cultural nada mais é do que ter bem definido na empresa a missão e visão de futuro da organização, de forma que todos os colaboradores entendam onde estão, para onde estão caminhando e de que forma essa travessia será feita.

 

Para isso, entramos em um assunto que muitas organizações deixam de lado: a cultura. A cultura da empresa é o conjunto de comportamentos, crenças, valores éticos, hábitos e acordos internos e externos

 

Empresas sustentadas por uma cultura forte, possuem tanta coesão em suas ações que têm maiores probabilidades de alcançarem seus resultados. Afinal, todas as áreas trabalham de forma estratégica para consolidar as metas e objetivos da organização.  

 

O que acontece é que, para obter uma cultura forte, é preciso que haja alinhamento. E isso só é possível quando a cultura é algo que extrapola o discurso e é aplicada no dia a dia dos colaboradores, líderes e gestores. 

 

Nesse sentido, o alinhamento cultural acontece quando todas as pessoas compreendem o sentido de suas funções e visualizam valor em seu trabalho, o que gera engajamento, motivação e unidade às equipes.

 

Isso faz com que as diversas áreas e setores da empresa tenham a mesma clareza a respeito da essência do negócio, de forma a acreditar verdadeiramente em seu propósito.

 

Esse alinhamento cultural é essencial quando atrelado à estratégia da organização, porque sabemos bem que crescer envolve metas e objetivos. Mas a cultura é o que sustentará esse processo e vou te contar o porquê.

 

A cultura na Era Exponencial 

Sempre falo sobre isso: estamos vivendo em tempos diferentes. As coisas mudaram e não estamos falando de uma época tão distante assim. Comece voltando a 10 anos atrás. Você certamente vivia de uma forma completamente diferente.

 

Provavelmente, você acessava mais o e-mail em seu Blackberry, afinal, o Whatsapp ainda não existia. Pegava táxis e não Ubers. Baixava suas músicas, porque o Spotify era um sonho distante. E o Instagram, então, nem se fala…

 

A sua rotina devia ser corrida, mas não tão imediatista como hoje. Isso porque, atualmente, temos todas as informações na palma da mão e a um clique de distância. E por que lembrar disso agora?

 

Porque você deve entender que estamos em um mercado cada vez mais competitivo e que muda de forma extremamente rápida!

 

Quem não se adapta e se transforma conforme essa nova Era, pode não sobreviver ao mundo VUCA: um mundo no qual a incerteza deve estar em pauta na estratégia. Você se lembra, por exemplo, de empresas como Blockbuster e Kodak?

 

Esses são exemplos de empresas grandes e que tinham excelência em seus nichos de atuação. Então, o que houve com elas? Estagnaram e não se exponencializaram. E hoje, não sabemos viver mais sem nossas câmeras de Smartphones e sem nossa conta do Netflix.

 

Como proporcionar o alinhamento cultural?

O quanto você tem exponencializado a sua empresa? O mercado atual – extremamente ágil, competitivo e conectado – requer um posicionamento diferente. E é seu dever pensar sobre isso!

 

A forma de se diferenciar diante desse cenário e atrair os consumidores certos para o seu negócio, de forma perene, é por meio de uma cultura forte. Mas sem alinhamento cultural, é impossível ter a base necessária para crescer.

 

A cultura é um fator central para grandes empresas como Starbucks, Google, Zappos e Airbnb. Segundo o CEO da Airbnb, Brian Chesky, “Quanto mais forte for uma cultura, menos processos corporativos são necessários”.

 

Então, aqui vão alguns passos para você promover o alinhamento cultural da sua organização:

 

Defina missão, visão e valores

Esse é o primeiro passo para definir a cultura de uma empresa. Atualmente, as pessoas procuram por um trabalho que tenha propósito. Isso porque ver significado no que se faz é motivador!

 

A sua missão, visão e valores serão os responsáveis por responder perguntas poderosas como “por que faço o que faço?”, “como farei isso?” e, ainda, “o que farei para alcançar isso?”.

 

Aplique a cultura na prática

Mas tão importante quanto ter missão, visão e valores bem definidos, é que os colaboradores tenham conhecimento disso. E a vivência dessa cultura na prática é essencial para isso.

 

Muitas empresas apenas cumprem uma fachada em relação à sua cultura, o que gera um gap entre o que a diretoria quer transmitir e o que, realmente, acontece na prática. É importante que a sua organização viva a cultura.

 

Contrate pessoas que tenham fit com a cultura

Nesse ponto, temos dois casos. A cultura é um importante fator na hora de selecionar novos talentos para a empresa. A partir dela, é possível identificar se o perfil da pessoa faz ou não sentido para a organização.

 

Por outro lado, o alinhamento cultural é extremamente importante no momento da atração de novos colaboradores para o time. É uma construção anterior à própria contratação e, muitas vezes, independe até mesmo da vaga ofertada.

 

Quando a cultura da empresa está alinhada, é fácil atrair as pessoas que se identificam com a empresa e que tem um senso de pertencimento com o que é feito e como é feito.

 

Conte com o apoio da liderança

É comum que o crescimento da empresa impeça a diretoria de participar de todos os processos e garantir que as coisas estejam acontecendo da forma como devem acontecer. É aí que entra uma peça primordial para o alinhamento cultural: a liderança.  

 

É papel do líder manter a unidade de sua equipe e não deixar que a qualidade se perca. O líder funciona como uma espécie de “espelho” para a equipe. Um bom líder lidera pelo exemplo.

 

 

Espero que esse artigo te faça refletir sobre os próximos passos a serem tomados para tornar a sua empresa uma verdadeira organização exponencial, utilizando a cultura de forma estratégica.

 

Eu e meu sócio, Paulo Alvarenga (P.A.), utilizamos nossos mais de 15 anos de experiência no assunto para preparar a palestra gratuita com o tema “Como criar uma Cultura de Liderança de Alta Performance” para te ajudar nesse desafio. Assista!

 

Por Arthur Diniz, CEO e fundador da Crescimentum

 

Recursos humanos

As 5 fases dos Recursos Humanos

A área de Recursos Humanos, assim como as organizações como um todo, está em constante evolução. Com o tempo, esse “departamento” passou por diversas transformações, não apenas em relação à relevância que foi ganhando, mas também à sua própria atuação e atribuições.

 

E a verdade é que essas mudanças não vão parar

 

O RH tal como o conhecemos está com seus dias contados (e ainda bem)! Pense em 10 atrás. Um mundo onde não havia Netflix, Uber, Whatsapp, Spotify… De lá para cá, muita coisa mudou, não é mesmo?

 

A velocidade e acessibilidade são dois pontos que merecem destaque. Hoje, processos se tornaram mais rápidos e temos todo tipo de informação na palma da mão. Estamos conectados e buscamos por praticidade e rapidez no dia a dia.

 

O ponto é que as coisas, de forma geral, mudaram! E você, profissional de RH, está acompanhando as novas práticas do mercado?

 

Por que devemos pensar nisso?

Vamos entender melhor como o RH foi ganhando mais relevância frente a outras áreas do negócio? Aqui, falarei de diferentes fases que toda área de RH passa, está passando ou ainda passará. 

 

É essencial que você, enquanto profissional da área, acompanhe esse fluxo e também esteja em constante desenvolvimento. Afinal, você lida com seres humanos e isso exige aprendizado contínuo.

