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A essência da Liderança nos tempos modernos!

por Arthur Diniz, CEO e fundador da Crescimentum

 

Em uma época na qual a liderança se tornou tão importante quanto rara nas empresas, cada vez mais surgem questões como: quem serão os líderes do futuro?

 

Quais características devem predominar nas pessoas que vão guiar e inspirar seguidores, dentro e fora do ambiente de trabalho?

 

Tenho a convicção de que o perfil dos futuros líderes será muito diferente do que vimos até hoje.

Características da Liderança

O autoconhecimento, o reconhecimento das emoções e o equilíbrio serão as qualidades mais valorizadas.

 

Para que se possa ter uma ideia da importância do tema hoje, duas pesquisas podem ser ressaltadas. A primeira levantou a seguinte pergunta:

 

O que torna uma empresa um lugar ruim para se trabalhar? 64% das pessoas responderam: Líderes despreparados.

 

Isso faz com que a segunda pesquisa não seja surpresa. Em levantamento feito pelo Fórum Ibero Americano de Treinamento e Desenvolvimento, 63,5% dos entrevistados (profissionais de Recursos Humanos) colocam a liderança como tema prioritário de treinamento para 2004.

 

Quem, então, poderá se tornar líder do futuro? Acredito que ele tenha, no mínimo, as 8 características abaixo:

 

  1. Conhece a si mesmo

 

O líder do futuro sabe quais são seus pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças. Entende que pode controlar suas emoções e, com isso, gerenciar a própria motivação e a dos seus seguidores.

 

Ele usa essas informações para crescer e apoiar o crescimento de todos à sua volta. Faz, diariamente, o teste do espelho, verificando se aquela pessoa refletida todas as manhãs é quem gostaria de ser.

 

  1. Sabe sua missão de vida e tem uma visão de futuro

 

O líder moderno tem certeza de seu propósito de vida, de sua missão e dos efeitos que sua atuação tem ao seu redor. Sabe que foi enviado com uma missão e que vai cumpri-la.

 

Tem uma visão clara de futuro, do que quer ser, de onde e com quem quer estar nos próximos 6 meses, 1 ano, 5 anos…

 

Essa visão faz com que seja uma pessoa diferenciada, o que se reflete em todas as suas ações e no seu impacto sobre os outros.

 

  1. Implementa sua visão de futuro sem medo

 

Outra característica marcante do grande líder é a capacidade de agir e promover a ação de todos sem medo.  Ele não teme a rejeição ou o fracasso, porque tem consciência de sua missão, valores e capacidade de implementação.

 

Além disso, aprende a transformar o fracasso em feedback, fundamental para seus próximos passos. O líder do futuro sempre faz a si mesmo aquelas perguntas mágicas:

 

O que eu faria se não houvesse nenhuma possibilidade de erro ou fracasso? O que eu faria se tivesse a certeza absoluta de que, seja qual for a minha ação, o sucesso está garantido?

 

Tendo a resposta dessas perguntas, o líder já sabe o que deve fazer.

 

  1. Conhece seus valores e os vivencia

 

O líder do futuro conhece seus valores e os vivencia. Reconhece suas falhas e pede desculpas. Assume a responsabilidade pelos erros de sua equipe e repassa os créditos do sucesso a seus seguidores.

 

Ele cumpre o que promete aos seus liderados, mesmo que com isso tenha que se desgastar com seus chefes e com a sua empresa.

 

  1. É criativo

 

O líder moderno é criativo, não somente no sentido literal da palavra. É criativo porque pode exercer papéis diversos e se comporta de maneira diferente de acordo com as situações que se apresentam e principalmente com pessoas diferentes.

 

Conhece o perfil comportamental dos seus liderados e se adapta a eles. Alguns o consideram detalhista enquanto outros o taxam de generalista.

 

Alguns o definem como participativo enquanto outros acham que ele concentra as decisões. A frase de Edgar Schein resume muito bem esse conceito:

 

O líder do futuro será uma pessoa que pode conduzir e seguir, ser central e marginal, estar hierarquicamente acima e abaixo, ser individualista e membro da equipe e, acima de tudo, ser um eterno aprendiz.

 

  1. É um Coach

 

O líder de amanhã é um excelente Coach. Como diz Jack Welch “No futuro, pessoas que não forem Coaches não serão promovidas. Gestores que forem Coaches serão a regra”.

 

O que é ser um líder Coach? Significa uma mudança brusca com relação ao comportamento da maioria dos líderes atuais.

 

Quer dizer liderar por meio de perguntas e não de respostas, e colocar-se em condição de igualdade com seus liderados. Significa também pressupor que todos têm, dentro de si, um potencial ilimitado.

 

É conhecer e respeitar a missão, valores e objetivos de cada um dos seus seguidores.

