Como identificar a cultura organizacional da sua empresa?

Você sabia que todas as empresas já possuem uma cultura organizacional instalada?

 

Querendo ou não, existem vários tipos de cultura organizacional e toda empresa tem uma que influencia e impacta os funcionários, clientes, fornecedores, stakeholders, acionistas, etc.

 

Estando clara ou não, a cultura organizacional de uma empresa está lá, sempre presente. A questão que fica é: como faço para identificar a da minha empresa? Você está pronto para ter essa resposta?

 

A avaliação de sua cultura pode te deixar satisfeito ou não. Entretanto, ela é o que é. Se você deseja mudar, melhorar ou mesmo se beneficiar de sua cultura, precisa primeiro entender seu estado atual (1*).

 

E por que devo saber isso? Atualmente, sabe-se que a cultura de uma empresa é um dos principais fatores que contribuem para o alcance de metas e resultados.

 

Pesquisas feitas pelo Barrett Values Centre (2*) demonstram que as empresas que focam apenas no desempenho financeiro, sem nenhum elo com seus valores culturais, têm um retorno de até 331% no prazo de 10 anos.

 

Por outro lado, as empresas que são consideradas as mais queridas, cujo foco principal é criar uma clara e objetiva conexão entre cultura e resultado financeiro, tendem a crescer até 1026% no mesmo prazo de 10 anos.

 

É notável a diferença financeira a longo prazo! As empresas que conhecem sua cultura lucram pelo menos 3 vezes mais! Então, como conhecer a cultura atual? Entender sua própria cultura não é um processo simples.

Como observar sua cultura organizacional atual?

 

Quando as pessoas estão no trabalho, muitas das manifestações da cultura tornam-se quase invisíveis. A cultura já está automática nas emoções, comportamentos e atitudes de todos. Do estagiário ao CEO.

Mas existem algumas formas de você obter uma imagem da sua cultura atual. Alguns pontos podem te ajudar:

1. Seja um observador neutro

Avalie sua cultura como um consultor que percebe o comportamento das pessoas e sua interação dentro da organização. Avalie como as pessoas interagem umas com as outras.

 

Como é a relação entre os pares, líderes e equipes? Como são os conflitos e como eles são mediados e resolvidos?

 

2. Avalie as atitudes, comportamentos e emoções

Elas podem indicar os valores da cultura organizacional. As pessoas passam a percepção de estarem felizes? Motivadas? Ou parecem e interagem com receio, medo e pouco amistosas?

 

3. Fomente focus groups

Faça entrevistas culturais com seus funcionários em pequenos grupos. É uma ferramenta simples e poderosa para ouvir o que eles têm a dizer sobre a cultura e padrões de interação das pessoas.

 

4. Faça pesquisas e testes de cultura

Essa é a maneira mais objetiva para entender sua cultura organizacional. Os resultados desses testes confirmarão a eficácia da cultura que você possui ou fornecerão o incentivo para mudar a sua cultura empresarial.

 

O modelo criado por Richard Barrett, por exemplo, já foi aplicado em mais de 2.000 instituições em mais de 60 países.

 

É um método pragmático que vai te ajudar a entender sua cultura organizacional com indicadores claros de como chegar a uma cultura desejada que fomente e potencialize os seus resultados. (*3)

 

Se um dos seus objetivos é conhecer sua cultura atual e ter melhores resultados a longo prazo, o primeiro passo é utilizar ferramentas que possam te ajudar e te apoiar nesse processo em busca de um ideal.

 

O processo de transformação cultural é um processo orgânico e que requer um acompanhamento e suporte. Por isso, não deixe de participar da Certificação Internacional nas CTT’s (Cultural Transformation Tools).

 

A CTT Practitioner – Certificação Internacional no Método Barrett de Gestão de Cultura Organizacional possibilita que o indivíduo consiga se tornar um especialista na gestão e transformação da cultura de empresas.

 

Por Anderson Fernandes, trainer da Crescimentum

 

BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS
(*1) Fonte: “How to Understand Your Current Company Culture”. Susan M Heathfiled.
(*2) Fonte: “A Organização dirigida por valores”. Richard Barrett
(*3) Fonte: A importância dos valores na construção de uma cultura de alto desempenho. Barrett Values Centre – Richard Barrett

7 considerações na hora de escolher um curso de Coaching em 2019

Por Dan Porto, sócio-diretor e head de Coaching da Crescimentum

 

Você deseja se tornar um coach profissional de destaque? A escolha de um bom curso de Coaching pode te ajudar nisso!

 

Mas esse processo não é tão simples assim. Em meio a tantas opções, pode ser difícil identificar o que uma boa certificação deve ter. E essa escolha é um grande primeiro passo para a sua carreira!

 

Tenha em mente que, ao escolher um curso de Coaching, você escolhe também o seu reconhecimento enquanto profissional de uma área competitiva e que cresce a cada dia.

 

Uma boa formação é fundamental para sua colocação no mercado. Por isso, é importante identificar por onde começar.

Aqui vão algumas dicas do que buscar em um curso de Coaching:

 

  1. Aprendizado cocriativo

Uma boa certificação deve te fazer sentir o Coaching de uma forma que vá além de apresentações expositivas em slideshows e do material didático.

 

Em outras palavras, é preciso que o curso te faça vivenciar o processo com intensidade, criatividade e participação ativa. A melhor forma de aprender Coaching é por meio de Coaching!

 

  1. Instituição reconhecida

Outro fator importantíssimo na escolha de um curso de Coaching diferenciado é que seu conteúdo seja alicerçado em preceitos de uma instituição que seja referência nessa prática.

 

A entidade mais reconhecida mundialmente é a ICF (International Coach Federation), órgão internacional que garante padrões éticos, excelência e rigor na formação de coaches.

 

Além de estabelecer, claramente, as competências que definem a atuação de um coach. Isso mostra que a certificação escolhida zela pela formação de profissionais qualificados.

 

  1. Responsabilidade social

Uma boa certificação de Coaching não apenas forma coaches, mas cuida para que suas dúvidas sejam atendidas e o aprendizado adquirido da melhor forma possível.