 

O RH tem uma posição estratégica, porque vê todas as áreas e acessa todas as pessoas. É a porta de entrada para os novos mindsets.

 

E isso significa que você, profissional de Recursos Humanos, tem poderes e responsabilidades na mesma medida das tendências e demandas que recebe! 

 

A linha do tempo dos Recursos Humanos

Ao longo do tempo, o RH passou por diversas fases e mudou totalmente a sua forma de atuar e de ser visto. Saiba mais sobre cada uma delas!

 

  • Fase 1 – Administração de RH

Inicialmente, o RH era voltado para atividades de administração. Os profissionais da área cuidavam de folhas de pagamento, gestão de pessoal, afastamentos, admissão e demissão.

 

E entre outras tarefas mais operacionais de que cuidavam, estavam pequenas etapas da jornada do colaborador. 

 

Era uma área de suporte que não precisava ter qualquer conexão com o negócio. Essa fase caracteriza um RH bem no estilo de departamento pessoal.

 

  • Fase 2 – Práticas de RH

Posteriormente, os profissionais de Recursos Humanos começam a cuidar de outras tarefas, como integração e treinamento, desenvolvimento de lideranças e recebimento de algumas demandas de outras áreas do negócio. 

 

O RH amplia a sua atuação, e começa a atuar em várias frentes além do departamento pessoal como recrutamento e seleção, treinamento, performance, benefícios, entre outras.

 

Nessa fase, há uma inquietação sobre como inovar e integrar as melhores práticas no que tange a gestão de pessoas. 

 

  • Fase 3 – O RH estratégico

Uma vez que o RH atua em várias frentes que cobrem toda a jornada do colaborador, a área começa a estruturar suas ações a fim de alavancar os resultados do negócio.

 

Essa fase é caracterizada pela participação ainda tímida, e nem sempre assertiva da área no planejamento estratégico da empresa ou em conversas que discutem a estratégia e o futuro do negócio.

 

Com o objetivo de atuar diretamente na busca dos resultados da empresa, o RH direciona suas ações de acordo com as diretrizes do negócio.

 

Ainda é uma área que recebe as demandas e raramente dá o tom das inovações ou das pautas. Mas, nessa fase, já está ganhando corpo, mais influência e visibilidade

 

  • Fase 4 –  RH de fora para dentro

Essa fase é conhecida por muitos como RH 4.0. Com a chegada de diversas tecnologias disruptivas, a sociedade foi drasticamente transformada. O que quer dizer que nossas empresas, negócios e serviços também! 

 

A partir de tantas mudanças, os profissionais de RH são convidados a pensar de fora para dentro, ou seja, observar as tendências, o que está acontecendo ao redor, o que está acontecendo com os mercados e com a própria sociedade.

 

O RH começa a antecipar-se às mudanças e faz leituras preditivas que ajudam na criação de soluções que impactam ou impactarão o negócio! 

 

Esse não é apenas um RH estratégico, mas um RH propositivo que não espera que as coisas cheguem até ele, mas propõe soluções, programas e ações olhando para fora, e saindo um pouco do mindset antigo daquela área que antigamente só recebia pedidos. 

 

Nesse momento, o profissional de RH vê as tendências sociais de mercado, interpreta e traz para a realidade do negócio.

 

  • Fase 5 – RH na Era Exponencial

Nesse cenário de profundas transformações, visualizamos mais uma onda de atuação do RH: o Exponencial.

 

Não basta identificar que as tecnologias transformaram (e continuarão a transformar) o negócio.  É preciso repensar o papel (e as competências) da profissão nesse cenário VUCA.  

 

Atualmente, o RH deve entender que as organizações estão se transformando e que estamos em meio à Era Exponencial, uma Era que pressupõe mais agilidade, conexão e inconstância. Uma era baseada no paradigma da abundância, na cooperação, na co-criação entre outros tantos pontos relevantes. 

 

De uma vez por todas, é essencial que compreendamos que o profissional de Recursos Humanos não é apenas um facilitador da estratégia e não fica restrito apenas às tendências que estão acontecendo. Esse profissional tem o papel de pensar e incutir o mindset exponencial na empresa. 

 

Como estar preparado para o futuro?

Agora que você sabe o papel dos profissionais de Recursos Humanos na Era Exponencial, entende que deve estar preparado para o futuro da sua profissão ou, talvez, nem esteja nele.

 

Mas estou aqui justamente para te ajudar nisso. O primeiro passo é estar em constante aprendizado, pois, como você viu, as coisas mudam o tempo todo! Na Era Exponencial, essa agilidade é ainda mais latente e novidades surgem a todo momento.

 

Portanto, procure cursos presenciais ou online que possam te ajudar a desenvolver novas competências. Outra atitude é buscar leituras enriquecedoras, pois é uma forma de ampliar a sua consciência dentro das práticas da profissão.

 

Inclusive, temos o e-book RH do Futuro, construído a partir desses dilemas e novas necessidades do mercado. Vale a pena a leitura!

 

Por fim, esteja atento às tendências do mercado através de palestras, pesquisas e conversas com outros profissionais da área. A troca de conhecimento é sempre muito agregadora!

 

Por Renato Curi, sócio-diretor da Crescimentum

 

Como as técnicas de Coaching podem ajudar a aumentar sua produtividade?

Você saberia mensurar agora qual o seu nível de produtividade?

 

Uma pesquisa realizada em 2018 pela Universidade da Califórnia, apontou que a falta de produtividade é o que mais gera ansiedade e stress nas pessoas, impedindo-as de terem alta performance em suas vidas.

 

Imagine o seguinte cenário: carreira profissional, projetos pessoais, gerenciamento da casa, relacionamentos interpessoais. Agora reflita: administrar todas essas responsabilidades ao mesmo tempo, te traz tranquilidade ou te gera ansiedade?

 

Não existe mágica! Mas você sabia que existem algumas técnicas de Coaching que podem ajudar você aumentar sua produtividade? Mas antes vamos entender o que acontece com nosso cérebro quando temos que realizar muitas tarefas.

 

Entendendo como funciona nosso cérebro

 

Os estímulos que recebemos com a chamada Era Exponencial, são imensuráveis, afetando nossa capacidade de atenção, foco e concentração, e isso têm impacto direto no quanto conseguimos ser produtivos.

 

Muitos especialistas afirmam que nosso cérebro não está preparado para lidar com multitarefas, e ao dividirmos nossa atenção, ele irá focar naquilo que é mais significativo, diminuindo drasticamente a excelência com que realiza as demais.

 

Logo, entender que nosso cérebro não está preparado para focar em muitas tarefas ao mesmo tempo, é um passo importante para descobrir qual a melhor forma de alcançar o alto rendimento. Vamos lá?

 

Como as técnicas de Coaching podem ajudar a aumentar sua produtividade

 

Existem dentro da metodologia de Coaching, técnicas que aplicadas à rotina otimizam a forma como gerenciamos nossas tarefas, seja na vida profissional ou pessoal.

 

Mas, no dia a dia com rotinas atribuladas, muito trabalho e responsabilidades, como saber qual é a mais importante, ou, qual deve ser realizada primeiro?

 

O coaching é um processo que ajuda as pessoas atingirem seus objetivos a partir de suas melhores escolhas.
Desse modo, quando bem aplicadas, as técnicas podem levá-lo a gerenciar sua vida de maneira mais eficaz, alcançando um nível mais satisfatório de produtividade.