 

Para que isso seja possível, esse líder necessita ter três qualidades marcantes: autoconfiança, paixão pelo que faz e amor pelas pessoas.

 

São características que permitem ao líder se colocar em uma posição de igualdade com seus seguidores sem medo de ser desrespeitado, superado ou desqualificado.

 

  1. Tem uma vida equilibrada

 

Para finalizar, o novo líder tem uma vida equilibrada. Ele sabe que liderança não é um conceito que se aplica somente ao trabalho: é um líder em sua família, em sua comunidade, na busca pela espiritualidade e pela saúde.

 

Diante de tudo isso, você se considera um líder do futuro? Quer ser um líder que motiva seus colaboradores e alcança resultados exponenciais? Aprenda as ferramentas para tornar a sua empresa mais sustentável e humana em nosso Líder do Futuro!

O exercício dos 3A’s: Autoconhecimento, Autoaprimoramento e Autogerenciamento

por César Ayer, trainer da Crescimentum

 

Antes de falarmos sobre autodesenvolvimento é importante entendermos o que significa essa prática. Quando buscamos o autodesenvolvimento estamos fazendo o exercício de ampliar a consciência de quem somos e do nosso papel no mundo.

Acredito que o primeiro passo para o autodesenvolvimento é a clareza do nosso propósito, ou seja, nosso “norte pessoal”. O propósito é a principal razão, ou deveria ser, para orientar nossos valores, capacidades e comportamentos no ambiente. Uma vez que eu defino o meu propósito (pessoal ou profissional) o próximo passo é compreender quais são os meus valores e modelos mentais, ou seja, formas de pensar que me permitirão desenvolver as capacidades que eu preciso. Você já se perguntou quais são os seus talentos? O que você faz de melhor? Como você impacta o mundo com seus talentos?

Depois dessa etapa, é hora de identificar aquelas capacidades ainda pouco desenvolvidas e que precisam ser gerenciadas até que possamos evoluí-las a um patamar no qual possam ser melhor aproveitadas e não anulem os nossos principais pontos fortes (autoaprimoramento). Essa não é uma etapa tão simples, pois estaremos entrando em contato com aquilo nos provoca certo incômodo. Esse incômodo deve nos mover para o autoaprimoramento!

Complementando este ciclo, há a necessidade de termos a consciência do impacto dos nossos comportamentos nos ambientes onde atuamos (autogerenciamento). Como nossos pontos fortes, capacidades e pontos de desenvolvimento são percebidos pelo meio e nos ajudam (ou prejudicam) a nos relacionarmos com o outro.

A esse estimulante e desafiador exercício do autodesenvolvimento dei o nome de 3A’s – Autoconhecimento, Autoaprimoramento e Autogerenciamento. Esses três passos podem nos possibilitar um novo significado e novas formas de pensar, sentir e agir diante da vida. Só por isso, já te aconselharia a aplicar os 3A’s.

A questão é que algumas pessoas acreditam que o autoconhecimento só tem espaço quando buscamos realizar alguma coisa diferente daquilo que estamos acostumados a fazer ou viver e, com isto, perdem uma grande chance de se aperfeiçoarem e viverem ainda melhor dia após dia.

Por isso, sempre pense: quando começar? Agora. Por quanto tempo manter? Por toda vida. Isso porque somos todos seres em desenvolvimento e a experiência humana é a oportunidade que temos para promover esse desenvolvimento. Guimarães Rosa já dizia “Quem elegeu a busca não pode recusar a travessia”.

Se você também tem interesse em se aprimorar e desenvolver, não deixe de visitar o nosso site e conhecer os nossos treinamentos. E boa sorte!

A importância do Quociente Emocional e como ele pode beneficiar seus resultados

Ao longo das últimas décadas o caminho para o topo nas organizações costumava ser claro, bastava apresentar resultados financeiros e bater metas que a promoção era uma consequência natural. Com alguns anos de dedicação, muito suor, alguns esbarrões nos concorrentes e a experiência necessária, o cargo desejado seria apenas uma consequência.

 

A cultura de busca implacável pelo resultado transformou alguns ambientes de trabalho em arenas de batalha pela sobrevivência, onde o mais agressivo é considerado mais forte e o mais forte acaba vencendo, deixando um rastro de colaboradores emocionalmente abalados acumulando absenteísmo, turnover e pilhas de licenças médicas.

Como é o cenário hoje

Nas organizações, eventualmente o colaborador ganha espaço e, ao subir no organograma recebe equipes para liderar, porém, muito raramente é preparado para a liderança.

 

Se os critérios para a promoção foram baseados no conhecimento técnico, no tempo de organização ou nos resultados proporcionados, é provável que a primeira liderança seja um grande desafio.