 

Essa é uma forma de valorizar a responsabilidade social na formação de profissionais competentes e qualificados para processos de Coaching transformadores.

 

  1. Metodologia diferenciada

Faça uma pesquisa aprofundada de acordo com o seu perfil e sua realidade, seja pela internet ou a partir da indicação de seus contatos pessoais.

 

Dessa forma, você poderá identificar se a metodologia e grade curricular da instituição estão de acordo com o que espera.

 

Mas não deixe de ponderar o valor de demonstrações ao vivo de sessões de Coaching e práticas supervisionadas como pontos fundamentais.

 

Isso permite com que você vivencie o processo na prática e conquiste a segurança necessária para dar os primeiros passos como coach.

 

  1. Carga horária adequada

Como o Coaching é um processo amplo e profundo, uma boa certificação não acontece em poucas horas. Por outro lado, um curso de conteúdo massivo não é o melhor caminho para uma aprendizagem eficaz.

 

É importante que haja um equilíbrio no processo, para que o conteúdo seja apreendido da melhor forma.

 

  1. Profissionais qualificados

Além de pesquisar sobre a instituição, metodologia e carga horária, é importante que você analise a trajetória dos trainers que ministrarão o curso.

 

Dessa forma, você terá certeza de que possuem expertise para um ensino de qualidade, confiando a sua formação à pessoas realmente competentes.

 

  1. Apoio ao aluno

É comum se sentir inseguro ao começar uma nova carreira. Por isso a enorme importância do apoio da instituição no início dessa nova trajetória profissional.

 

Uma boa certificação dá suporte ao seu aluno através da oferta de sessões de mentoria que possibilitem um aprendizado personalizado dos conceitos.

 

Além disso, oferece oportunidades de parcerias capazes de impulsionar o início de uma nova trajetória profissional.

 

 

 

A partir dessas 7 considerações, você escolherá uma formação diferenciada para se destacar enquanto coach profissional.

 

Tenha em mente que fazer a certificação em Coaching é um processo transformador e a escolha de uma instituição confiável e qualificada tem tudo a ver com isso!

 

Se você deseja dar esse primeiro passo, não deixe de fazer parte da próxima turma da Certificação em Coaching da Crescimentum!

 

Com base nos conceitos mais eficientes e atuais de desenvolvimento humano, tais como Neurociência, Inteligência Emocional, Atenção Plena, Psicologia Positiva, Níveis Neurológicos, Foco na Solução, entre outros, desenvolvemos uma certificação pensando em fazer a diferença na vida de novos profissionais.

 

Por que você deve se tornar um líder coach?

Por Dan Porto, sócio-diretor e head de Coaching da Crescimentum

 

Você conhece os benefícios de ser um líder coach que desenvolve as pessoas? Hoje, muitas são as reflexões sobre como ser um líder eficaz, engajado e que, muito além de liderar, deixa um legado na vida de seus liderados.

 

Essa necessidade de aprimorar a liderança tem total correlação com a complexidade do cenário atual e o líder coach é peça-chave para as organizações que desejam melhorar sua performance de forma surpreendente.

 

Talvez você ainda não tenha percebido, mas as transformações na forma de se comunicar, pensar e agir exigem um pensamento diferenciado sobre como atingir resultados por meio de indivíduos.

 

O mundo e as pessoas mudaram e você não deve ignorar isso. É nesse momento que pensar em Coaching de Liderança se torna primordial. O que um líder precisa ter para reagir ou tirar proveito desse contexto?

A liderança no mundo VUCA

Primeiramente, devemos assumir um fato: vivemos em tempos voláteis. Tempos em que a incerteza deve ser levada em conta na tomada de decisões.

 

Em outras palavras, isso significa dizer que quem não aprende a se reinventar pode acabar estagnado na dinâmica do mercado atual.

 

O mundo moderno, globalizado e contemporâneo é pautado pela inconstância. A volatilidade passou a ser categoria predominante e intrínseca na forma como vemos e vivenciamos o mundo.

 

A velocidade do mercado é outra e, foi nesse contexto, que o termo VUCA surgiu. A volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade mudam o mindset tradicional de pessoas e mercados.

 

Mas por que falar sobre isso em um artigo sobre o líder coach?

 

Simplesmente porque ser um verdadeiro líder envolve abraçar esse cenário de incerteza, encarando a vulnerabilidade como algo intrínseco para a construção de um cenário exponencial e buscando por inovações.

 

A liderança no mundo VUCA está atrelada às palavras propósito, reinvenção e desenvolvimento. Para começar a mudar o seu mindset, é preciso se perguntar:

 

O que eu posso fazer para que minha equipe atinja resultados, pessoais e profissionais, extraordinários? Que marca eu desejo deixar no mundo?

 O que um líder coach tem?

É nesse sentido que o Coaching de Liderança deve ser visto não como um diferencial, mas sim enquanto um pré-requisito no mundo corporativo.

 

As pessoas estão, a cada dia, buscando mais por grandes líderes e menos por chefes tradicionais. E o Coaching voltado para a formação de líderes fomenta a criação de visões diferenciadas sobre como lidar, motivar, desenvolver e nortear uma equipe.

 

Um líder coach desenvolve competências como:

  • Construção de relações de confiança;
  • Liderança por missão, visão e valores;
  • Alinhamento de expectativas;
  • Comunicação personalizada de acordo com perfis;
  • Criação de uma cultura de feedback;
  • Empoderamento da equipe;
  • Escuta ativa e perguntas poderosas de Coaching;
  • Incentivo à autonomia.

 

Mesmo sem ir a fundo em cada uma dessas competências, percebe-se que o líder coach não é apenas aquele que direciona e desenvolve pessoas.

 

É quem tem clara a sua missão, visão e valores para, assim, ajudar a sua equipe a encontrar seu propósito pessoal. Quem tem isso bem alinhado consegue ter resiliência diante das instabilidades e inspirar um time motivado, engajado e com entregas surpreendentes.

 Você é o líder que gostaria?

O líder coach constrói uma visão de futuro atrativa para a equipe e consegue motivá-los a irem juntos até lá.