 

E quais são essas técnicas? Como aplicá-las?

 

1.Perguntas Poderosas

 

Diante de uma agenda cheia, o que você faz? Normalmente vai realizando tudo o que precisa, operando no “piloto automático”, correto? Não!

 

É nessa etapa que deveria entrar em cena os questionamentos, que na metodologia de coaching é uma técnica conhecida como: Perguntas Poderosas.

A capacidade de fazer as melhores perguntas é um dos principais fatores que distinguem as pessoas bem-sucedidas das demais.

 

Tony Robbins, Top 50 das pessoas mais poderosas do mundo, coach e autor best-seller,  afirma que “pessoas de sucesso fazem as melhores perguntas, e por essa razão, obtém as melhores respostas.”

 

E o que seriam perguntas poderosas? Aquelas que têm a capacidade de gerar reflexão, perguntas diretas, claras e abertas, que ajudam a criar o futuro ao invés de focar no passado. Você já fez perguntas poderosas a si mesmo?

 

É necessário analisar seu contexto e fazer uma avaliação inicial, entendendo quais são suas demandas e o que precisa gerenciar, seja uma atividade pessoal, ou, um planejamento de trabalho, de curto, médio ou logo prazo.

 

Isso diminuiria a chance de viver situações que gerariam desgaste e estresse. Portanto, saber fazer as perguntas certas, diante de muitas urgências, potencializa o seu rendimento, e é mais relevante do que sair operando no “piloto automático”.

 

2.Presença em Coaching

 

Depois de fazer perguntas transformadoras, qual o próximo passo?

 

Nessa etapa entra em cena outra técnica de Coaching, que chamamos Presença em Coaching.

 

Quanto mais presente e focados no lugar que precisamos estar, maior será nossa capacidade para sermos plenamente conscientes. Mais autoconhecimento e consciência as pessoas têm de si mesmas quando conseguem estar focadas, no momento atual.

 

É necessário trazer à consciência tudo o que precisa ser realizado: sua rotina, planejamentos, responsabilidades diárias, atividades, até aquela que você julga pequena, mas que quando somada às outras têm impacto em seu dia a dia.

 

Olhar sua vida através de uma perspectiva mais profunda, é primordial para conseguir avaliar o que é importante dentro da sua rotina. Só conseguimos mudar aquilo que conhecemos.

 

Isso possibilita olhar de maneira mais precisa sua gestão de tempo, se está desperdiçando energia ao invés de focar naquilo que requer atenção.

 

É comum ouvir: “não tenho tempo para isso”, “não consigo colocar mais nada na minha agenda”. Será que você está sabendo administrar sua rotina e seu tempo?

 

O escritor Charles DuhiggO poder do Hábito, acredita que a produtividade está mais vinculada ao hábito de criar e pensar rotinas, do que propriamente estar ocupado, sendo realizador de multitarefas.

 

Quando você não sabe administrar seu tempo, tudo pode parecer urgente, e talvez esteja gastando energia com algo que não seja relevante, apenas circunstancial.

 

Ser produtivo está relacionado à consciência que cada pessoa tem, sobre o que é importante, urgente ou circunstancial.

 

Por isso, gerenciar bem o tempo é gerenciar bem a vida. Só conseguiremos avançar, quando expandirmos a consciência.

 

3.Definindo objetivos

 

Depois de questionar e trazer à consciência sua vida, é hora de colocar em prática outra técnica de Coaching, é o momento de definir objetivos.

 

O objetivo diz respeito àquilo que se pretende atingir. É de extrema importância definir todas as metas que se deseja alcançar, pois elas te farão companhia na busca pelo alto rendimento.

 

Quão mais clara e específica for a formulação desses objetivos, maiores serão as chances de alcançá-los. É mais fácil definir um caminho quando se sabe aonde quer chegar.

 

Não há como gerenciar uma rotina cheia de tarefas e responsabilidades sem que elas sejam bem estruturadas. Ser produtivo é gostar de planejar!

 

Você gostaria de ter uma rotina produtiva? É preciso objetivos, metas e planejamento!

 

Assim afirma o Coach Executivo e Sócio-diretor da Crescimentum Marco Fabossi: “Para que os resultados sejam legítimos, também legítimos devem ser as metas e objetivos que conduzirão ao resultado. (…) Estabelecer metas e objetivos é o ponto de partida para aquilo que se deseja alcançar.”

 

4. Gerar planos de ação

 

Chegar até aqui é um grande avanço, mas para viver de fato uma rotina mais produtiva e feliz, é necessário realizar suas metas. Nessa etapa colocamos em prática outra técnica de coaching: o Plano de ação.

 

Depois de fazer perguntas poderosas, trazer à consciência tudo aquilo que o impede de ser produtivo e elaborar seus objetivos, é hora de definir um caminho factível.

 

É necessário saber o que de fato priorizar. Se pergunte: “o que é prioridade agora? Onde estou gastando minhas energias? Onde estou focando meu pensamento? Estou focando no que é mais importante?”

 

Esses questionamentos são essenciais para a realização de um plano de ação legítimo, transformando um objetivo abstrato em uma realidade concreta.

 

Para isso, você pode utilizar uma ferramenta muito comum no coaching, conhecida como SMART, aplicada para elaborar planos de ação.

 

Veja o modelo SMART:

 

S – Específico: quanto mais específico, menor o risco de más interpretações. “O que eu quero com essa meta? Quero ser mais produtivo e ter mais rendimento no meu dia a dia.”

 

M – Mensurável: quanto tempo será necessário para realizá-la. “Quanto tempo de fato eu preciso para realizar cada atividade em minha rotina?”

 

A – Atingível: ter certeza de que será possível atingir o resultado esperado. Analisar o seu histórico e se perguntar: “a meta para tornar-me mais produtivo é atingível?”

 

R – Relevante: uma meta para ser relevante deve impactar diretamente em sua rotina, de modo que você consiga provar facilmente que ela trouxe algum tipo de resultado. “Estou tendo mais rendimento e produzindo mais? Diminuí o stress e ansiedade?”

 

T – Temporal: uma meta deve estar associada a um período em que deverá ser realizada. “Eu consegui realizar no prazo que me propus?”

 

A ferramenta SMART é um auxílio a fim de levá-lo a uma vida mais prazerosa e produtiva. Só nos tornaremos altamente eficientes e produtivos quando entendermos que a multitarefa é uma competência erroneamente valorizada, ela é a atividade que mais nos rouba energia e mais nos torna ineficientes.

 

Por fim, é preciso direcionar um olhar sobre possíveis obstáculos que possam aparecer. Prever futuros problemas, aumentam a chance de solucioná-los, e isso consequentemente eleva seu rendimento.

 

Ainda tem dúvidas de por que aplicar as técnicas de Coaching em sua vida?

 

Um estudo conduzido pela Universidade de Warwick, no Reino Unido, apontou que as pessoas mais felizes são aquelas que conseguem ser mais produtivas, conciliando todas as áreas da vida com excelência.

 

Quer saber mais?

 

Venha nos conhecer e aprender como essas e outras técnicas de Coaching podem alavancar sua vida!

 

Nós da Crescimentum, temos Formações e Certificações que unem experiência e expertise há mais de 15 anos no mercado.

