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A tecnologia e seus impactos na educação corporativa

Por Renata Furlan, Head da área Digital Learning

 

Não é novidade que o avanço tecnológico já impactou e impactará ainda mais o nosso dia a dia. Redes sociais e aplicativos tornam nosso cotidiano cada vez mais fácil, rápido e eficiente.

 

Vivemos a chamada Era Digital. O nosso jeito de aprender e buscar conhecimento mudou com as novas tecnologias. Novos professores surgiram, como Google, Youtube, TED, Udacity e Wikipedia.

 

Agora, temos conhecimento disponível na palma das mãos, a qualquer hora, de qualquer lugar.

Aprender em um mundo de mudanças

 

Muitas coisas estão acontecendo no mundo para facilitar ainda mais nossa maneira de aprender:

 

  • Alunos de medicina da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein utilizam óculos de realidade virtual para conhecer os órgãos, ossos, músculos e estruturas do corpo humano (Exame, 2018);

 

  • Computadores capazes de prever mortes prematuras de humanos serão de grande ajuda para a medicina preventiva no futuro (Exame, 2019).

 

Na educação corporativa, o cenário não é diferente. O perfil do colaborador mudou muito neste século, como você pode ver no infográfico abaixo:

Fonte: Deloitte – The Modern Learner

 

Com todas essas inovações e mudanças, será que as organizações estão mudando o jeito de desenvolver pessoas? A área de RH da sua empresa está transformando as formas de levar o conhecimento e utilizando a tecnologia a seu favor?

Tecnologia na Educação Corporativa

 

Infelizmente, ainda vemos muitas empresas utilizando um modelo rígido e conservador de desenvolvimento, onde o foco é o “professor” em sala e não o “aluno”. Modelos que priorizam o ensino e não a aprendizagem.

 

Muitas organizações ainda não se deram conta de que, possivelmente, algoritmos, novas tecnologias e conteúdos digitais irão complementar ou, ainda, substituir os métodos de ensino tradicionais.

 

É papel do profissional de T&D e DHO influenciar a empresa a fim de oferecer diferentes formas de desenvolvimento de pessoas, tornando o colaborador o protagonista do processo de aprendizado.

 

A empresa deve apoiar os colaboradores para que encontrem a melhor metodologia para aprender de acordo com o perfil de cada um.

 

Isso significa que o RH deve buscar aperfeiçoar as metodologias de educação corporativa, utilizando recursos e tecnologias como:

 

  • Microlearning;
  • Conteúdo digital;
  • Infográficos;
  • Realidade aumentada;
  • Realidade virtual;
  • Games;
  • Chatbot;
  • Mobile.

 

Como a sua empresa tem usado a tecnologia para desenvolver pessoas?

 

Harvard matriculou mais alunos online, no último ano, do que em 383 anos de presencial.

Fonte: The Future of Professions – Richard Susskind e Daniel Susskind

 

A tecnologia é capaz de impactar um número muito maior de pessoas. Por meio dela é possível levar conhecimento para uma grande quantidade de colaboradores simultaneamente.

 

É uma necessidade latente dos RHs das empresas tornar o aprendizado dos colaboradores mais ágil. Isso porque as organizações precisam que as pessoas desenvolvam habilidades para as novas ocupações de trabalho – que nem sabemos quais são.

 

De acordo com a ONU, 65% das crianças que estão no primário hoje irão trabalhar em empregos que ainda não existem! Neste cenário, saber aprender é mais importante do que dominar um determinado conhecimento.

 

Não é à toa que, de acordo com o Future of Jobs Report World Economic Forum, algumas das habilidades mais importantes para o futuro são: solução de problemas complexos, pensamento crítico, criatividade, gestão de pessoas, entre outras.

 

Segundo Peter Diamandis da Singularity University, “Não estamos vivendo uma era de mudanças. Estamos vivendo uma mudança de era”.

 

Portanto, reflita sobre qual modelo você e sua empresa estão atuando:

 

Portanto, utilizar a educação mediada por tecnologia é a melhor maneira de atingir todos os colaboradores da sua organização. Não existe uma forma única de aprender!