 

Quer se desenvolver para levar sua equipe e organização para outro nível? Não deixe de participar da próxima turma da nossa Formação em Coaching de Liderança!

O que organizações exponenciais têm em comum?

Por Arthur Diniz, CEO da Crescimentum

 

Vivemos na Era de organizações exponenciais como Facebook, Google, Amazon, Netflix e Uber.

 

Essas são algumas das empresas que souberam aproveitar a inconstância do mercado atual a seu favor, prevendo tendências que, para muitos, passaram despercebidas.

 

A Era Exponencial é pautada pela incerteza, e isso pode parecer um empecilho, mas não é. O que essas organizações têm em comum?

 

O mundo está mudando de forma rápida, o que é um desafio enorme para as empresas que estão crescendo ou, ainda, se preparando para esse novo patamar.

 

É muito provável que a sua empresa tenha que passar por algumas mudanças para se reinventar e estar preparada para esse crescimento. Para isso, algumas questões devem ser colocadas em pauta.

Como sair do mindset incremental e ter um crescimento exponencial?

Para transformar o que somos, primeiro precisamos transformar como pensamos. Se você deseja tornar o seu negócio uma empresa de sucesso, o primeiro passo é uma mudança de mindset.

 

Nesse momento, é preciso questionar o que você considera enquanto ideal e, até mesmo, certo na sua dinâmica de trabalho.

 

Pensando nessa essencial mudança, é fundamental que sua empresa adote uma postura de constante crítica e que desafie o status quo.

 

O mundo está se transformando e essas mudanças alteram a dinâmica de mercado. Seria ingenuidade acreditar que o mercado permaneceria o mesmo.

 

Essas transformações são amplas e impactam diversas áreas sociais como, por exemplo, a comunicação, cultura e economia. Mas vai muito além disso!

 

Foi a partir dessa nova dinâmica que muitas empresas quebraram por não se reinventarem. Por isso, se você não quer ficar para trás, deve repensar a sua forma de trabalhar.

 

Mas como caminhar em direção ao crescimento exponencial, quando tudo o que nossa carreira e nossos antigos empregos nos ensinaram foi: tenha objetivos realistas, siga o plano, minimize riscos, padronize e centralize os processos?

 

A mentalidade incremental está por trás desse mindset tão comum e que permeia os processos de muitas empresas, o que, definitivamente, é um entrave para a criação de organizações exponenciais.

O que é preciso para ser uma empresa de sucesso?

Pense em sua realidade de trabalho hoje. Você visualiza o erro enquanto um importante mecanismo de aprendizagem, por exemplo?

 

A maioria das organizações foi “treinada” para evitar erros e isso é o bastante para que a novidade seja encarada como uma ameaça, afinal, “e se der errado?”.

 

Mas novas tendências e formatos disruptivos apontam para a necessidade latente de caminharmos e transformarmos os nossos mindsets incrementais em exponenciais.

 

O que as empresas com crescimento exponencial têm em comum, afinal? A mentalidade de inovação, de adotar riscos e aprender com seus erros inéditos.

 

Ao mesmo tempo, essa veia de inovação constante é o que possibilita a identificação de tendências que passam despercebidas para as organizações que não desafiam o status quo.

 

E, nesse momento de mudanças, é possível dizer que o “céu é o limite”. Provavelmente, se suas novas ideias não parecerem absurdas, é porque não são tão inovadoras. Pense nisso!

 

Se você quer potencializar os resultados da sua organização e torná-la uma empresa exponencial, participe do treinamento Startups do Futuro!

 

Por meio de ferramentas e estratégias utilizadas por empresas que alcançaram o sucesso, você estará mais capacitado para levar a sua organização ao exponencial.

A tecnologia e seus impactos na educação corporativa

Por Renata Furlan, Head da área Digital Learning

 

Não é novidade que o avanço tecnológico já impactou e impactará ainda mais o nosso dia a dia. Redes sociais e aplicativos tornam nosso cotidiano cada vez mais fácil, rápido e eficiente.

 

Vivemos a chamada Era Digital. O nosso jeito de aprender e buscar conhecimento mudou com as novas tecnologias. Novos professores surgiram, como Google, Youtube, TED, Udacity e Wikipedia.

 

Agora, temos conhecimento disponível na palma das mãos, a qualquer hora, de qualquer lugar.

Aprender em um mundo de mudanças

 

Muitas coisas estão acontecendo no mundo para facilitar ainda mais nossa maneira de aprender:

 

  • Alunos de medicina da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein utilizam óculos de realidade virtual para conhecer os órgãos, ossos, músculos e estruturas do corpo humano (Exame, 2018);

 

  • Computadores capazes de prever mortes prematuras de humanos serão de grande ajuda para a medicina preventiva no futuro (Exame, 2019).

 

Na educação corporativa, o cenário não é diferente. O perfil do colaborador mudou muito neste século, como você pode ver no infográfico abaixo:

Fonte: Deloitte – The Modern Learner

 

Com todas essas inovações e mudanças, será que as organizações estão mudando o jeito de desenvolver pessoas? A área de RH da sua empresa está transformando as formas de levar o conhecimento e utilizando a tecnologia a seu favor?

Tecnologia na Educação Corporativa

 

Infelizmente, ainda vemos muitas empresas utilizando um modelo rígido e conservador de desenvolvimento, onde o foco é o “professor” em sala e não o “aluno”. Modelos que priorizam o ensino e não a aprendizagem.

 

Muitas organizações ainda não se deram conta de que, possivelmente, algoritmos, novas tecnologias e conteúdos digitais irão complementar ou, ainda, substituir os métodos de ensino tradicionais.

 

É papel do profissional de T&D e DHO influenciar a empresa a fim de oferecer diferentes formas de desenvolvimento de pessoas, tornando o colaborador o protagonista do processo de aprendizado.

 

A empresa deve apoiar os colaboradores para que encontrem a melhor metodologia para aprender de acordo com o perfil de cada um.