 

 

por Dan Porto, head de Coaching e sócio-diretor da Crescimentum

6 Vantagens de se tornar um Coach

Você sabia que o número de coaches cresce de maneira exponencial no país e no mundo?

 

Em um mercado em constante aceleração e transformação, no qual se torna cada vez mais predominante a cultura ágil, algumas dúvidas são frequentes: como é o colaborador do futuro?

 

Nesse ambiente ágil, pessoas que apresentarem competências que as auxiliem a gerenciar suas emoções com tomadas de decisões conscientes, sairão na frente.

 

De tal modo que indivíduos com técnicas de coaching se destacarão, pois além de desenvolverem habilidades para ajudar outras pessoas, também conseguirão desenvolver a própria inteligência emocional.

 

Engana-se quem pensa que o coach é o profissional que atua no mercado informal, de maneira banal e vulgarizada. Ele pode atuar no âmbito executivo, em altos cargos de liderança, inseridos também no mundo corporativo.

 

O coach é aquele que media um processo cocriativo, inspirando e maximizando o potencial de cada um, contribuindo para que as pessoas alcancem seus objetivos, seja na vida pessoal ou profissional.

Veja as vantagens de se tornar um Coach

 

1. Desenvolvimento pessoal

 

A carreira de coaching proporciona desenvolvimento pessoal. Como num círculo virtuoso, aprendizado constante gera evolução constante, e isso está completamente atrelado a essa nova cultura de mundo ágil.

 

Algumas habilidades como: autoconhecimento, autoconfiança e autoestima fazem parte desse processo de desenvolvimento que a carreira de coach proporciona.

 

Num processo de evolução pessoal, a expansão da consciência traz à tona as próprias limitações e crenças, passo importante para entender o próprio mindset que explica o modo como as pessoas se portam diante das mais diversas situações.

 

O exercício da escuta também proporciona desenvolvimento, pois a realidade e a vivência do outro propiciam crescimento. É na troca com o coachee que o coach se desenvolve ainda mais. As inter-relações enriquecem o desenvolvimento pessoal.

 

2. Liberdade

 

Uma boa e sólida formação em coaching possibilita alguns caminhos que podem trazer independência e autonomia: como agenda e jornadas de trabalho mais flexíveis, método de trabalho de acordo com um estilo próprio, tudo coerente ao momento na carreira em que se encontra.

 

O profissional de coaching que atinge esse nível passa a ter total liberdade de escolha, podendo atuar como dono do próprio negócio, desenvolvendo parcerias com outras empresas de coaching alinhada com seus valores, e tendo também os seus próprios clientes.

 

Uma boa formação traz autoridade para o profissional desenvolver processos de coaching em grandes corporações, proporcionando ainda mais liberdade dentro da profissão.

 

3. Mercado em crescimento

 

O mercado de Coaching está em acelerada expansão no que diz respeito a crescimento, mas principalmente quando se fala em amadurecimento.

 

Em 2017, a International Coach Federation (ICF) divulgou que já são mais de 53 mil profissionais no mundo, movimentando mais de US$ 2,3 bilhões.

 

No Brasil, o crescimento foi de mais de 300% nos últimos 4 anos. Diante desse cenário, cada vez mais se exige profissionais com formações certificadas em escolas que tenham padrões e selos de qualidade.

 

O ICF, International Coach Federation, é uma instituição sem fins lucrativos, considerada a principal organização no mundo, reunindo 34.345 coaches associados em 140 países, definindo padrões e códigos de ética.

 

Uma pesquisa da AESC (Association of Executive Search and Leadership Consultants) mostrou que 51% dos executivos pesquisados acreditam que o coaching seja uma ferramenta fundamental para se manter no mercado.

 

A carreira oferece oportunidades variadas e o profissional pode desenvolver outros skills, podendo atuar em diversas áreas e segmentos. Desenvolvendo outros coaches, na área de T&D de lideranças, mentorias, coaching de grupo ou individual, nos mais diversos setores.

 

Um estudo global realizado pela ICF, traz dados relevantes referente ao impacto de um processo de coaching:

 

• 46% demonstram otimização da performance individual ou do time;
• 40% demonstram aumento de produtividade;
• 34% demonstram melhora no gerenciamento das estratégias corporativas;

 

Isso amplia o engajamento no mercado pois efetivamente os resultados são aparentes. Um bom profissional colabora na mudança de paradigma, trazendo luz, credibilidade e fortalecimento à profissão que está em crescimento exponencial.

 

4. Remuneração

 

O principal critério para obter ótima remuneração na carreira de coaching está vinculado ao quanto o profissional busca por desenvolvimento.

 

A remuneração está associada também ao aspecto da liberdade, pois cada coach escolhe as melhores estratégias que irá utilizar para alcançar sua independência financeira.

 

A carreira de coach pode estar associada à outra profissão, agregando renda extra ao profissional. Vale destacar que um bom profissional de coach em início de carreira, com processos de coaching individuais pode ganhar de R$7 a 10 mil reais.

 

Além da formação e do desenvolvimento contínuo, outros pontos são importantes para chegar lá: parcerias, vínculos, relacionamentos e inovação. Tudo isso amplia o horizonte para o caminho de uma boa remuneração.

 

Não existe fórmula mágica, mas sim uma combinação de interesse genuíno pelas pessoas, autoconhecimento, boa formação e muita prática.

 

5. Desenvolvimento profissional

 

A profissão de coach está apoiada em um bom planejamento de carreira. O quanto de tempo você dedica em formações e aprendizado, correspondem em contrapartida como será o seu desenvolvimento profissional.

 

Na carreira de coach esse progresso é contínuo. Existem muitas especializações que trazem desenvolvimento profissional: Formação em Coaching de Liderança, Especialização Life Coaching, Especialização em Coaching Evolutivo e Certificação Master em Coaching.

 

A teia de relações que o profissional vai construindo também falam de quão maiores podem ser suas possibilidades, pois a troca propicia crescimento, e cada nicho que ele atende amplia seus conhecimentos.

 

A expertise pode ser uma aliada. Tornar-se muito bom em algo traz mais possibilidades de evolução dentro da carreira e consequentemente o mercado fica maior.

 

O sucesso na carreira de coach depende exclusivamente de cada um, mas o desenvolvimento profissional é sem dúvida uma característica muito positiva dessa profissão.

6. Trabalho com propósito

 

Não saber qual é o seu propósito no mundo pode trazer muitas incertezas. Propósito é uma missão de vida, e é o que as pessoas sempre acabam se deparando quando começam a estudar coaching.

 

O coach acredita por princípio que os indivíduos têm todos os recursos que necessitam e sempre tomam as melhores decisões com os recursos que tem. E ele é justamente o profissional que pode dar suporte para essa descoberta.

 

Ajudar outras pessoas a encontrarem seus propósitos alimentam no coach o desejo de viver ele também o seu. A ressignificação estende a mão para o coach, pois no exercício de auxiliar o outro, ele acaba promovendo seu autodesenvolvimento, que pode suscitar mudança e até a ressignificação da sua missão.

 

A carreira de coaching pode ser uma jornada para a maestria, onde o coach percorre uma estrada cheia de desafios, mas é ao mesmo tempo presenteado com o autodesenvolvimento e a exponencialização de habilidades que fazem parte do colaborador do futuro.