 

Ao assumir a equipe, o resultado do líder já não é mais medido individualmente, mas sim através do resultado de seus liderados, portanto, é natural acreditar que um líder bem-sucedido é um líder com alto quociente emocional, ou seja, um líder empático, que compreende os seus liderados e possui habilidades sociais e interpessoais muito aguçadas.

 

Infelizmente, essa não é a realidade. Um artigo publicado na Harvard Business Review chamado “Heartless Bosses” mediu o quociente emocional de meio milhão de executivos, gerentes e operários de indústrias em seis continentes. A média do Q.E. aumenta conforme o nível hierárquico sobe, encontrando seu ápice na média gerência.

 

Gerentes médios apresentam o maior Q.E. de todos, mas subindo a partir deles na hierarquia, os resultados começam a diminuir. De diretores para cima, os valores diminuem fortemente e os CEOs, em sua média, possuem o menor Q.E. de todos.

 

Essa estatística nos mostra que quanto mais alta a hierarquia, mais solitário o líder se torna e menos ele desenvolve suas próprias habilidades interpessoais.

Causas do distanciamento

Diversos cenários podem contribuir para o distanciamento do líder, como a possível distância física, onde o ambiente de trabalho do líder e do liderado são distintos; a visão de que a relação entre líder e liderado é e deve ser apenas profissional; a crença de que o líder deve ser autoritário e que qualquer abertura pode significar fraqueza; o receio do liderado sobre a sua estabilidade no cargo e muitas outras possibilidades.

Consequências negativas na cultura organizacional

O resultado disso foi constatado em uma pesquisa feita pela revista Você S/A, que mostrou que os nove fatores que tornam uma empresa um lugar ruim para trabalhar estão diretamente ligados à liderança, ou seja, não é da empresa que o colaborador se demite, mas sim do líder, que constrói seu próprio estilo de liderança e desenvolve comportamentos baseados no que percebe de evolução em suas práticas.

 

E muitas vezes para por aí! Com o passar dos anos, as práticas que antes eram ideais para o momento, se tornam obsoletas e os resultados deixam de ser os mesmos.

 

No artigo Heartless Bosses, citado acima, foi constatado que entre os CEOs, que já sabemos que possuem as menores notas, os que obtiveram melhores resultados emocionais também possuem melhor desempenho no trabalho, o que prova estatisticamente a importância da inteligência emocional.

 

Este dado corrobora a linha de pensamento de Jack Welch, que afirmou que “entender do funcionamento da alma humana basta para gerir qualquer negócio”.

 

Portanto, é possível que a maior habilidade de um líder seja a inteligência emocional, pois através dela teremos ambientes saudáveis, colaboradores saudáveis e uma sociedade saudável e satisfeita.

E na prática, como isso pode ser trabalhado?

Para que isso aconteça, existem quatro pilares fundamentais que podem ser trabalhados.

 

  • Autoconhecimento: A habilidade de reconhecer as próprias emoções no momento que acontecem, bem como as próprias tendências comportamentais;
  • Autogerenciamento: Trata de estar consciente das próprias escolhas e evitar a impulsividade, sabendo lidar com o indesejado;
  • Consciência social: A habilidade de reconhecer emoções em outras pessoas;
  • Gerenciamento de relacionamentos: A habilidade de se relacionar bem com outras pessoas, lidar com conflitos, influenciar e inspirar grupos.

No fim das contas, ser emocionalmente inteligente é perceber os próprios gaps e trabalhá-los para obter melhores resultados em todas as áreas da vida, tendo a consciência de que o nosso comportamento influencia o ambiente em que vivemos. A pergunta que fica é: que pilar precisamos desenvolver para melhorar nossos relacionamentos e resultados?

 

Entender a importância do quociente emocional, é entender o leque de oportunidades e ótimos resultados que podem ser obtidos dentro da sua corporação.

 

Que tal entender como trabalhar e desenvolver seu Q.E.? Conheça uma das opções dos nossos cursos abertos e saiba como podemos te ajudar!

A importância do autoconhecimento no ambiente corporativo

Antes de começarmos, quero dividir um pensamento e fazer um convite para você pensar como tem levado a sua vida.

 

Trabalhando com desenvolvimento humano, tenho a oportunidade de conhecer muita gente e percebo que há uma forte tendência nas pessoas em terceirizarem a responsabilidade das situações. Frases como “meu líder é difícil”, meu liderado é devagar, “não tenho tempo para cuidar da minha saúde”, são cada vez mais comuns.

 

Ora, terceirizar significa atribuir a alguém ou ao próprio ambiente a responsabilidade de mudar, significa enxergar só no outro as oportunidades de melhoria, enquanto se está míope para o próprio autodesenvolvimento.

Que tal colocar a mão na massa?