 

Isso significa que o RH deve buscar aperfeiçoar as metodologias de educação corporativa, utilizando recursos e tecnologias como:

 

  • Microlearning;
  • Conteúdo digital;
  • Infográficos;
  • Realidade aumentada;
  • Realidade virtual;
  • Games;
  • Chatbot;
  • Mobile.

 

Como a sua empresa tem usado a tecnologia para desenvolver pessoas?

 

Harvard matriculou mais alunos online, no último ano, do que em 383 anos de presencial.

Fonte: The Future of Professions – Richard Susskind e Daniel Susskind

 

A tecnologia é capaz de impactar um número muito maior de pessoas. Por meio dela é possível levar conhecimento para uma grande quantidade de colaboradores simultaneamente.

 

É uma necessidade latente dos RHs das empresas tornar o aprendizado dos colaboradores mais ágil. Isso porque as organizações precisam que as pessoas desenvolvam habilidades para as novas ocupações de trabalho – que nem sabemos quais são.

 

De acordo com a ONU, 65% das crianças que estão no primário hoje irão trabalhar em empregos que ainda não existem! Neste cenário, saber aprender é mais importante do que dominar um determinado conhecimento.

 

Não é à toa que, de acordo com o Future of Jobs Report World Economic Forum, algumas das habilidades mais importantes para o futuro são: solução de problemas complexos, pensamento crítico, criatividade, gestão de pessoas, entre outras.

 

Segundo Peter Diamandis da Singularity University, “Não estamos vivendo uma era de mudanças. Estamos vivendo uma mudança de era”.

 

Portanto, reflita sobre qual modelo você e sua empresa estão atuando:

 

Portanto, utilizar a educação mediada por tecnologia é a melhor maneira de atingir todos os colaboradores da sua organização. Não existe uma forma única de aprender!

 

O sucesso do treinamento e desenvolvimento no século XXI está na junção de várias metodologias para que seu colaborador seja protagonista do próprio desenvolvimento e busque o que for mais adequado para seu aprendizado e para gerar melhores resultados!

 

Ficou interessado em proporcionar este tipo de solução na sua empresa? Assista, gratuitamente, ao primeiro episódio das nossas webséries e entenda na prática como utilizar a tecnologia na educação corporativa:

 

A essência da Liderança nos tempos modernos!

por Arthur Diniz, CEO e fundador da Crescimentum

 

Em uma época na qual a liderança se tornou tão importante quanto rara nas empresas, cada vez mais surgem questões como: quem serão os líderes do futuro?

 

Quais características devem predominar nas pessoas que vão guiar e inspirar seguidores, dentro e fora do ambiente de trabalho?

 

Tenho a convicção de que o perfil dos futuros líderes será muito diferente do que vimos até hoje.

Características da Liderança

O autoconhecimento, o reconhecimento das emoções e o equilíbrio serão as qualidades mais valorizadas.

 

Para que se possa ter uma ideia da importância do tema hoje, duas pesquisas podem ser ressaltadas. A primeira levantou a seguinte pergunta:

 

O que torna uma empresa um lugar ruim para se trabalhar? 64% das pessoas responderam: Líderes despreparados.

 

Isso faz com que a segunda pesquisa não seja surpresa. Em levantamento feito pelo Fórum Ibero Americano de Treinamento e Desenvolvimento, 63,5% dos entrevistados (profissionais de Recursos Humanos) colocam a liderança como tema prioritário de treinamento para 2004.

 

Quem, então, poderá se tornar líder do futuro? Acredito que ele tenha, no mínimo, as 8 características abaixo:

 

  1. Conhece a si mesmo

 

O líder do futuro sabe quais são seus pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças. Entende que pode controlar suas emoções e, com isso, gerenciar a própria motivação e a dos seus seguidores.

 

Ele usa essas informações para crescer e apoiar o crescimento de todos à sua volta. Faz, diariamente, o teste do espelho, verificando se aquela pessoa refletida todas as manhãs é quem gostaria de ser.

 

  1. Sabe sua missão de vida e tem uma visão de futuro

 

O líder moderno tem certeza de seu propósito de vida, de sua missão e dos efeitos que sua atuação tem ao seu redor. Sabe que foi enviado com uma missão e que vai cumpri-la.

 

Tem uma visão clara de futuro, do que quer ser, de onde e com quem quer estar nos próximos 6 meses, 1 ano, 5 anos…

 

Essa visão faz com que seja uma pessoa diferenciada, o que se reflete em todas as suas ações e no seu impacto sobre os outros.

 

  1. Implementa sua visão de futuro sem medo

 

Outra característica marcante do grande líder é a capacidade de agir e promover a ação de todos sem medo.  Ele não teme a rejeição ou o fracasso, porque tem consciência de sua missão, valores e capacidade de implementação.

 

Além disso, aprende a transformar o fracasso em feedback, fundamental para seus próximos passos. O líder do futuro sempre faz a si mesmo aquelas perguntas mágicas:

 

O que eu faria se não houvesse nenhuma possibilidade de erro ou fracasso? O que eu faria se tivesse a certeza absoluta de que, seja qual for a minha ação, o sucesso está garantido?

 

Tendo a resposta dessas perguntas, o líder já sabe o que deve fazer.

 

  1. Conhece seus valores e os vivencia

 

O líder do futuro conhece seus valores e os vivencia. Reconhece suas falhas e pede desculpas. Assume a responsabilidade pelos erros de sua equipe e repassa os créditos do sucesso a seus seguidores.

 

Ele cumpre o que promete aos seus liderados, mesmo que com isso tenha que se desgastar com seus chefes e com a sua empresa.

 

  1. É criativo

 

O líder moderno é criativo, não somente no sentido literal da palavra. É criativo porque pode exercer papéis diversos e se comporta de maneira diferente de acordo com as situações que se apresentam e principalmente com pessoas diferentes.

 

Conhece o perfil comportamental dos seus liderados e se adapta a eles. Alguns o consideram detalhista enquanto outros o taxam de generalista.

 

Alguns o definem como participativo enquanto outros acham que ele concentra as decisões. A frase de Edgar Schein resume muito bem esse conceito:

 

O líder do futuro será uma pessoa que pode conduzir e seguir, ser central e marginal, estar hierarquicamente acima e abaixo, ser individualista e membro da equipe e, acima de tudo, ser um eterno aprendiz.