 

Descobrir e praticar uma nova carreira requer estudo, desenvolvimento, orientações de profissionais que já atuam na área e foco em seu propósito.

 

Para ajudar você nessa jornada de estudos e pesquisas, te convidamos a conhecer as Formações e Certificações em Coaching da Crescimentum, que une expertise em mais de 15 anos de experiência.

 

por Sonia Arruda, Professional Certified Coach e Mentor Coach.

 

Como descobrir e comunicar o propósito da minha empresa?

Você está a caminho de mais um dia corrido de trabalho e passa por uma banca de jornal. Dá uma olhada rápida nas tantas edições de revistas e, então, observa a capa da Revista Exame “A força do propósito”.

 

Meses depois, é a vez da Você RH com a edição “Em busca de um propósito que encante”. Por que, de repente, tanto se fala sobre propósito?

 

Atualmente, é muito comum ouvir falar sobre esse tema. Vivemos em tempos de mudanças e, nessa maré de autoconhecimento, muitas pessoas já compreenderam a necessidade de encontrarem seus mais profundos “por quês” para levarem uma vida com mais significado, motivação e plenitude.

 

Mas por que o propósito é pauta de duas grandes revistas corporativas? Acontece que esse tema não é apenas primordial para pessoas físicas. Empresas são geridas e movidas por pessoas e, cada vez mais, está claro que um trabalho deve ir além de simplesmente gerar lucro.

 

E é sobre isso que quero falar hoje!

 

O que é propósito?

Sabemos que o dia a dia corporativo não é nada fácil. Os desafios são constantes e é normal que a sua empresa enfrente os altos e baixos. Mas como superar as pedras do caminho? Com propósito!

 

Propósito é o que te faz realizar as coisas com foco e determinação. Tendo em vista o da sua empresa, um objetivo deixa de ser apenas uma meta, para se tornar ainda mais profundo. Gostamos de falar sobre esse tema como o motivo por que você levanta da cama todos os dias.

 

No caso empresarial, o propósito é aquilo que está por trás de tudo o que é feito, como e por qual motivo. É o que une e inspira ações.

 

Por que isso é importante?

Imagine o seguinte cenário: você chegou na empresa e é mais um dia maluco de trabalho. Você se vê, constantemente, correndo contra o tempo. Não consegue mais participar de todos os processos, reuniões e decisões. A organização está crescendo e, com isso, a demanda é maior.

 

Diante desse cenário, como garantir que a qualidade e padrão não se percam? Acima disso, como garantir que as pessoas saibam por que estão fazendo o que estão fazendo, permanecendo em um estado de motivação e engajamento?

 

Ter o propósito da sua empresa claro é importante para que a identidade do seu negócio seja transmitida de forma perene e única. Afinal de contas, podem existir muitas empresas que fazem o que você faz, mas, dificilmente, elas farão como você faz.

 

Uma empresa com propósito definido é aquela que sabe onde quer chegar e qual a sua contribuição maior para a sociedade. E em um mercado extremamente competitivo, ter claro o seu propósito atrai pessoas que se identificam e confiam naquilo que você oferece.

 

Talvez você já tenha entendido a importância de identificar o seu propósito, mas ainda temos um ponto essencial! Definindo um propósito, você contribui para o maior capital do seu negócio: o humano. Cada vez mais, as pessoas buscam por algo que vá além de uma rotina massiva de entregas e resultados.

 

Pessoas que trabalham com propósito têm maior performance, pois se percebem parte imprescindível para algo grandioso. Encontrar sentido no que se faz, contribui na produtividade, motivação, senso de pertencimento e redução do turnover.

 

Portanto, a prosperidade do negócio está atrelada à forma como você sai de uma abordagem superficial, enxergando o mercado de forma que fuja ao óbvio! E essa cultura se torna, gradualmente, intrínseca em todos os processos da sua empresa, pois, embora as áreas trabalhem de forma autônoma, são guiadas pelo mesmo objetivo.

 

Como encontrar o propósito da minha empresa?

Agora que você já visualizou a importância de identificar o propósito da sua empresa, deve estar se perguntando: perfeito, mas de que forma encontro isso? Poderia existir algum manual ou teste, mas não é bem assim…

 

O propósito é algo único, exatamente por partir de uma motivação pessoal. Portanto, é um processo que deve ser feito a partir de um mergulho em seus valores, crenças, motivações e na cultura que deseja implementar na organização.

 

Para isso, reserve um tempo para refletir sobre as seguintes perguntas:

1-  Qual legado você quer deixar?

2-  Se sua empresa deixasse de existir amanhã, o que a sociedade perderia?

3-  Que diferença sua empresa faz na vida das pessoas?

 

Tendo as respostas para essas perguntas tão profundas, você encontrará o propósito da sua empresa! Costumamos comparar o propósito a uma bússola, que nos aponta o caminho mesmo quando as coisas parecem caóticas.

O papel do líder nesse contexto

Definir o propósito pode ser tarefa difícil, mas agora surge outra etapa: comunicá-lo para toda a empresa. Nesse momento, existe uma figura essencial para garantir que as coisas sejam feitas dentro desse plano maior: o líder.

 

Isso porque não adianta ter um propósito definido, se ele está apenas gravado em sua parede. E, para isso, é preciso repensar sobre o papel do líder dentro da organização.

 

O líder é quem possui forte vínculo com o “por que” da organização, identificando-o em sua própria trajetória pessoal. Dessa forma, criar uma cultura de liderança forte atrelada ao propósito da organização, garante que tudo funcione em sintonia.

 

Uma liderança forte sustenta a identidade do negócio, de forma que esteja alinhada à identidade dos colaboradores. Somente assim, é possível alcançar uma organização preparada para o crescimento e para superar os desafios (porque eles virão!).

 

Se você quer saber mais sobre esse tema, assista à palestra gratuita “Como criar uma cultura de liderança de alta performance”. E você, está preparado para descobrir o propósito da sua empresa e alavancar resultados? 

 

Por Arthur Diniz, CEO e fundador da Crescimentum

Feedback: por que esse tema se tornou essencial para as organizações?

Muito se fala sobre feedback atualmente e não é à toa. Mas você sabe o real impacto de vivenciar isso dentro da sua organização? Esse tema é um importante pilar para alavancar o crescimento das organizações e é essencial que esse assunto esteja no radar de profissionais de RH.

Falar em feedback pode ser desafiador, porque muitas pessoas ainda não visualizam o tamanho potencial dessa ferramenta. Você já percebeu o nervosismo que a ideia de uma reunião de feedback causa?

A crença limitante de que esse momento é um “apontar de erros” e “críticas” contribui para que, nesses momentos de conversas sinceras, as pessoas cheguem na defensiva. É comprovado que existe um gap no mercado por vieses inconscientes sobre o tema.

Então, se você quer que sua empresa caminhe em direção ao crescimento e inovação, deve trabalhar esses medos e fomentar feedbacks constantes.

O que é feedback?

Feedback é o retorno sobre o comportamento, baseado na percepção das pessoas que estão inseridas em seu círculo social ou organizacional. No entanto, muito além disso, é uma forma de estabelecer a confiança e de desenvolver pessoas a partir de conversas transparentes e honestas.