Eis aqui minha provocação: pare de olhar pela janela, ou seja, para fora, e comece a olhar para o espelho, ou seja, para dentro. Você só consegue resolver um problema/situação quando assume que ele é seu também. Enquanto achar que o problema é do outro, jamais irá resolvê-lo.

 

Em outras palavras, terceirizar não vai mudar nada. As coisas mudam quando nós estamos dispostos a mudar também, olhar para a situação e pensar “o que eu posso fazer de diferente para ter outros resultados?”, ou  “o que eu posso fazer para ajudar meu liderado?”, ou então “o que eu posso fazer para me relacionar melhor com meu líder?” e até mesmo “o que eu posso fazer para materializar meus sonhos/objetivos?” são frases que certamente te ajudarão a parar de olhar pela janela e olhar para o espelho.

Os resultados virão aos poucos

Aos poucos você vai perceber o quanto é protagonista da sua própria história, o quanto é responsável por tudo o que acontece na sua vida, aliás, você hoje é fruto das suas escolhas. Como dizia Jung “Eu não sou o que me acontece. Eu sou o que eu escolho me tornar”.

 

O autoconhecimento é um caminho para você buscar se empoderar na sua própria vida/história. Seja através da meditação, terapias, seja pela reflexão diária, sobre o legado que deseja deixar, e o quanto tem se aproximado disso, podem ser uma ótima maneira de começar a olhar para você. Está disposto a olhar para o espelho?

Hora de colocar a mão na massa

Que tal começar a mudança agora mesmo? Conheça nossas opções de cursos abertos e entenda de que forma podemos ajudá-lo a olhar para dentro e entender de que forma seus resultados, tanto profissionais, quanto pessoais poderão ser ainda melhores!

Como buscar o autodesenvolvimento de forma eficiente

Antes de falarmos sobre autodesenvolvimento é importante entendermos o que significa essa prática.

 

Quando buscamos o autodesenvolvimento estamos fazendo o exercício de ampliar a consciência de quem somos e do nosso papel no mundo.

Primeiros passos

Acredito que o primeiro passo para o autodesenvolvimento é a clareza do nosso propósito, ou seja, nosso “norte pessoal”. O propósito é a principal razão, ou deveria ser, o nosso principal motivador para orientar nossos valores, capacidades e comportamentos no ambiente.

 

Uma vez que eu defino o meu propósito (pessoal ou profissional)  o próximo passo é compreender quais são os meus valores e modelos mentais, ou seja, formas de pensar que me permitirão desenvolver as capacidades que eu preciso. Você já se perguntou quais são os seus talentos? O que você faz de melhor? Como você impacta o mundo com seus talentos?

Identificando as capacidades a serem desenvolvidas

Depois dessa etapa, é hora de identificar aquelas capacidades ainda pouco desenvolvidas e que precisam ser gerenciadas até que possamos evoluí-las a um patamar, no qual, possam ser melhor aproveitadas e não anulem os nossos principais pontos fortes (auto aprimoramento).

 

Essa não é uma etapa tão simples, pois estaremos entrando em contato com aquilo nos provoca certo incômodo. Esse incômodo deve nos mover para o auto aprimoramento.

Capacidades identificadas, e agora?

Complementando este ciclo, há a necessidade de termos a consciência do impacto dos nossos comportamentos nos ambientes onde atuamos (Autogerenciamento). Como nossos pontos fortes, capacidades e pontos de desenvolvimento são percebidos pelo meio e nos ajudam (ou prejudicam) a nos relacionarmos com o outro.

 

A esse estimulante e desafiador exercício do autodesenvolvimento dei o nome de 3A’s – Autoconhecimento, Autoaprimoramento e Autogerenciamento. Esses três passos podem nos possibilitar um novo significado e novas formas de pensar, sentir e agir diante da vida. Só por isso, já te aconselharia a aplicar os 3A’s.

 

A questão é que algumas pessoas acreditam que o autoconhecimento só tem espaço quando buscamos realizar alguma coisa diferente daquilo que estamos acostumados a fazer ou viver e, com isto, perdem uma grande chance de se aperfeiçoarem e viverem ainda melhor dia após dia.

A hora é AGORA!

Por isso sempre pense: quando começar? Agora. Por quanto tempo manter? Por toda vida. Isso porque somos todos seres em desenvolvimento e a experiência humana é a oportunidade que temos para promover esse desenvolvimento. Guimarães Rosa já dizia: “quem elegeu a busca não pode recusar a travessia”.  

 

Lembrando que a mudança pode começar com atitudes simples que tenho total certeza que mudarão sua vida e modo de agir! Conheça agora mesmo nossas opções de cursos abertos e entenda qual deles atende melhor sua necessidade, seu momento e seus objetivos!