 

  1. É um Coach

 

O líder de amanhã é um excelente Coach. Como diz Jack Welch “No futuro, pessoas que não forem Coaches não serão promovidas. Gestores que forem Coaches serão a regra”.

 

O que é ser um líder Coach? Significa uma mudança brusca com relação ao comportamento da maioria dos líderes atuais.

 

Quer dizer liderar por meio de perguntas e não de respostas, e colocar-se em condição de igualdade com seus liderados. Significa também pressupor que todos têm, dentro de si, um potencial ilimitado.

 

É conhecer e respeitar a missão, valores e objetivos de cada um dos seus seguidores.

 

Para que isso seja possível, esse líder necessita ter três qualidades marcantes: autoconfiança, paixão pelo que faz e amor pelas pessoas.

 

São características que permitem ao líder se colocar em uma posição de igualdade com seus seguidores sem medo de ser desrespeitado, superado ou desqualificado.

 

  1. Tem uma vida equilibrada

 

Para finalizar, o novo líder tem uma vida equilibrada. Ele sabe que liderança não é um conceito que se aplica somente ao trabalho: é um líder em sua família, em sua comunidade, na busca pela espiritualidade e pela saúde.

 

Diante de tudo isso, você se considera um líder do futuro? Quer ser um líder que motiva seus colaboradores e alcança resultados exponenciais? Aprenda as ferramentas para tornar a sua empresa mais sustentável e humana em nosso Líder do Futuro!

Como se tornar um Coach: o passo a passo!

Por Renata Klingelfus Andraus, trainer na Crescimentum

 

Cada vez mais pessoas no Brasil e no mundo buscam o Coaching enquanto profissão e muito se fala sobre o assunto.

 

Por isso, o objetivo aqui é ajudar você, que quer se tornar um Coach, a ter as informações necessárias para dar o próximo passo, dando dicas para que você obtenha sucesso em sua nova escolha de carreira.

O que significa ser um Coach?

Dados da International Coach Federation (ICF) apontam que, nos últimos quatro anos, o Coaching cresceu mais de 300% no Brasil.

 

A estimativa é de que o segmento tenha movimentado mais de R$ 50 milhões nos últimos anos. Outra pesquisa, realizada pela consultoria PwC, entre 2009 e 2012, mostra que o número de Coaches certificados no Brasil subiu de 350 para 1.100.

 

Mesmo tendo mais do que triplicado, o país ainda está bem atrás da América do Norte e da Europa, onde há uma média de 40 Coaches por cada milhão de habitantes.

 

Isso quer dizer que você vai encontrar um mercado em expansão com espaço para novos profissionais e poderá identificar preferências e, se quiser, escolher um nicho para sua atuação como um Coach:

Mas como começar?

Um bom Coach começa por si mesmo, pelo seu autoconhecimento e desenvolvimento pessoal e profissional. Para se tornar Coach, primeiro é preciso querer.

 

Coaching é uma carreira que pode ser exercida por qualquer pessoa, independente da área de atuação ou formação acadêmica.

 

Mas uma primeira pergunta importante a fazer é: por quê? Por que você quer ser Coach?

 

Pode ser pela remuneração, por insatisfação com sua atual função, pela autonomia, por gostar de estar com pessoas ou, quem sabe, para ajudar os outros.

“Quem tem um ‘porquê’ enfrenta qualquer ‘como’”. (Viktor Frankl)

Ter claro o seu ‘porquê’ é a chave para te ajudar a traçar seu plano de ação e direcionar que tipo de profissional você quer ser, que legado você quer deixar para os seus clientes e como você gostaria de estar daqui há alguns anos.

 

Olhe para você hoje, entenda qual seu estado atual como se fosse o começo de um percurso e imagine você chegando ao estado desejado.
O que você precisa fazer para chegar lá?

O que você escolhe acreditar?

No que você acredita, seus valores e crenças, também é muito importante para se tornar um Coach.

 

Por exemplo, você pode acreditar que pessoas são complicadas, que ser um bom Coach é difícil e que as pessoas têm que se adaptar ao seu jeito.

 

Ou você pode acreditar que todas as pessoas têm intenção positiva, que, como Coach, vai ajudar muitas pessoas e que, com estudo e dedicação, será um bom profissional.

 

As crenças positivas podem ajudar você a ter um desenvolvimento mais rápido nessa nova carreira, além de transmitir mais credibilidade e entusiasmo para os seus clientes.

“Você se torna o que mais acredita” (Oprah Winfrey)

Habilidades essenciais para se tornar um bom Coach

Você já refletiu sobre a importância do seu ‘porque’, o tipo de Coach que você quer ser e o que você precisa acreditar?

 

Com base no que você quer atingir, pense em quais habilidades são mais importantes e já identifique quais você tem e quais precisará desenvolver ou aprimorar no caminho:

  • Escuta ativa
  • Habilidade em fazer perguntas
  • Interesse genuíno
  • Gostar de pessoas
  • Habilidade de captar além do que está sendo dito
  • Boa comunicação
  • Ética
  • Flexibilidade
  • Compromisso com o cliente

Como encontrar o local ideal para fazer uma formação em Coaching?

Cuidado com as propagandas e promessas milagrosas que você pode encontrar por aí… Esse é um passo muito importante para se tornar um bom Coach!

 

Por isso, começamos por você, ajudando a olhar para dentro, trabalhando seu autoconhecimento e clareza dos seus objetivos.

 

Agora, pesquise, converse, pergunte. Tem muitos cursos de Coaching disponíveis no mercado. Alguns mais ferramentais, outros mais práticos.

 

Alguns formam muitas pessoas ao mesmo tempo, outros são bastante personalizados.

 

Como funciona cada um? Como te acompanham depois?

 

Além de ferramentas, é importante pensar numa formação que traga a você bastante prática e que permita terminar o curso com mais segurança e bagagem.

 

É importante que seja uma empresa que oferece mentoria e acompanhamento posterior, para que você continue praticando, mas com apoio profissional e feedbacks constantes.