Sem desenvolvimento contínuo, as chances de inovar e conquistar cada vez mais clientes e admiradores são próximas a zero! Por isso, esse é um assunto essencial para qualquer organização que deseja sobreviver e ter sucesso.

 

Por que é preciso criar uma cultura de feedbacks?

Talvez você esteja se perguntando: por que é importante pensar sobre feedback? Esse tipo de questionamento é extremamente comum! Muitas empresas ainda têm dificuldade de enxergar esse processo como uma ferramenta de desenvolvimento de pessoas, resistindo à incorporação dessa prática nas organizações.

O feedback é primordial, porque vivemos em tempos de mudanças constantes. O mundo está, a cada dia, mais veloz e as novidades surgem todo o tempo. Isso faz com que novas competências sejam exigidas constantemente.

No mundo VUCA, a aprendizagem é um grande pré-requisito e o feedback é a melhor forma de estar em desenvolvimento e se reinventar. Essa cultura de transparência é o grande impulsionador de resultados para a empresa, afinal, pessoas com alta performance fazem a diferença e se destacam.

Pense: como saber se você está indo bem, sem o retorno sobre seus comportamentos?

 

Quando recebemos feedbacks constantes, fica fácil identificar nossos pontos fortes e pontos a serem trabalhados. Mas isso é um “mundo ideal” e é uma mentalidade rara, infelizmente.

Ainda há uma confusão entre as relações pessoais e profissionais dentro da empresa, e a ideia de que um retorno sobre o comportamento pode ofender ou magoar, contribui numa cultura de cada vez menos transparência. Além de comprometer a eficácia do processo, esse modelo mental gera desgaste emocional.

O momento do feedback deve ser encarado como uma via de mão dupla, uma troca construtiva. Pensando ainda além, o feedback deve ser recebido como um presente, afinal, quem não deseja saber se está indo no caminho certo e o que falta para a alta performance?

Esses momentos periódicos reforçam a comunicação interna, alinham expectativas, propiciando o desenvolvimento do colaborador e criando um ambiente de confiança.

Quando o feedback deixar de ser visto com tensão e sim como uma poderosa ferramenta na busca do conhecimento e do desenvolvimento de competências pessoais, sua empresa estará mais próxima de um futuro exponencial!

Quer superar esse gap do mercado e alavancar o crescimento da sua empresa?

Você pode começar com alguns passos simples, como identificando quais crenças impedem a sua organização de ter uma cultura de transparência e sensibilizando os líderes sobre os benefícios dessa prática constante.

Estar atento às temáticas sobre Feedback também é uma importante forma de desenvolver esse novo mindset na empresa. E o curso “Feedback: como conduzir conversas difíceis” pode ser uma forma de ampliar sua bagagem sobre o tema e te ajudar na desafiadora missão de encorajar conversas transparentes e transformadoras.

Se quiser se aprofundar nesse tema e aprender mais sobre o tema feedback, baixe gratuitamente o nosso e-book “Guia para construir uma Cultura de Feedback em uma organização” e aprenda caminhos práticos para construir uma cultura de transparência e feedbacks para preparar a organização para um futuro promissor e desafiador.

 

Por André Brandão, trainer da Crescimentum

3 passos para criar apresentações criativas e impactantes

Você tem o sonho de impactar pessoas, conduzindo reflexões com apresentações criativas e transformadoras? Essa é a missão de um verdadeiro facilitador do futuro.

 

Aprender é uma das competências mais fascinantes dos seres humanos, mas pode ser um desafio desenvolver uma estratégia de aprendizagem inovadora e eficaz. Hoje, mais do que nunca, vivemos em um contexto no qual a aprendizagem deve ser contínua.

 

São tempos de mudança, por isso, manter-se em constante desenvolvimento é imprescindível. E o facilitador é figura essencial na transformação de vida de pessoas através de apresentações extraordinárias e que realmente façam a diferença.

 

Mas existem alguns desafios que um facilitador pode enfrentar, como o medo de falar em público e a construção de apresentações que gerem conexão.

 

Além disso, com o advento da internet, muita coisa mudou e a figura do facilitador é ainda mais carregada de responsabilidade.

 

Pessoas podem filmar e compartilhar conteúdos a todo o momento, disseminando informações e aumentando o alcance do que é dito.

 

Pensando nisso, quero compartilhar 3 passos para que você esteja preparado não apenas para treinar e desenvolver pessoas, mas para transformar vidas.

 

Mas primeiro, o que é um facilitador do futuro?

Se você ainda não notou, observe: vivemos em um mundo permeado pela volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Esse contexto de incessantes transformações nas diversas áreas da vida é chamado de mundo VUCA.

 

O mundo VUCA redireciona a forma como vivemos a partir de uma mudança de paradigma. Novas formas de se comunicar, assim como as novas tecnologias, mindset e economia são algumas das áreas impactadas com esse contexto. E entre as tantas áreas que mudam a partir dessas transformações, está a forma com que aprendemos.

 

Em um mundo de tantas informações, apresentações eficazes devem ter dinamismo, conexão e elementos que captem a atenção. As pessoas buscam por algo que realmente vá de encontro à sua missão e propósito.

 

É nesse cenário que o papel do facilitador se torna essencial para desafiar as pessoas a saírem do piloto automático e, consequentemente, de sua zona de conforto, para uma aprendizagem que realmente tenha impacto.

 

O objetivo do facilitador não é ser o detentor da informação, porque ela já está ali disponível! Cada vez mais as pessoas têm acesso a milhares de informações apenas com um clique.

 

Como o nome sugere, o papel desse profissional é ajudar as pessoas a entenderem como aquele conteúdo pode ser aplicado na vida real.

 

Um facilitador do futuro é quem tem a missão de estimular pessoas a irem além, fomentando atitudes positivas, oferecendo uma perspectiva de experiência, criando um ambiente de aprendizado e não deixando seu ego atrapalhar no processo.

 

Como criar apresentações criativas?

Se você tem o propósito de desenvolver pessoas, seja através de aulas, treinamentos, palestras ou apresentações, é imprescindível que você saiba transmitir ideias com dinamismo, confiança e clareza.

 

Não é fácil manter a atenção de pessoas, mas estabelecer uma conexão é um bom primeiro passo para que as pessoas esqueçam de dar aquela conferida no celular que compromete o foco no treinamento, por exemplo.

 

Pensando nisso, existem 3 passos essenciais para quem quer criar apresentações mais criativas e envolventes:

 

1-  Aproprie-se do fator emocional

Embora muitas pessoas acreditem que, enquanto seres humanos, somos racionais, estudos já comprovaram que agimos, primeiramente, através da emoção.

 

Criar um senso de pertencimento, conexão e emoção com o tema, cativa a atenção das pessoas.

 

2-  Seja inovador

A maioria das pessoas chega a um treinamento e encontra algo tradicional e massivo. Reme contra essa maré e surpreenda! Inovando, o cérebro associa as informações de forma diferente, o que é um diferencial na hora de memorizar um conteúdo.

 

3-  Crie momentos memoráveis

Muitos facilitadores enfrentam um desafio: as pessoas esquecem do conteúdo passado no treinamento. Para superar esse gap, crie momentos de “cair o queixo”. Essa atmosfera impressionante e surpreendente torna o momento memorável.

 

Lembre-se, para ser um facilitador do futuro você deve compreender que sua essência é ser um instrumento de aprendizagem. Nesse sentido, o seu interesse central deve ser fazer com que as pessoas saiam melhores do que entraram.