 

O sucesso do treinamento e desenvolvimento no século XXI está na junção de várias metodologias para que seu colaborador seja protagonista do próprio desenvolvimento e busque o que for mais adequado para seu aprendizado e para gerar melhores resultados!

 

Ficou interessado em proporcionar este tipo de solução na sua empresa? Assista, gratuitamente, ao primeiro episódio das nossas webséries e entenda na prática como utilizar a tecnologia na educação corporativa:

 

Como a inovação tecnológica afeta a liderança exponencial?

por Fabrizio Ortiz, trainer da Crescimentum

 

Há pouco tempo atrás um estudo publicado pela Universidade de Washington dizia que 40% das empresas Fortune 500 deixarão de existir em 10 anos.

 

Neste prazo, grande parte dos empregos operacionais também serão substituídos por computadores, robôs assumirão muitos postos de trabalho e uma infinidade de novas tecnologias inundará os mercados sem pedir licença.

 

O quanto você está se preparando para essas mudanças? O quanto o papel de um líder será impactado por estas tendências?

 

Atualmente o conceito de liderança passa por grandes reflexões. Para entender melhor o que está por vir e como devemos nos preparar para as novidades, vamos analisar o que já está acontecendo hoje na sociedade e, principalmente, no mundo corporativo.

 

Grandes mudanças estão em pleno curso, com novas tecnologias emergindo. Empresas com modelos disruptivos que começaram do zero, em garagens, chegando à casa de 1 bilhão de faturamento, antigas companhias perdendo espaço e novos jogadores surgindo e mudando as regras do jogo.

 

Definitivamente o mercado não é mais linear e sim, como dizem os especialistas, exponencial.

 

Grande parte das empresas está consciente da necessidade de mudanças, afinal, as tendências são divulgadas praticamente todo o tempo pelos meios de comunicação, a escalada tecnológica, as tendências de mercados globalizados e dificuldade de se manter competitivo é assunto recorrente nos telejornais.

 

Porém, as iniciativas por inovação estão sendo frustrantes em grande parte dos ambientes em que ouço opiniões e percepções dos líderes com quem tenho contato.

 

As estratégias adotadas são bastante coerentes: eventos de inovação, workshops, “Hackatons” (maratonas de inovação tecnológica), porém os resultados ainda não são satisfatórios.

 

Credita-se muitas vezes o fracasso destas iniciativas ao fato das pessoas estarem com dificuldade de pensar fora da caixa, ou mesmo, é comum ouvir, que a cultura da empresa está antiquada e não propícia para a inovação.

 

Afinal o que faz a cultura de uma empresa senão os modelos de pensar e agir de seus líderes?

 

Quando um líder pede para que sua equipe inove, pense de forma diferente, mas não os deixa errar; quando um líder pede que criem modelos disruptivos, mas, ao final, valoriza mais o trabalho correto e feito sem riscos… ele está sendo um líder linear e ultrapassado, não permitindo que sua equipe dê características exponenciais ao seu trabalho.

 

Não há outro caminho, as tendências estão aí e temos que dar suporte para que os líderes consigam manter a mente aberta para superar os sucessos do passado.

 

Aprender a desaprender será o mantra daqueles que se manterão competitivos frente a velocidade exponencial com que as mudanças caminharão a partir de agora.

 

Para você treinar sua capacidade de aprender a desaprender, pensar de forma disruptiva e conseguir mais amplitude de pensamento para inovar, experimente fazer o desafio: reserve 30 minutos do seu dia para pensar em soluções totalmente impensadas para algum problema real que esteja vivendo, pessoal ou profissional, escreva suas ideias e depois compartilhe com pessoas próximas, colaboradores, colegas.

 

Esteja atento para toda vez que alguém trouxer frases de limitações como “já tentaram isso e não deu certo”. Peça para que a pessoa pense em não encaixotar as ideias em modelos já existentes e tente apenas colaborar – e isso vale para você mesmo no processo!

 

Se você tem interesse em se aprimorar e desenvolver e deseja entender mais sobre técnicas e ferramentas do mundo exponencial, clique aqui e fale com nossa equipe para conhecer o nosso treinamento Startup do Futuro. Não fique de fora!