 

O que você está fazendo bem, o que poderia ter feito diferente e o que pode fazer mais.

Depois da formação vem a prática!

Imagine um piloto de avião. Como ele chega a estar preparado para assumir essa função? Treinamentos, leituras, troca de melhores práticas e muitas simulações.

 

Por exemplo, hoje para pilotar um Boeing 737, são exigidas em médias, 1.500 horas de voo. Com o Coach a situação é parecida.

 

É preciso um número mínimo de horas de processos de Coaching e de atendimento a diferentes clientes, além de mentoria, para obter uma certificação.

 

Hoje, os clientes (Coachees), pesquisam bastante sobre os Coaches e, além do currículo, querem saber a experiência profissional e cases de sucesso.

 

Inclusive, o valor por sessão, muda conforme a experiência e possibilidade de comprovar suas horas de trabalho e resultados obtidos.

 

O método 70:20:10, desenvolvido pelo Centre for Creative Leadership sugere que, para atingir o auge de desenvolvimento e aprendizagem, o tempo de estudo e aprendizado deve ser dividido e investido da seguinte forma:

  • 10% de aprendizado formal (aulas, cursos, etc)
  • 20% de aprendizado com os outros (trocas, feedbacks)
  • 70% de aprendizado com a prática

É o que acontece com o Coaching. Como você aprende? Fazendo.

 

Como você se torna um bom Coach? Atendendo muitas pessoas.

Você é a sua marca!

Depois, é importante você ter em mente que você é sua marca, seu melhor ou pior marketing. A cada contato com as pessoas, sendo clientes ou não, existe uma oportunidade de deixar sua marca.

 

Uma boa formação também ensinará como começar a divulgar seu trabalho, além dos valores sugeridos por processo de Coaching.

 

E você não continua sozinho, a empresa também apresenta opções de continuidade e parceria para ajudar a alavancar sua carreira.

Mas o que você ganha se tornando um Coach?

Os principais benefícios:

  • Desenvolvimento pessoal
  • Liberdade
  • Mercado em crescimento
  • Remuneração
  • Oportunidades variadas
  • Desenvolvimento profissional
  • Trabalho com propósito
  • Reconhecimento
  • Realização pessoal

Não existe fórmula mágica, mas sim, uma combinação de interesse genuíno pelas pessoas, autoconhecimento, uma boa formação e muita prática.

“Uma jornada de mil milhas começa com um simples passo.” (Lao Tzu)

 

Se estiver interessado em conhecer a metodologia Crescimentum de Certificação Profissional em Coaching, converse com um de nossos consultores, ficaremos felizes em te atender!

 

Aproveite a jornada!

Coaching: desenvolvimento pessoal e profissional

Por Renata Klingelfus Andraus, trainer na Crescimentum

 

Como seria se você pudesse focar no seu desenvolvimento pessoal, trabalhar com seu propósito e ajudar as pessoas?

 

Eu não vejo sentido no que eu faço. Eu gostaria de ter mais liberdade. Não estou feliz. Sinto um vazio dentro de mim. Falta alguma coisa. Gostaria de deixar algo de significado para as pessoas. Sinto que posso fazer mais. Às vezes me sinto sobrecarregada. Passei a vida tentando agradar os outros.

 

Ganho bem, mas isso não é mais suficiente. O que estou fazendo aqui?

 

Tenho um relacionamento ruim com meus colegas. Quando chega o domingo me dá “fobia” pensando na segunda-feira. Acabo procrastinando minhas tarefas. Sinto ansiedade e outros sintomas físicos constantemente.

 

Você se identifica com algum destes pensamentos e sentimentos? Você não está sozinho.

Como o Coaching pode ajudar?

Muitas pessoas vivem hoje no piloto automático, perdendo a oportunidade de trabalhar com significado, descobrir a melhor versão de si mesmos e entregar resultados com mais naturalidade e satisfação.

Mas, como pode ser diferente?

Uma alternativa para mudança de vida ou de carreira é o Coaching. Uma metodologia flexível que aborda técnicas e ferramentas voltadas para o desenvolvimento de pessoas e pode ser aplicada em diversas áreas de atuação como: vida, carreira, liderança.

 

Não é a toa que o mercado de Coaching é responsável por movimentar uma parcela econômica altamente significativa em nível mundial. Apenas nos Estados Unidos, são gerados mais de 2,3 bilhões de dólares ao ano.

 

No Brasil, esse mercado vem ganhando cada vez mais força e é um pilar primordial para impulsionar a economia do país.

 

Afinal, o Coaching ajuda empresas a produzirem mais através de uma gestão de talentos efetiva, bem como, auxilia profissionais a alavancarem suas carreiras por meio da conquista de melhores cargos e salários.

 

E ajuda a todos que participam de um processo a terem um desenvolvimento pessoal significativo.

 

Com o mercado aquecido para essa profissão, muitas pessoas estão aproveitando sua bagagem acadêmica ou experiência profissional para se tornarem coaches, ajudando outras pessoas a alcançarem o sucesso e a felicidade em suas vidas.

E como isso funciona?

Certa vez, em uma sala de aula de um curso de MBA, o professor lançou uma discussão sobre a viagem mais importante que os alunos já tinham feito. Queria saber como foi, qual era o local e porque aquela viagem foi a mais significativa na vida de cada um.

 

Começaram a falar um a um. Alguém começou e disse: Disney. Porque era um sonho de criança e ali eu senti que podia ser eu mesmo, sem medo de ser julgado ou avaliado.

 

Ah Paris. Era a cidade romântica dos filmes e dos livros, onde eu sabia que encontraria belezas de todos os tipos.

 

Sem dúvida, foi à Índia onde eu me encontrei em meio ao caos. Nunca pensei que pudesse aprender tanto em uma única viagem.

 

Curitiba, pois lá eu reencontrei pessoas da família que não via desde criança e são muito importantes para mim.

 

Todos foram falando até que a última pessoa levantou a mão e disse: a viagem mais profunda e importante foi à viagem que fiz para dentro de mim mesmo.