 

Para continuar nessa jornada de desenvolvimento, existem vários caminhos possíveis!

 

Você pode ler livros, como por exemplo “A arte de falar em público” de Stephen E. Lucas, ver filmes como “O discurso do rei” e fazer cursos que aprimorem a sua presença de palco. 

 

Uma sugestão de curso é o Trainer Mastery, feito especialmente para quem quer perder o medo de falar em público, construindo apresentações impactantes, dinâmicas e que gerem resultados surpreendentes.

 

Por Renato Curi, sócio-diretor da Crescimentum

Como o RH pode acelerar o desenvolvimento organizacional?

O desenvolvimento organizacional é um dos principais desafios que o profissional de RH enfrenta no mundo ágil e repleto de transformações em que vivemos. As coisas estão mudando e, cada vez mais, o papel dos profissionais dessa área é estratégico.

 

Em meio à Era Exponencial, a atuação do RH vai muito além da administração de folhas de pagamentos, contratação e demissão de pessoal.

 

Um profissional preparado para o futuro visualiza que é a porta de entrada para novos mindsets, talentos e desenvolvimento da organização.

 

O papel do RH no desenvolvimento organizacional

Vivemos na chamada Era Exponencial que pressupõe mais agilidade, transparência e dinâmicas cada vez mais rápidas e eficazes. Esse novo momento carece de pessoas em constante desenvolvimento e com a quase ilimitada capacidade de aprender e de se reinventar.

 

É nesse contexto que entra o grande desafio para muitos profissionais de RH: criar uma cultura forte e preparada para crescer nesse novo cenário.

 

O RH do futuro entende que as organizações estão se transformando e que estamos em meio a uma nova dinâmica de mercado. Não é apenas um facilitador de estratégias e não fica restrito às tendências, mas se antecipa às coisas e prevê mudanças necessárias.

 

Nesse cenário, um profissional preparado é condição essencial para uma empresa preparada. Assim sendo, o RH tem o papel de pensar e introduzir o mindset exponencial na empresa, propiciando um ambiente organizacional de transparência, aprendizado, crescimento e desenvolvimento. 

 

A missão de arquitetar a organização para o futuro pode ser desafiadora. Para isso, existem 3 passos primordiais para acelerar a performance da organização:

 

1-  Dê oportunidades de desenvolvimento

Fomentar o aprendizado contínuo é uma das principais ações para sustentar o crescimento da organização e isso tem uma razão simples:

 

Vivemos em um mundo de rápidas transformações e, quem não acompanha esse movimento, pode se tornar obsoleto.

 

Você já parou para pensar que algumas das profissões mais populares da atualidade não existiam há 10 anos? Desenvolvedores mobile, blogueiros, cientistas de dados, motoristas de Uber, business partners  e youtubers são alguns dos tantos exemplos. 

 

E nos próximos anos? Provavelmente, o mesmo acontecerá. Isso é uma excelente forma de refletir sobre a necessidade de uma aprendizagem incessante. Nunca saberemos o suficiente e isso é desafiador.

 

Então, para que a empresa cresça de forma rápida e consistente, é necessário potencializar a performance das pessoas que nela trabalham.

 

E criar esse mindset de constante desenvolvimento é o primeiro passo.

 

O desenvolvimento da organização não é possível sem que a equipe e colaboradores como um todo estejam em constante aprendizado. Para isso, fomentar ações de treinamento e desenvolvimento é essencial. 

 

2-  Conte com o apoio da liderança

Ao abordar assuntos sobre treinamento e desenvolvimento de pessoas, é muito comum escutar “Isso é tarefa do RH!”. Mas não é bem assim!

 

A figura do líder é fundamental para o crescimento e desenvolvimento da organização, especialmente em relação à performance da equipe.

 

Uma liderança forte consegue atuar de maneira eficaz, fortalecendo a motivação dos colaboradores. Através da autonomia, domínio de competências e propósito, o líder empodera a equipe e cria uma cultura colaborativa forte.

 

Isso faz toda a diferença na criatividade e performance do time e, consequentemente, gera um ambiente organizacional inovador e que cresce exponencialmente.

 

3-  Fortaleça uma cultura de transparência e feedback

Por fim, uma das formas mais simples e importantes para alavancar o crescimento da empresa é o feedback. É comum encontrar empresas que, ao invés de darem feedbacks sobre a performance da equipe, apenas realizam avaliações de desempenho anuais.

 

Mas organizações preparadas para o futuro precisam entender que a velocidade das mudanças e necessidades da empresa não podem esperar os ultrapassados ciclos de avaliação de performance, realizados trimestral, semestral ou anualmente.

 

O RH precisa estar atento a como tem fomentado o desenvolvimento do colaborador. Para contar com os melhores profissionais no quadro de colaboradores, também é preciso fornecer infinitas possibilidades para acelerar a performance dessas pessoas.

 

E incentivar conversas abertas de feedback é o passo essencial para a construção de uma cultura de transparência. Aliás, temos um e-book sobre como construir uma cultura de feedback em uma organização para te ajudar nesse desafio! 

 

Como vivemos em um mundo imediatista, quanto mais rápido um feedback for dado, melhores os efeitos disso e mais rápidas são as mudanças.

 

Quando as pessoas da sua organização sabem o que fazem de positivo ou negativo, fica mais fácil que falhas sejam corrigidas e ações positivas sejam reproduzidas.

 

Nesse ponto, mais uma vez é essencial que os líderes sejam exemplo em dar e receber feedbacks. Reafirmar comportamentos positivos e redirecionar os negativos ajuda na geração de valor e resultados para a empresa.

 

Essas questões acima podem ajudar a mapear se a cultura da organização é mais aberta e propícia ao crescimento ou se ainda está fechada e presa a modelos tradicionais de outros tempos. 

 

Exponencializar as organizações não é uma tarefa fácil, mas a partir desses 3 pontos, é possível dar os primeiros passos. 

 

Por Vanessa Campos, trainer da Crescimentum

Como identificar a cultura organizacional da sua empresa?

Você sabia que todas as empresas já possuem uma cultura organizacional instalada?

 

Querendo ou não, existem vários tipos de cultura organizacional e toda empresa tem uma que influencia e impacta os funcionários, clientes, fornecedores, stakeholders, acionistas, etc.

 

Estando clara ou não, a cultura organizacional de uma empresa está lá, sempre presente. A questão que fica é: como faço para identificar a da minha empresa? Você está pronto para ter essa resposta?

 

A avaliação de sua cultura pode te deixar satisfeito ou não. Entretanto, ela é o que é. Se você deseja mudar, melhorar ou mesmo se beneficiar de sua cultura, precisa primeiro entender seu estado atual (1*).

 

E por que devo saber isso? Atualmente, sabe-se que a cultura de uma empresa é um dos principais fatores que contribuem para o alcance de metas e resultados.

 

Pesquisas feitas pelo Barrett Values Centre (2*) demonstram que as empresas que focam apenas no desempenho financeiro, sem nenhum elo com seus valores culturais, têm um retorno de até 331% no prazo de 10 anos.

 

Por outro lado, as empresas que são consideradas as mais queridas, cujo foco principal é criar uma clara e objetiva conexão entre cultura e resultado financeiro, tendem a crescer até 1026% no mesmo prazo de 10 anos.

 

É notável a diferença financeira a longo prazo! As empresas que conhecem sua cultura lucram pelo menos 3 vezes mais! Então, como conhecer a cultura atual? Entender sua própria cultura não é um processo simples.

Como observar sua cultura organizacional atual?

 

Quando as pessoas estão no trabalho, muitas das manifestações da cultura tornam-se quase invisíveis. A cultura já está automática nas emoções, comportamentos e atitudes de todos. Do estagiário ao CEO.

Mas existem algumas formas de você obter uma imagem da sua cultura atual. Alguns pontos podem te ajudar:

1. Seja um observador neutro

Avalie sua cultura como um consultor que percebe o comportamento das pessoas e sua interação dentro da organização. Avalie como as pessoas interagem umas com as outras.

 

Como é a relação entre os pares, líderes e equipes? Como são os conflitos e como eles são mediados e resolvidos?

 

2. Avalie as atitudes, comportamentos e emoções

Elas podem indicar os valores da cultura organizacional. As pessoas passam a percepção de estarem felizes? Motivadas? Ou parecem e interagem com receio, medo e pouco amistosas?

 

3. Fomente focus groups

Faça entrevistas culturais com seus funcionários em pequenos grupos. É uma ferramenta simples e poderosa para ouvir o que eles têm a dizer sobre a cultura e padrões de interação das pessoas.

 

4. Faça pesquisas e testes de cultura

Essa é a maneira mais objetiva para entender sua cultura organizacional. Os resultados desses testes confirmarão a eficácia da cultura que você possui ou fornecerão o incentivo para mudar a sua cultura empresarial.

 

O modelo criado por Richard Barrett, por exemplo, já foi aplicado em mais de 2.000 instituições em mais de 60 países.

 

É um método pragmático que vai te ajudar a entender sua cultura organizacional com indicadores claros de como chegar a uma cultura desejada que fomente e potencialize os seus resultados. (*3)

 

Se um dos seus objetivos é conhecer sua cultura atual e ter melhores resultados a longo prazo, o primeiro passo é utilizar ferramentas que possam te ajudar e te apoiar nesse processo em busca de um ideal.

 

O processo de transformação cultural é um processo orgânico e que requer um acompanhamento e suporte. Por isso, não deixe de participar da Certificação Internacional nas CTT’s (Cultural Transformation Tools).

 

A CTT Practitioner – Certificação Internacional no Método Barrett de Gestão de Cultura Organizacional possibilita que o indivíduo consiga se tornar um especialista na gestão e transformação da cultura de empresas.

 

Por Anderson Fernandes, trainer da Crescimentum

 

BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS
(*1) Fonte: “How to Understand Your Current Company Culture”. Susan M Heathfiled.
(*2) Fonte: “A Organização dirigida por valores”. Richard Barrett
(*3) Fonte: A importância dos valores na construção de uma cultura de alto desempenho. Barrett Values Centre – Richard Barrett

7 considerações na hora de escolher um curso de Coaching em 2019

Por Dan Porto, sócio-diretor e head de Coaching da Crescimentum

 

Você deseja se tornar um coach profissional de destaque? A escolha de um bom curso de Coaching pode te ajudar nisso!

 

Mas esse processo não é tão simples assim. Em meio a tantas opções, pode ser difícil identificar o que uma boa certificação deve ter. E essa escolha é um grande primeiro passo para a sua carreira!

 

Tenha em mente que, ao escolher um curso de Coaching, você escolhe também o seu reconhecimento enquanto profissional de uma área competitiva e que cresce a cada dia.

 

Uma boa formação é fundamental para sua colocação no mercado. Por isso, é importante identificar por onde começar.

Aqui vão algumas dicas do que buscar em um curso de Coaching:

 

  1. Aprendizado cocriativo

Uma boa certificação deve te fazer sentir o Coaching de uma forma que vá além de apresentações expositivas em slideshows e do material didático.

 

Em outras palavras, é preciso que o curso te faça vivenciar o processo com intensidade, criatividade e participação ativa. A melhor forma de aprender Coaching é por meio de Coaching!

 

  1. Instituição reconhecida

Outro fator importantíssimo na escolha de um curso de Coaching diferenciado é que seu conteúdo seja alicerçado em preceitos de uma instituição que seja referência nessa prática.

 

A entidade mais reconhecida mundialmente é a ICF (International Coach Federation), órgão internacional que garante padrões éticos, excelência e rigor na formação de coaches.

 

Além de estabelecer, claramente, as competências que definem a atuação de um coach. Isso mostra que a certificação escolhida zela pela formação de profissionais qualificados.

 

  1. Responsabilidade social

Uma boa certificação de Coaching não apenas forma coaches, mas cuida para que suas dúvidas sejam atendidas e o aprendizado adquirido da melhor forma possível.

 

Essa é uma forma de valorizar a responsabilidade social na formação de profissionais competentes e qualificados para processos de Coaching transformadores.

 

  1. Metodologia diferenciada

Faça uma pesquisa aprofundada de acordo com o seu perfil e sua realidade, seja pela internet ou a partir da indicação de seus contatos pessoais.

 

Dessa forma, você poderá identificar se a metodologia e grade curricular da instituição estão de acordo com o que espera.

 

Mas não deixe de ponderar o valor de demonstrações ao vivo de sessões de Coaching e práticas supervisionadas como pontos fundamentais.

 

Isso permite com que você vivencie o processo na prática e conquiste a segurança necessária para dar os primeiros passos como coach.

 

  1. Carga horária adequada

Como o Coaching é um processo amplo e profundo, uma boa certificação não acontece em poucas horas. Por outro lado, um curso de conteúdo massivo não é o melhor caminho para uma aprendizagem eficaz.

 

É importante que haja um equilíbrio no processo, para que o conteúdo seja apreendido da melhor forma.

 

  1. Profissionais qualificados

Além de pesquisar sobre a instituição, metodologia e carga horária, é importante que você analise a trajetória dos trainers que ministrarão o curso.

 

Dessa forma, você terá certeza de que possuem expertise para um ensino de qualidade, confiando a sua formação à pessoas realmente competentes.

 

  1. Apoio ao aluno

É comum se sentir inseguro ao começar uma nova carreira. Por isso a enorme importância do apoio da instituição no início dessa nova trajetória profissional.

 

Uma boa certificação dá suporte ao seu aluno através da oferta de sessões de mentoria que possibilitem um aprendizado personalizado dos conceitos.

 

Além disso, oferece oportunidades de parcerias capazes de impulsionar o início de uma nova trajetória profissional.

 

 

 

A partir dessas 7 considerações, você escolherá uma formação diferenciada para se destacar enquanto coach profissional.

 

Tenha em mente que fazer a certificação em Coaching é um processo transformador e a escolha de uma instituição confiável e qualificada tem tudo a ver com isso!

 

Se você deseja dar esse primeiro passo, não deixe de fazer parte da próxima turma da Certificação em Coaching da Crescimentum!

 

Com base nos conceitos mais eficientes e atuais de desenvolvimento humano, tais como Neurociência, Inteligência Emocional, Atenção Plena, Psicologia Positiva, Níveis Neurológicos, Foco na Solução, entre outros, desenvolvemos uma certificação pensando em fazer a diferença na vida de novos profissionais.