Uma viagem de autodesenvolvimento

E se for possível fazer uma viagem de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, em que você também faz um trabalho que tenha significado para você e para os outros e ainda desenvolve pessoas?

 

Será que isso é possível? Sim. É perfeitamente possível.

 

“Podemos descobrir esse significado na vida de três modos diferentes: criando um trabalho ou realizando uma ação; vivenciando algo ou encontrando alguém; e por meio da atitude que tomamos em relação ao sofrimento inevitável.”

 

“Tudo pode ser tomado de uma pessoa, menos a última das liberdades humanas: escolher sua própria atitude em qualquer possível circunstância, escolher seu próprio caminho.” – Viktor Frankl, autor de “Man’s Search for Meaning”, sobre sua experiência em um campo de concentração.

Mas, porque será que a viagem mais importante foi para dentro de si mesmo?

Havia uma vila e nela vivia um povo muito diverso. Tinham pessoas de todos os tipos, características, comportamentos, mas elas tinham algo em comum: queriam saber o futuro e ter o controle sobre os acontecimentos.

 

Ali diziam que havia um sábio que tinha todas as respostas e ele ficava dentro de uma caverna. Do lado de fora da caverna, tinha uma placa que dizia: Consulte o sábio e tenha as respostas que você procura.

 

O sábio era muito procurado e, às vezes, tinha até fila para consultá-lo ou pessoas que desistiam e voltavam no dia seguinte ou uma semana depois para tentar saber o futuro.

 

As pessoas saiam da caverna, com reações diversas, e se ouviam coisas de todos os tipos: que palhaçada! Mas, não é possível. Não entendi nada. Simples assim. Agora fez sentido. Ok. Entendi. O que eu faço agora? Que? Tudo isso para nada.

 

Acontece que ao entrar na caverna, a pessoa percorria um caminho que ia ficando mais e mais estreito e só depois de algum tempo que parecia uma eternidade, encontrava uma cadeira com uma placa.

 

A placa dizia: sente-se e olhe profundamente a sua frente e encontrará todas as respostas que veio buscar. A frente da pessoa tinha um espelho e ela se via. Nada havia ali. E tudo havia ali.

 

Imaginem ter uma profissão que é capaz de cuidar do seu desenvolvimento pessoal como prioridade. Você pode ajudar os outros, ajudando primeiro a si mesmo.

Mudando de vida

Quando você decide que Coaching será sua nova escolha de carreira ou algo que você quer realizar em paralelo a sua atual atividade profissional, você imediatamente se torna alvo do processo.

 

E alvo no bom sentido. Não há maneira melhor de vivenciar o processo e estar preparado pessoal e profissionalmente do que mergulhar de cabeça e exercitar tudo com você primeiro.

 

De repente, é você e o espelho e você têm todas as respostas dentro de si. O Coaching é uma jornada, que começa pelo seu autoconhecimento e desenvolvimento pessoal para que depois possa fazer o mesmo pelos outros.

 

O Coach conhece porque aplicou e testou cada uma das ferramentas, e cresceu com cada uma delas.

 

Enquanto você se prepara para ser um bom Coach, você de repente pode perceber que está conhecendo mais sobre si mesmo do que teve a oportunidade de fazer em anos. É o desenvolvimento pessoal em fase crescente.

O que muda?

Pode ser que você descubra o seu propósito de vida, o que realmente faz sentido para você, seus principais valores, aqueles que realmente você não está disposto a abrir mão por quem quer que seja, sua visão de futuro, novos sonhos, seus sabotadores, aqueles que te impedem de ser sua melhor versão.

 

E a cada atendimento você pode perceber o quanto as situações estão interligadas e você aprende com a outra pessoa, e muitas vezes, escuta exatamente aquilo que estava precisando ouvir.

 

Alguns benefícios:

• Desenvolvimento pessoal
• Liberdade
• Mercado em crescimento
• Remuneração
• Oportunidades variadas
• Desenvolvimento profissional
• Trabalho com propósito
• Reconhecimento
• Realização pessoal

 

Tudo que você fez e aprendeu até aqui se soma com o Coaching. Nada é perdido. É como se você tivesse sua mochila já lotada de conhecimentos, experiências e ferramentas e agora fosse obter mais um.

 

O Coaching te permite juntar e aproveitar tudo que você trás com você na bagagem.

 

Seja na posição de um aluno, de um Coach profissional ou tendo a oportunidade de fazer um processo de Coaching você terá a oportunidade de conhecer na prática os benefícios desta metodologia em primeiro lugar para você e para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.

 

Se estiver interessado em conhecer a metodologia Crescimentum de Certificação Profissional em Coaching, converse com um de nossos consultores, ficaremos felizes em te atender!

A Cultura como responsável pela Retenção de Talentos

Por Anderson Fernandes, trainer da Crescimentum

 

Você tem perdido pessoas e profissionais talentosos? Os seus funcionários refletem os valores da sua organização?

 

Cada vez mais, CEOs e equipes de liderança estão reconhecendo a importância da cultura da empresa tanto na retenção de profissionais como na obtenção de lucro e melhores resultados.

 

Uma pesquisa da Deloitte, feita em 2018,  chamada “Global Human Capital Trends survey”, revelou que 82% dos entrevistados reconhecem a cultura como uma vantagem competitiva potencial.

 

Além disso, quase nove entre dez executivos nos EUA e no Reino Unido acreditam que a cultura é importante na retenção de talentos e funcionários de alta performance.

Retenção de Talentos: como e por quê?

E como posso fazer isso? Como ter uma cultura que me ajude no recrutamento e retenção de talentos engajados e criativos?

 

A cultura não é construída por palavras pintadas na parede, com missões ou visão espalhados nas salas de reunião, mesas ou em declarações motivacionais.

 

Isso tudo pode ser vazio e sem nenhum efeito prático. Para ter um impacto real, a cultura deve ser vivenciada no dia a dia por todos os funcionários. Desde o estagiário até o CEO.

Um reflexo das pessoas

Cultura é formada pelos líderes e suas equipes. Como consequência, a empresa vai refletir a cultura dessas pessoas.

 

A Deloitte define cultura como “o sistema de valores, crenças e comportamentos que determinam como o trabalho real é realizado dentro de uma organização”.

 

Se a Cultura de uma empresa for realmente vivenciada e praticada, ela será o elemento fundamental na formação do clima organizacional e na retenção de talentos.

 

O que se sabe empiricamente e por várias pesquisas, é que empresas que não tem uma cultura forte, têm maior dificuldade em atrair e reter talentos.

 

Essas novas gerações buscam, cada vez mais, uma forte identificação com o propósito da empresa, sua marca e identidade. Ou seja, os valores que são realmente praticados e vividos pela empresa.

 

Até porque, muitas vezes, como defende o escritor Simon Sinek, o foco da maioria das empresas fica apenas em vender seu produto, mostrando “o que a empresa faz” e a forma, ou seja (como fazemos?).

 

Infelizmente, as empresas se esquecem de focar no mais importante: qual o valor por trás desse produto? Qual o propósito do produto? Por que fazemos esse produto? (*2)

Colaboradores e clientes se tornam parte da cultura

Quando a cultura é forte, ela se torna parte da identidade e da marca da empresa. Os valores culturais devem infundir todos os aspectos do trabalho de seus funcionários e as decisões que eles tomam.

 

A cultura da Apple enfatiza a inovação rápida. A Starbucks valoriza o comércio justo, a diversidade e a inclusão. A gestão de talentos é grandemente impactada pela cultura, particularmente nas áreas de recrutamento e seleção.  (*1)

O Método Barrett

O Barrett Value Centre é um instituto, que foi fundado pelo Richard Barrett e que mapeou valores de mais de 2 mil corporações nos últimos 10 anos em mais de 60 países.

 

É a metodologia mundialmente reconhecida por sua eficácia e resultado. Como o próprio Barrett afirma, “as organizações orientadas por valores são as mais bem-sucedidas do planeta”.

 

E um dos principais motivos é que uma cultura clara e forte satisfaz funcionários, clientes e, como consequência, traz resultado e satisfação também aos acionistas. (*3)  (*4)

Planejando para o sucesso

Se um dos seus objetivos é o recrutamento e retenção de talentos, é fundamental começar a buscar métodos e ferramentas que possam ajudar a entender a cultura atual da sua empresa.

 

Além disso, a cultura deve ser vista como um dos pilares na pauta do seu planejamento e com um plano de ação importante para que a cultura desejada esteja alinhada com o sucesso da sua organização.

Os desafios de gerenciar uma Cultura Organizacional

Por Guilherme Marback, sócio-diretor e head de Cultura Organizacional da Crescimentum

 

 

“Desafios de gerenciar uma cultura organizacional” foi o tema da minha palestra no último Manhã com RH, evento mensal que realizamos na Crescimentum com a finalidade de compartilhar conhecimento por meio de um espaço de aprendizagem.

Quais os desafios de gerenciar uma Cultura Organizacional?

Iniciei a palestra utilizando o tema dessa forma, como uma pergunta. E, após um breve momento de diálogo em pequenos grupos, 137 participantes dos mais de 160 presentes compartilharam sua resposta.

 

O que se destacou no grupo foi o Alinhamento da liderança como principal desafio, muito à frente de engajamento e comunicação que vieram a seguir.

 

Mas, por que esse alinhamento da liderança é percebido como o principal desafio e como enfrentá-lo a caminho de uma cultura organizacional vencedora?

A força das crenças e valores

Acreditamos que a Cultura é forjada principalmente a partir das crenças e valores dos líderes do presente e do passado.

 

Suas crenças e valores definem as regras, procedimentos, símbolos, artefatos e tudo aquilo que orienta o comportamento do coletivo.

 

Entretanto, por trás das crenças e daquilo que é valorizado estão as necessidades dos líderes e aí é que reside o problema!

 

Dificilmente encontramos um grupo de líderes perfeitamente alinhado entre si, exercendo as suas escolhas a partir do propósito, significados e interesses comuns.

Os medos do líder

Em grande medida os líderes estão reagindo às suas próprias necessidades e não às necessidades institucionais.

É claro que isso varia de organização para organização, do seu grau de desenvolvimento e desafios estratégicos, assim como o grau de maturidade da liderança.

 

Além disso, em qualquer caso, muitas vezes as necessidades do ego superam os interesses comuns e direcionam o foco da liderança para os seus interesses pessoais e de suas áreas que acabam se transformando em silos e feudos.

 

Uma vez que os líderes se encastelam em seus feudos não somente para proteger as suas necessidades do ego, mas especialmente para se protegerem dos seus medos.

Considerando os Sete Níveis de Consciência de Richard Barrett, estamos falando do medo de não ter o suficiente no nível de sobrevivência, o medo de não ser bem quisto no nível de relacionamento e o medo de não ser suficientemente bom no nível da autoestima.

O desafio da Cultura Organizacional para a organização

Olhando para a organização, estamos falando de sistemas complexos em que um conjunto de líderes se reúne em diferentes estágios de desenvolvimento psicológico. Além de operar a partir dos mais variados conjuntos de valores e a partir das suas próprias visões de mundo.

O caminho para o sucesso

Ampliar o alinhamento da liderança passa necessariamente pela tomada de consciência do líder sobre seus próprios valores, seus medos e o impacto que geram no grupo.

 

Depois o grupo precisa definir e praticar os valores que precisam ser vividos coletivamente para orientar as escolhas e esforços de toda organização a caminho do bem comum e propósito da organização.

 

Isso somente é possível com o fortalecimento das relações de confiança, tornando o feedback um processo fluido e permanente, as conversas assertivas trazendo à mesa o que precisa ser tratado, debater francamente defendendo as suas posições e convicções sem se preocupar com o conflito.

 

Para que isso aconteça, é necessário ampliar significativamente os espaços de diálogo na organização, o que, infelizmente, está cada vez mais raro!

 

Se você estiver interessado em começar um processo de gerenciamento de Cultura Organizacional dentro da sua organização converse com nossos consultores, podemos te ajudar!